Erupções de Fevereiro de 2010

 
Llaima, Chile
 
O Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN) informou que imagens obtidas por câmeras de vídeo instaladas em torno do vulcão Llaima mostraram emanações de vapores dágua e esporádicas emissões de gases desde a cratera principal no período entre 20 de janeiro e 9 de fevereiro. Ainda que essas emissões sejam "passivas", a característica oscilação da atividade sísmica, a presença de sinais sísmicos do tipo tremor e de terremotos vulcano-tectônicos com epicentros localizados dentro do vulcão, indica uma intensa atividade de fluídos dentro dos condutos do vulcão. Estas características juntamente com o fato de que a cratera principal ainda permanece parcialmente obstruída, indicando que o sistema vulcânico pode estar próximo de um estado de desequilíbrio. Por consequência, o SENARGEOMIN mudou o Nível de Alerta Vulcânico para amareloNível 3 e sugeriu a formação de um raio de exclusão de 4 km em torno da cratera principal.
 
Fonte: Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN)



Chaitén, Chile

O Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN) relatou que o vulcão Chaitén tem mostrado pontos incandescentes (observados durante a noite) e constantes liberações de gases na superfície do domo de lava. A atividade sísmica registrada entre o dia 21 de janeiro e 3 de fevereiro aumentou em relação ao período anterior, tanto no número de terremotos vulcano-tectônicos, como de eventos de longo período e híbridos. Embora que no contexto geral a atividade sísmica tenha diminuído em relação aos últimos meses, o caráter oscilante de sua ocorrência, o registro ainda de magnitudes importantes, o registro de sismos vulcano-tectônicos (em profundidades entre 2-8 km em uma ampla zona em torno do vulcão) e a constante atividade de gases e incandescência na superfície do domo, sugere que o sistema vulcânico conserva um alto grau de instabilidade.
 
Dessa forma, o SENARGEOMIN destaca que continua latente o perigo de ocorrência de eventuais explosões no domo de lava e geração de fluxos piroclásticos, aos quais poderiam afetar os vales adjacentes ao vulcão Chaitén. O Alerta Vulcânico continua vermelho.
 
Fonte: Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN)



Tungurahua, Equador

O Instituto Geofísico – Escuela Politecnica Nacional (IG) do Equador informou que atividade no vulcão Tungurahua no início do mês de fevereiro tem permanecido em um nível de atividade considerado moderado a alto, com explosões fortes acompanhadas de emissões de cinzas.

Entretanto, a partir do dia 6 de fevereiro, a frequência e magnitude das explosões foram incrementadas notavelmente, produzindo explosões fortemente escutadas nas cercanias do vulcão e também em diversas cidades próximas. Entre os dias 8 e 9 de janeiro foram registradas as 4 explosões de maior energia detectadas nesse último pulso de reativação. As colunas de cinzas associadas a estas explosões alcançaram altitudes de até 4 km sobre o cume da montanha, ocorrendo importantes quedas de cinzas nas zonas oeste e sudoeste do vulcão. Durante as noites, continuam sendo observadas fontes de lavas estáveis que lançam blocos vulcânicos incandescentes até distâncias de mais de 1,5 km da borda da cratera, cobrindo a parte superior do vulcão e que vão rolando até abaixo do nível de refugio. A emissão de SO2 continua em níveis em torno de 2.000 toneladas diárias, indicando a desgaseificação ativa do corpo magmático responsável pela atividade atual.

 
No dia 11 de fevereiro, às 15h e 19min, foi registrado um terremoto de origem vulcano-tectônica de magnitude de 3,3 graus, localizado nas proximidades do edifício vulcânico. Após o sismo, e por consequência dele, foram produzidas fortes explosões, sendo que a mais importante ocorreu às 15h e 39min, que gerou uma coluna carregada de cinzas até 4 km de altura sobre a cratera. Às 18h, foi possível observar que fluxos piroclásticos desceram os flancos norte e noroeste, mas se detiveram na parte superior da montanha. O mecanismo de geração desses fluxos é pela acumulação de blocos e materiais incandescentes nas bordas da cratera e nos flancos, e que pela ação da gravidade, se precipitam para baixo e se deslocam como fluxos piroclásticos de caráter secundário (não gerados diretamente por um evento vulcânico). Imagens termais (infravermelho) revelaram que os fluxos possuem elevadas temperaturas. Com a atividade atual de explosões e emissões de colunas carregadas de cinzas, segue aumentando a acumulação de cinzas e blocos nas partes elevadas da montanha, que a ocorrência de chuvas pode provocar a formação de lahars em todas as suas drenagens.
 
