Erupções de Agosto de 2009

Chaitén, Chile

O Servicio Nacional de Geología y Minería (SENARGEOMIN) reportou que durante o período entre 20-31 de agosto os domos 1 e 2 do complexo de domos do vulcão Chaitén continuaram a crescer, particularmente na área oeste do complexo. Colapsos originados nos taludes instáveis do domo geraram fluxos piroclásticos do tipo blocos e cinzas, com as plumas de cinzas e gases atingindo até 1,5 km acima dos domos. O Nível de Alerta permaneceu em vermelho.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Reventador, Equador

O Instituto Geofisico do Equador (IG) noticiou que tremores sísmicos foram esporadicamente detectados durante o período entre 21 de julho-3 de agosto. No dia 4 de agosto, a sismicidade aumentou e períodos de tremores saturaram frequentemente as estações sísmicas. Anomalias termais detectadas em imagens de satélites nos dias 1 e 2 de agosto tornaram-se mais intensas nos dias 4, 5 e 10 de agosto. No dia 6 de agosto, uma pluma de vapores se elevou 1,2 km acima da cratera. Blocos incandescentes foram ejetados para fora da cratera e caíram sobre os flancos do vulcão. Imagens termais revelaram uma área linear de mais elevadas temperaturas, confirmando a presença de um novo fluxo de lava sobre o flanco sul do vulcão. Incandescência na cratera foi vista durante observações em 9 de agosto. No dia 15 de agosto, uma pluma de cinzas atingiu 3,6 km de altura acima do nível do mar.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Fuego, Guatemala
O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que nos dias 31 de julho e 3 de agosto explosões no vulcão Fuego produziram plumas de cinzas que se elevaram até altitudes de 4-4,6 km acima do nível do mar. Algumas explosões foram acompanhadas por estrondos. Materiais incandescentes foram ejetados a 75 metros de altura e avalanches ocorreram no principal cone. Plumas fumarólicas atingiram 200 metros de altura. A frequência das explosões aumentou significativamente durante os dias 2-3 de agosto. Nos dias 21 e 25 de agosto, explosões produziram plumas que atingiram entre 4,2-4,6 km acima do nível do mar. No dia 21 de agosto, sons de estrondos foram acompanhados por ejeção de fragmentos vulcânicos incandescentes até 75 metros de altura. Nos dias 19 e 25 de agosto, foram observadas queda de cinzas nas áreas em torno do vulcão.
 
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Ibu, Halmahera, Indonésia

Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) reportou que plumas com alguma quantidade de cinzas desde o vulcão Ibu ascenderam entre 300-400 metros acima da cratera durante o período de 15 de julho-4 de agosto. Os terremotos tornaram-se mais frequentes nos dias 27 de julho-4 de agosto. Fluxos de lavas foram vistos no dia 2 de agosto e no final desse dia um forte som de trovão foi seguido por incandescência no cume. No dia 3 de agosto, material incandescente foi ejetado a uma altura de 20 metros acima da cratera. No dia 5 de agosto, o Nível de Alerta foi aumentado para 3 (em uma escala que varia entre 1 e 4). O domo de lava cresceu até alcançar uma altura que agora é visível desde o povoado de Duono, a cerca de 5 km de distância. Residentes e turistas não são permitidos dentro do raio de 2 km da cratera.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Talang, Ilha de Sumatra, Indonésia

No dia 17 de agosto, o Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) elevou o Nível de Alerta do vulcão Talang de 2 para 3 (em uma escala que varia entre 1-4) por causa do aumento da sismicidade durante os dias 15-16 de agosto. Visitantes e turistas foram alertados para não ficar dentro de um raio de 3 km do cume.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report
 

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