Erupções de abril de 2011

Planchón-Peteroa, Fronteira Argentina-Chile

O Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN) reportou que durante o período entre 1-15 de abril uma câmera instalada a uma distância aproximada de 61 km a NW para observar o vulcão Planchón-Peteroa registrou predominantemente plumas de vapores de coloração esbranquiçada que atingiram 600 metros de altura. Durante os dias 16-19, 21 e 25-29 de abril episódios de produção de plumas de cinzas variaram desde plumas discretas até emissões mais contínuas. Plumas de cinzas durante os dias 17-19 e 29 de abril ascenderam 1,2 km e continham partículas de tamanho de cinzas e lapili. SERNAGEOMIN informou que devido as emissões de cinzas e gases terem se tornado quase que contínuas, o Nível de Alerta foi elevado no dia 29 de abril para 3, amarelo.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Puyehue-Cordón Caulle, Chile

O Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN) informou que no dia 26 de abril um sobrevoo foi conduzido em resposta ao recente aumento na sismicidade e ao fato que residentes próximos notaram atividade fumarólica nas vizinhanças de Puyehue-Cordón Caulle. Os cientistas não observaram nada incomum que poderia indicar um aumento na atividade de Puyehue ou Cordón Caulle, apenas a típica atividade fumarólica. Entretanto, no dia 27 de abril um enxame sísmico foi detectado a uma profundidade entre 4-6 km; a maior parte dos eventos foram terremotos híbridos e o maior foi de 3,9 graus de magnitude. A sismicidade diminuiu, mas continuou até no mínimo o dia 29 de abril. O Nível de Alerta foi elevado para 3, amarelo.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Tungurahua, Equador

No dia 22 de abril, o Instituto Geofísico do Equador (IG) reportou que nos meses recentes a rede sísmica do vulcão Tungurahua detectou terremotos vulcano-tectônicos, indicando aumento da pressão interna no vulcão. Deformação do quadrante noroeste que começou no início de fevereiro foi lento, mas contínuo, e então acelerou durante o início do mês de abril. No dia 21 de abril, plumas de gases e cinzas provocaram pequena queda de cinzas em diversos povoados sobre os flancos SW, W, NW e N do vulcão. Atividade explosiva do tipo Estromboliana foi observada a noite, produzindo pequenas fontes de lava e arremesso de blocos incandescentes que rolaram 1 km pelos flancos da montanha. Estrondos foram ouvidos e algumas explosões ocorreram durante os dias 21-22 de abril. O IG recomendou que os residentes não entrassem na área de 3 km em torno da cratera do vulcão Tungurahua. No dia 26 de abril, seis explosões foram detectadas e constantemente geraram plumas de cinzas que ascenderam até uma altitude de 12 km acima do nível do mar. Plumas deslocadas nas direções W e NW, provocando constante queda de cinzas em áreas a favor do vento. Prédios vibraram em áreas próximas a montanha, incluindo o povoado de Baños.

O IG reportou que no período entre 26 de abril e 3 de maio foram observadas plumas de cinzas atingindo altitudes entre 7-12 km acima do nível do mar e se deslocando em múltiplas direções. Queda de cinzas foi reportada diariamente em áreas dentro de uma distância de 8 km da montanha nas direções N-NE, N, NW, W e SW. Queda de cinzas foi reportada em áreas mais distantes nos dias 27 e 29 de abril e durante 1-3 de maio. Blocos ejetados da cratera rolaram sobre os flancos da montanha em vários dias e explosões periodicamente provocaram vibrações de porta e janelas. No dia 29 de abril os tremores se intensificaram e a atividade explosiva Estromboliana aumentou. Blocos vulcânicos do tamanho de um caminhão foram ejetados desde a cratera, provocando crateras de impacto de 10 metros de largura onde eles caíam sobre os flancos do vulcão. Em torno de 300 pessoas foram evacuadas das proximidades da montanha vulcânica.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Galeras, Colômbia