O IG informou que durante o período entre 16-23 de fevereiro foram detectadas explosões pela rede sísmica instalada em torno do vulcão Tungurahua. Plumas de cinzas foram vistas ascendendo até altitudes entre 6-8 km acima do nível do mar. Queda de cinzas foi notada quase que diariamente em áreas para sudoeste e a sul da montanha. Blocos rolaram pelos flancos do vulcão no dia 18 de fevereiro, enquanto que lahars foram formados nas drenagens localizadas nos flancos noroeste e oeste nos dias 20 e 22 de fevereiro. Pequenas avalanches de blocos sobre o flanco norte geraram fluxos piroclásticos no dia 21 de fevereiro.
 
Durante o período entre 24-28 de fevereiro, o IG reportou que 11 explosões foram detectadas pela rede sísmica do vulcão Tungurahua. Plumas de cinzas foram observadas durante os dias 24-1 de março e atingiram entre 6,5-8 km de altura acima do nível do mar. Queda de cinzas foi reportada quase que diariamente em áreas a favor do vento.
 
Fonte: Instituto Geofísico – Escuela Politecnica Nacional (IG) e Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Soufriere Hills, Ilha de Montserrat, Caribe

Montserrat Volcano Observatory (MVO) informou que a atividade no vulcão Soufriere Hills permaneceu em nível variado na semana entre 29 de janeiro e 5 de fevereiro. Os ciclos de aumento da atividade ocorreram a cada 7 até 12 horas, envolvendo emissões de cinzas, queda de rochas do domo de lava e formação de fluxos piroclásticos. Esporádicos eventos de queda de rochas e fluxos piroclásticos de moderado tamanho  também ocorreram entre os ciclos de aumento de atividade. A intensidade dos ciclos variou durante a semana. A direção dominante dos fluxos piroclásticos foi para oeste, ao longo de Gages e Spring Ghaut, e a distância máxima percorrida foi de aproximadamente 3 km, ainda que mais tipicamente a distância foi de 2 km. Observações visuais através de sobrevoos de helicópteros identificaram que a cabeceira de Spring Ghaut está agora completamente cheia pelos depósitos de fluxos piroclásticos. Os fluxos piroclásticos também ocorreram para nordeste, na direção de Whites Ghaut, e atividade de queda de rochas foi abundante sobre o flanco norte do vulcão. Observações do domo de lava no dia 5 de fevereiro mostraram que a parte centro-oeste do domo de lava aumentou sua altura para em torno de 1.070 metros. Foram registrados pela rede sísmica 552 sinais de queda de rochas, 87 eventos de longo período, 64 terremotos híbridos e eventos vulcano-tectônicos. No dia 4 de fevereiro ocorreu queda de cinzas na parte noroeste da ilha de Montserrat.
 
No dia 5 de fevereiro, às 13h e 49min, ocorreu uma explosão do tipo vulcaniana no vulcão Soufriere Hills. O evento durou 7 minutos e formou fluxos piroclásticos principalmente na direção oeste do vulcão, com os fluxos rapidamente alcançando a antiga capital Plymouth (hoje completamente soterrada pelos depósitos de fluxos piroclásticos e lahars) e se espalharam sobre o mar até uma distância de aproximadamente 500 metros. Fluxos piroclásticos curtos, com até 2 km de distância percorrida, também se deslocaram para noroeste (Tyers Ghaut) e nordeste (Whites Ghaut). Uma pluma de cinzas se elevou rapidamente alcançando aproximadamente 6.500 metros de altura. Não houve queda de fragmentos vulcânicos (lápili ou cinzas) sobre áreas habitadas devido à direção leste dos ventos. Atividade pré-evento incluiu somente emissão de cinzas, ainda que o evento coincidiu com um ciclo de aumento da atividade

Na semana entre 5 a 12 de fevereiro, a atividade no vulcão Soufriere Hills, segundo o MVO, aumentou significativamente com duas explosões do tipo vulcaniana e um colapso parcial do domo de lava. As duas explosões ocorreram às 13h e 49min de 5 de fevereiro e às 19h e 57min de 8 de fevereiro, com as plumas eruptivas alcançando 7.600 e 4.500 metros de altura respectivamente. Fluxos piroclásticos associados com a explosão de 5 de fevereiro alcançaram o mar em Aymers Ghaut e pequenos fluxos piroclásticos (distância máxima percorrida de 2 km) também ocorreram em vários outros vales, incluindo Tyers Ghaut. A explosão de 8 de fevereiro gerou fluxos piroclásticos somente em Gages valley e não alcançou o mar. Não houve queda de cinzas em áreas habitadas da ilha de Montserrat relacionadas com as explosões.
 
Durante a primeira parte da semana, a atividade foi concentrada no lado oeste do domo de lava. No dia 9 de fevereiro o foco da atividade variou para o lado norte do domo de lava, ainda que os fluxos piroclásticos gerados na manhã do dia 11 de fevereiro tenham se deslocado para oeste, nordeste e norte simultaneamente. Foram registrados pela rede sísmica na semana 520 sinais de queda de rochas do domo de lava, 141 eventos de longo período, 82 terremotos híbridos e 4 eventos vulcano-tectônicos.
 
No dia 11 de fevereiro, às 12h e 35min, começou um evento de colapso parcial do domo de lava, que persistiu por 55 minutos e alcançou um pico de atividade às 13h e 04min, ainda que tenham ocorrido vários outros pulsos. Fluxos piroclásticos moveram-se principalmente para nordeste, alcançando o mar em vários pontos sobre o lado leste da ilha, e surges piroclásticas moveram-se sobre a água do mar. Significantes deposições de fluxos piroclásticos estenderam a linha de costa por várias centenas de metros na região do antigo aeroporto da ilha. Fluxos piroclásticos também se deslocaram para oeste em Tyers Ghaut, Belham valley e Cork Hill. A pluma de cinzas alcançou mais de 15.000 metros de altura e se deslocou nas direções leste e sudeste. Ocorreu queda de cinzas na área nordeste da ilha de Montserrat, e houve informações de queda de cinzas nas ilhas caribenhas de Antigua, Guadaloupe e Dominica. Devido ao evento uma grande "cicatriz" de colapso foi escavadas no flanco nordeste do domo, ainda que o cume na porção sudoeste continuou intacto.
O MVO divulgou que a atividade foi pequena na semana posterior (12-19 de fevereiro) ao evento de colapso parcial do domo de lava do dia 11 de fevereiro. Foram registrados pela rede sísmica  na semana apenas 53 sinais de queda de rochas do domo de lava (foram 520 na semana anterior), 34 eventos de longo período, 4 terremotos híbridos e um evento vulcano-tectônico. Ocorreram esporádicas quedas de rochas do lado de fora da "cicatriz" de colapso formada pelo evento do dia 11 de fevereiro. No domingo, 14 de fevereiro, às 14h e 35min, ocorreu uma série de quatro fluxos piroclásticos de tamanho moderado que se deslocaram por Gingoes Ghaut. Estes fluxos piroclásticos geraram queda de cinzas em áreas habitadas da parte noroeste da ilha de Montserrat.
A "cicatriz" de colapso formada no colapso parcial do domo de lava tem agora 300 metros de largura; separada dessa estrutura está uma profunda cratera com um diâmetro similar no cume do domo de lava. Os fluxos piroclásticos gerados no dia 11 de fevereiro estenderam por 650 metros a linha de costa na direção leste. O MVO mediu uma temperatura de 470 graus centígrados nos depósitos de fluxos piroclásticos com 15 metros de espessura na região de Trant no dia 15 de fevereiro, isto é, 4 dias depois do evento. Os violentos fluxos piroclásticos desse evento arrasaram muitas construções, deixando apenas suas fundações, em Harris e Streatham. Árvores também foram derrubadas por surges piroclásticas na área de Gun Hill e na cabeceira de Farm River. Ainda não está claro se há um novo crescimento do domo de lava dentro da cratera. Entretanto, medições de gases indicaram uma muito lenta extrusão de lava no dia 17 de fevereiro.
A atividade vulcânica e sísmica declinou após o grande colapso parcial do domo de lava ocorrido no dia 11 de fevereiro. Por consequência, a atividade na semana entre 19-26 de fevereiro foi pequena. Ocorreram somente algumas quedas de rochas a partir da parede da cicatriz de colapso formada naquele evento. Visões noturnas do domo permitiram identificar que em vários locais há pequenos pontos de incandescência visíveis a olho nu. Medições gasosas nos dias 19 e 22 de fevereiro foram condizentes com muito lenta extrusão de lava. O Nível de Alerta foi rebaixado nessa semana de 4 para 3.
Fonte: Montserrat Volcano Observatory (MVO)



Pacaya, Guatemala


Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) da Guatemala informou que no dia 5 de fevereiro ocorreram várias explosões do tipo estrombolianas desde o cone MacKenney que ejetaram material vulcânico a 30 metros de altura acima da cratera e um fluxo de lava foi formado sobre o flanco do cone. A atividade foi ouvida no povoado de San Francisco de Sales, a 5 km de distância. No dia 6 de fevereiro foi identificado um novo fluxo de lava, originado em uma depressão sobre o flanco nordeste. Nos dias 10-16 de fevereiro, foram observados fluxos de lavas com 100-400 metros de comprimento descendo os flancos leste e nordeste da montanha. Avalanches de blocos desde as porções frontais dos fluxos de lavas promoveram o incêndio da vegetação. No dia 26 de fevereiro, o INSIVUMEH reportou que explosões ejetaram material vulcânico até 150 metros de altura e que um fluxo de lava se deslocou por 800 metros na direção leste.
 