O Instituto Colombiano de Geología y Minería (INGEOMINAS) reportou que no dia 31 de março e 1 de abril emissões desde o vulcão Galeras foram caracterizadas por plumas de vapores e gases com baixo conteúdo de cinzas. Um terremoto com 2,3 graus de magnitude ocorreu no dia 1 de abril a 3 km a leste da cratera a uma profundidade de 6 km e foi sentido por residentes próximos. Durante um sobrevoo no dia 2 de abril cientistas notaram um cheiro de gás de enxofre e observaram que emissões gasosas ascenderam desde múltiplas áreas do cone ativo. Durante o período entre 30 de março e 5 de abril, valores de gases de dióxido de enxofre estiveram entre 50 e 2.000 toneladas diárias, sendo o último valor considerado elevado para o vulcão Galeras. O Nível de Alerta permanece em III (amarelo; que indica variações no comportamento da atividade vulcânica).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Soufriere Hills, Ilha de Montserrat, Caribe

O Montserrat Volcano Observatory (MVO) relatou que um pedaço do lado leste do domo de lava situado na cúpula do vulcão Soufriere Hills quebrou e despencou, gerando um pequeno fluxo piroclástico que se deslocou por uma distância de 1,5 km por Tar river valley. A pluma de cinzas resultante se deslocou na direção oeste sobre áreas não habitadas. O Nível de Alerta permanece em 3.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Santa Maria, Guatemala

Segundo o Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH), durante os dias 30-31 de março e 4-5 de abril explosões produziram plumas de cinzas que se elevaram entre 400-700 metros acima do domo e se deslocaram para sul; queda de cinzas foi reportada em áreas próximas a favor do vento. Avalanches de rochas se formaram nos flancos SW e E.

Explosões durante os dias 28-29 de abril no complexo de domos de lava Santiaguito produziram plumas de cinzas que atingiram entre 600-800 metros acima da cratera e se deslocaram nas direções S, SW e W. Avalanches de blocos se deslocaram pelos flancos do domo Caliente. A noite, fluxos piroclásticos percorreram os rios Nima I e II.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Fuego, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que durante os dias 30-31 de março e 4-5 de abril explosões desde o vulcão Fuego produziram plumas de cinzas que atingiram entre 200-700 metros acima da cratera e se deslocaram nas direções W, SW e S. Fluxos de lava se deslocaram por quase 200 metros na direção oeste, atingindo a drenagem Ceniza e produzindo avalanches de blocos desde a porção frontal dos fluxos de lava. Incandescência na cratera foi observada durante as noites.

O INSIVUMEH informou que durante os dias 28-29 de abril explosões produziram plumas de cinzas que atingiram entre 300-600 metros acima da cratera. As explosões algumas vezes foram acompanhadas por ondas de choque. Fluxos de lavas percorreram 200 metros na direção sul e avalanches de blocos se deslocaram pelas drenagens Ceniza e Santa Teresa.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Etna, Sícilia, Itália

O Istituto Nazionale di Geofisica e Vulcanologia – Sezione di Catania informou que na manhã do dia 8 de abril começou uma nova fase de atividade eruptiva na cratera que está localizada no flanco leste do cone Cratera Sudeste. Esta retomada da atividade eruptiva foi precedida por uma série de emissões de gases e cinzas, raramente com quantidades pequenas de material incandescente, durante o período de 29 de março até os primeiros dias de abril.

Durante a manhã de 8 de abril, a atividade eruptiva mostrou baixos níveis de intensidade e foi caracterizada por pequenas explosões do tipo Estrombolianas, que ocorreram desde dois condutos localizados na porção oeste do fundo da cratera. Materiais produzidos por esta atividade foram inteiramente confinados no interior da cratera.

Durante a manhã de 9 de abril, a rede sísmica registrou um pequeno aumento na atividade sísmica produzida pela atividade Estromboliana, que gradualmente cresceu em intensidade. Concomitantemente ao aumento na atividade explosiva desde os dois condutos intracratera, lava foi emitida em uma taxa constante, mas baixa, cobrindo rapidamente o fundo da cratera. No pôr do sol, os primeiros blocos de lava incandescente apareceram na margem leste da cratera, anunciando um pequeno extravasamento de lava logo após as 18h. A lava lentamente avançou desde a base do cone Cratera Sudeste em direção a cabeceira oeste do Valle del Bove.

No final da noite, o fluxo de lava continuou a ser alimentado e alcançou um comprimento de aproximadamente 1 km; ao mesmo tempo, frequentes, mas pequenas explosões continuaram dentro da cratera, que raramente arremessaram fragmentos incandescentes além da margem da cratera. O gradual aumento na amplitude dos tremores vulcânicos continuou e a fonte dos tremores mudou de sua prévia posição abaixo da cratera Nordeste em direção ao conduto ativo, como aconteceu também durante os episódios eruptivos de 2-3 e 12-14 de janeiro e 18 de fevereiro.

A meia-noite, a atividade explosiva Estromboliana permaneceu relativamente fraca, enquanto o fluxo de lava continuava seu lento avanço em direção ao Valle del Bove.

No dia 10 de abril, a atividade e amplitude dos tremores aumentaram significativamente e culminou com vigorosas fontes de lava. Plumas de gases e cinzas se deslocaram na direção sudeste, provocando queda de cinzas em áreas a favor do vento. A taxa de emissão de fluxos de lavas também aumentou dramaticamente. Um segundo fluxo de lava cobriu o primeiro e se deslocou pelo Vale del Bove, essencialmente seguindo o mesmo padrão dos eventos anteriores. O fluxo de lava encontrou uma espessa cobertura de neve no vale, o que levou a formação de violentas explosões. Estes eventos explosivos geraram fluxos piroclásticos e espetaculares plumas de cinzas e vapores. A erupção declinou rapidamente após as 15h; nenhuma atividade foi observada no final daquela tarde.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kilauea, Havaí

O Hawaiian Volcano Observatory (HVO) informou que o lago de lava dentro do conduto da cratera Halema’uma´u esteve a maior parte do tempo encrustado durante o período entre 30 de março-5 de abril. Incandescência foi observada no dia 30 de março, e a lava foi visível em algumas oportunidades durante os dias 31 de março e 3-4 de abril. Uma pluma gasosa originada no conduto depositou quantidades muito pequenas quantidades de cinzas, derivadas de eventos de queda de rochas e respingos de lava (spatter) do lago de lava, nas áreas próximas. Na cratera Pu’u ‘O’o, o lago de lava foi alimentado desde algumas fontes situadas na parte central ou oeste do lago. A parte mais profunda da cratera foi episodicamente preenchida e drenada. Durante os dias 4-5 de abril, as fontes centrais de lava produziram dois ou três pequenos fluxos de lava e infrequentes respingos de lava (spatter).

A lava no conduto profundo localizado dentro da cratera Halema’uma’u do vulcão Kilauea foi visível no dia 5 de abril e ascendeu, caiu e circulou dentro do conduto durante o período entre 6-12 de abril. Na cratera Pu’u ‘O’o, o nível do lago de lava flutuou e foi alimentado desde a fonte na porção central do lago. Durante os dias 5-8 de abril, uma pluma de gases depositou quantidades muito pequenas de cinzas, derivadas de eventos de queda de rochas e ocasionais respingos de lava, nas áreas próximas.