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Fuego, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) da Guatemala reportou que nos dias 26 de fevereiro e 2 de março, explosões no vulcão Fuego produziram plumas eruptivas acinzentadas que se elevaram entre 4,1-4,5 km de altura acima do nível do mar. Avalanches se deslocaram pelos flancos sul e oeste do vulcão. Fraca incandescência foi emanada desde a cratera. No dia 2 de março, houve queda de cinzas em áreas a favor do vento.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Arenal, Costa Rica

O Observatorio Vulcanologico y Sismologico de Costa Rica-Universidad Nacional (OVSICORI-UNA) reportou que durante o mês de fevereiro, atividade originada a partir da Cratera C do vulcão Arenal consistiu de emissões de gases, esporádicas erupções explosivas do tipo estrombolianas e ocasionais avalanches. Um fluxo de lava se deslocou pelo flanco SW. Chuva ácida e pequenas quantidades de material piroclástico ejetado afetaram os flancos NE e SE. Avalanches desde a cratera e a partir das porções frontais dos fluxos de lavas se deslocaram pelos flancos SW, S e SE, ocasionalmente gerando incêndios na vegetação. A Cratera D produziu somente atividade fumarólica.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Fukutoku-Okanoba, Japão

Segundo o site Volcano News, uma erupção submarina ocorreu a 5 km a norte-noroeste da ilha de Iwo Jima (Japão) no dia 3 de fevereiro, no vulcão Fukutoku-Okanoba. A erupção foi observada pela guarda-costeira japonesa. Cinzas e vapores foram visíveis se elevando 100 metros acima da superfície do oceano. Em dezembro de 2009, a superfície do oceano ficou com coloração amarelo-esverdeadas. O vulcão submarino erupcionou pela última vez em 2005. Uma ilha temporária foi formada em três ocasiões.

Fonte: Volcano News



Sakura-jima, Kyushu, Japão

Segundo o site The Volcanism Blog, o vulcão japonês Sakura-jima, sempre altamente ativo, erupcionou espetacularmente no dia 8 de fevereiro, produzindo uma fonte de lava com 1 km de altura, que cobriu os flancos do vulcão com material vulcânico incandescente. A erupção formou uma pluma de cinzas  pulsante muito densa e com raios no seu interior (formados devido à grande quantidade de partículas eletricamente carregadas no interior da coluna eruptiva).
 
Explosões, de menor porte, também foram reportadas nos dias 3-9, 11-16, 17-23, 24-28 de fevereiro e 1-2 de março. Plumas de cinzas ocasionalmente se elevaram entre 1,2-3 km acima do nível do mar.
 
Fonte: The Volcanism Blog e Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Suwanose-jima, Ryukyu, Japão

Explosões foram reportadas nos dias 5-6, 9, 11-16,  17-19, 21-22 de fevereiro no vulcão Suwanose-jima. Plumas de cinzas ocasionalmente se elevaram entre 1,2-1,8 km acima do nível do mar.

Fonte
: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Bezymianny, Kamchatka, Rússia

O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) reportou que durante os dias 29-30 de janeiro e 2 de fevereiro uma anomalia termal foi detectada no domo de lava do vulcão Bezymianny. A anomalia foi maior durante os dias 7-8 de fevereiro, o que levou o KVERT a elevar o Nível do Código de Cores de Alerta  para laranja. A forte atividade do vulcão Klyuchevskoy tem obscurecido os sinais sísmicos do vulcão Bezymianny desde o dia 4 de janeiro.
 
Nos dias 5-12 de fevereiro, a anomalia termal continuou sendo detectada por imagem de satélite. No dia 6 de fevereiro um novo fluxo de lava foi observado no domo de lava e atividade fumarólica foi identificada nos dias 7 e 9 de fevereiro. Entretanto, o KVERT diminuiu o Nível do Código de Cores de Alerta para amarelo

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Klyuchevskoy, Kamchatka, Rússia
Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) informou que no período entre 29 de janeiro –  26 de fevereiro a atividade sísmica esteve acima dos níveis normais para o vulcão Klyuchevskoy e a lava continuou a fluir pelo flanco noroeste da montanha. A atividade explosiva do tipo Estromboliana ejetou periodicamente material vulcânico 200-300 metros acima da cratera. Explosões freáticas na porção frontal do fluxo de lava  ocorreram também por todo o período. As imagens de satélite revelaram uma grande anomalia termal diária no vulcão.
 
O Nível do Código de Cores de Alerta permanece em laranja.
 
FonteSmithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report
 

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