Durante os dias 13-19 e 20-26 de abril, o HVO reportou que a atividade no vulcão Kilauea continuou desde a caldeira do cume e na zona de rifte leste. O nível da superfície do lago de lava no conduto profundo foi de aproximadamente 100 metros abaixo do fundo da cratera Halema’uma’u, periodicamente ascendendo e subsidindo. Uma pluma gasosa desde o conduto se deslocou nas direções NE e SW e depositou pequenas quantidades de cinzas nas áreas próximas. Dois colapsos das paredes do interior do conduto no dia 16 de abril cobriram a maior parte da superfície fundida com detritos de rochas e geraram plumas de cinzas de coloração marrom. Na cratera Pu’u ‘O’o, fontes centrais erupcionaram lavas continuamente dentro do lago de lava que foi mediu a metade do diâmetro do fundo da cratera. O nível do lago flutuou e episodicamente a lava extravasou a margem. Nos dias 23-24 de abril, a lava desde os condutos centrais soterraram a maior parte do lago de lava e cobriram o fundo da cratera. Nos dias 24-25 de abril, vários grandes eventos de drenagens foram caracterizados por uma queda na superfície do lago de lava por vários metros e pequenos colapsos da margem do lago.

Durante o período entre 27 de abril-3 de maio, o HVO informou que o nível do lago de lava do cume do vulcão Kilauea flutuou, mas permaneceu a maior parte do tempo estável dentro do conduto profundo inserido na parede leste da Cratera Halema’uma’u. Uma pluma de gases originada no conduto foi deslocada na direção SW e depositou muito pequena quantidade de cinzas nas áreas próximas. Na cratera Pu’u ‘O’o, a lava desde um ou dois condutos fontes continuou a preencher o novo lago de lava no centro do assoalho da cratera.  A lava extravasou as margens do lago, construindo outro pequeno lago de lava. Durante os dias 30 de abril-1 de maio, extravasamentos de lavas desse novo lago de lava preencheram inteiramente o assoalho da cratera antes de retroceder para dentro dos limites do pequeno lago de lava.

Fonte: Hawaiian Volcano Observatory e Volcano Discovery


Monte Bromo, Caldeira Tengger, Java, Indonésia

O Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) reportou, no período entre 29 de março e 4 de abril, as cinzas originadas no cone Bromo da Caldeira Tengger ascenderam entre 400-800 metros acima da cratera e foram dispersadas nas direções E, N e NE. Cinzas caíram no posto de observação do vulcão Bromo. Incandescente foi emanada da cratera e materiais incandescentes foram periodicamente ejetados acima da cratera. Sons de intensidades variadas foram ouvidos. O Nível de Alerta permanece em 3 (em uma escala de 1-4). Residentes e turistas não são permitidos dentro de um raio de 2 km da cratera ativa.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Taal, Luzon, Filipinas

O Philippine Institute of Volcanology and Seismology (PHIVOLCS) reportou que após o dia 31 de março o número de terremotos gradualmente aumentou e as profundidades dos sismos tornaram-se mais rasas (entre 1-4 km). A atividade fumarólica nos lados N e NE da cratera principal ocasionalmente se intensificou e foi ocasionalmente acompanhada por sons semelhantes a jatos. O Nível de Alerta foi elevado para 2 (em uma escala que varia entre 0 e 5) por causa do aumento na sismicidade e emissões de dióxido de carbono. O PHIVOLCS alertou aos turistas e residentes para se retirarem da ilha vulcânica. Segundo os jornais, apenas 100 famílias se dispuseram a abandonar a ilha voluntariamente; em torno de 7.000 pessoas permaneceram na ilha.

Durante os dias 12-19 de abril, o PHIVOLCS reportou que entre 6 e 21 terremotos vulcânicos diários foram detectados pela rede sísmica do vulcão Taal. Alguns terremotos foram sentidos pelos residentes. Resultados das pesquisas de deformação do terreno conduzidas em torno do vulcão durante os dias 5-11 de abril mostraram que o edifício estava levemente inflado quando comparado com a pesquisa realizada no início de fevereiro. O Nível de Alerta permanece em 2 (em uma escala que varia entre 0 e 5). Segundo informações de jornais locais, o número de pessoas que deixaram a ilha vulcânica aumentou para 1.375.

Durante o período entre 12-19 de abril foram detectados pela rede sísmica entre 6-19 terremotos vulcânicos diários. Alguns dos terremotos foram sentidos pelos residentes na parte sudeste da ilha.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Pagan, Ilhas Marianas, Oceano Pacífico

No dia 23 de abril, um barco de pesquisa reportou incandescência desde o cume do vulcão Pagan. A atividade eruptiva foi considerada pequena, mas com a possibilidade de que a atividade possa aumentar o Código de Cores de Alerta foi elevado para amarelo.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Ruapehu, Nova Zelândia

No dia de 5, o GeoNet reportou que a temperatura do lago da cratera do cume do vulcão Ruapehu tem ficado elevada por um período longo e está atualmente entre 38 e 39 graus Celsius. A mais alta temperatura desde que começou a agitação no vulcão em outubro de 2010 foi de 41 graus Celsius, medido no dia 1 março. Nas semanas anteriores houve um aumento também nas emissões de dióxido de carbono, aumento na sismicidade e variações na química da água do lago da cratera. A agitação levou o GeoNet a aumentar o Código de Cores para a Aviação, ainda que o Nível de Alerta Vulcânico permanece em 1 (que indica que há alguns sinais de agitação vulcânica).

No dia de abril, o GeoNet reportou que a temperatura do lago da cratera do vulcão Ruapehu estava lentamente resfriando e diminuindo para 33-34 graus Celsius desde um pico de 41 graus medido no mês de Março. Um declínio geral da atividade foi notado desde o dia 4 de abril, incluindo uma diminuição no fluxo de gás de dióxido de enxofre, menor sismicidade, modesta variação na química da água do lago da cratera e cessação da turbulência do lago acompanhando o começo da tendência de resfriamento. O Nível de Alerta Vulcânico permanece em 1 (sinais de agitação vulcânica) e o Código de Cores em amarelo.

Fonte: GeoNet


Bezymianny, Kamchatka, Rússia

O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) reportou que durante o período entre 1-11 de abril a sismicidade no vulcão Bezymianny aumentou. Atividade de gases e vapores foi observada durante os dias 1-2 de abril; nuvens encobriram o vulcão nos outros dias. Uma anomalia termal sobre o vulcão foi observada fracamente em imagens de satélites nos dias 1-3 e 6 de abril, então aumentou de tamanho e tornou-se mais intensa nos restantes do dia englobados pelo informe. O Nível de Alerta foi elevado para laranja.

Segundo o KVERT reportou que dados sísmicos sugeriram o começo de uma forte erupção explosiva às 8h e 20min no dia 14 de abril e que persistiu por 40 minutos. O Código de Cores de Alerta foi elevado para vermelho. Cinzas caíram em Krasny Yar (45 km a N-NW). Nuvens impediram observações do vulcão e nenhuma atividade foi observada em imagens de satélites. O Nível de Cores de Alerta foi diminuído para laranja no dia 15 de abril.

Além da queda de cinzas até uma distância de 45 km a N-NW no dia 14 de abril, o KVERT reportou que a erupção explosiva do vulcão Bezymianny também gerou um fluxo de lava viscoso sobre o flanco sudeste. Incandescência no fluxo de lava foi visível no dia 19 de abril. Imagens de satélites mostraram uma anomalia termal durante o período entre 15-22 de abril e pequenas plumas de cinzas e gases no dia 16 de abril. O Código de Cores de Alerta permanece em laranja.

Durante o período entre 22-29 de abril uma anomalia termal sobre o Bezymianny foi detectada em imagens de satélites. Plumas de gases e vapores foram notadas durante os dias 22 e 24-25 de abril. O Código de Cores de Alerta foi rebaixado para amarelo.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Shiveluch, Kamchatka, Rússia

O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) informou que uma erupção no vulcão Shiveluch no dia 22 de abril produziu plumas que ascenderam até altitudes entre 4,3-7,3 km acima do nível do mar e se deslocaram nas direções W e NW. O Código de Cores de Alerta permanece em laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


 

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