Erupções de Fevereiro de 2015

Villarrica, Chile

O Projecto Observación Visual Volcán Villarrica (POVI) reportou que foi detectada incandescência no cume do vulcão Villarrica durante a noite entre 4-5 de fevereiro através de câmera de infravermelho. Explosões do tipo Estrombolianas no dia 5 de fevereiro ejetaram tefra a algumas centenas de metros de altura. No dia 6 de fevereiro a tefra foi ejetada a aproximadamente 65 metros acima da cratera e duas emissões consecutivas de cinzas foram observadas. O Observatorio Volcanológico de los Andes del SurServicio Nacional de Geología y Minería (OVDAS-SERNAGEOMN) reportou que o Nível de Alerta para o vulcão Villarrica foi elevado para Amarelo (o segundo nível em uma escala de quatro cores) devido ao aumento da sismicidade, indicando flutuação do nível do lago e pequenas explosões. Cientistas notaram uma elevação no nível do lago de lava durante um sobrevoo. O POVI reportou que na manhã de 7 de fevereiro bombas foram ejetadas desde a cratera, algumas com até 5 metros em diâmetro. No final daquele dia a intensidade das explosões diminuiu e a incandescência na cratera se tornou irregular.

O OVDAS-SENARGEOMIN relatou que a atividade aumentou significativamente no vulcão Villarrica durante os dias 1-16 de fevereiro, caracterizada por aumento na sismicidade, incandescência na cratera e explosões. No dia 6 de fevereiro a sismicidade aumentou expressivamente, explosões ocorreram na cratera e emissões de cinzas ascenderam da margem da cratera. O Nível de Alerta foi elevado para Amarelo. A emissão de dióxido de enxofre média foi de 22 toneladas por dia. O valor mais elevado foi registrado no dia 11 de fevereiro com 450 toneladas diárias. O mais elevado número de explosões, cinco por minuto, ocorreu no dia 16 de fevereiro. Explosões ejetaram material incandescente para fora da cratera, a uma distância de até 1 km sobre o flanco sul. Durante um sobrevoo no dia 16 de fevereiro, vulcanólogos observaram o lago de lava, registraram temperaturas próximas dos 800º Celsius, tefra dentro e em torno da cratera ativa e uma difusa camada de cinzas sobre os flancos. 

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sangay, Equador

Baseado em informações de um piloto de aeronave, o Washington VAAC relatou que no dia 4 fevereiro uma pluma de cinzas desde o vulcão Sangay ascendeu até uma altitude de 6,7 km acima do nível do mar. Imagens de satélites mostraram uma possível pluma de cinzas se deslocando por 20 km na direção sudoeste. Uma anomalia termal foi detectada por imagens de satélites no próximo dia.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Fuego, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que explosões no vulcão Fuego durante os dias 5-6 de fevereiro ejetaram tefra incandescente a 150 metros acima da cratera, provocando a formação de avalanches nas drenagens Taniluya (S-SO), Ceniza e Trinidad (S). Ondas de choque sacudiram estruturas próximas. Plumas de cinzas ascenderam 550 metros acima da cratera e se deslocaram por 11-12 km nas direções sul e sudoeste. Uma erupção Estromboliana começou no dia 7 de fevereiro com plumas de cinzas e vapor de água ascendendo a 1,3 km de altura e sendo dispersa por 20 km na direção noroeste. Fluxos piroclásticos desceram o edifício vulcânico por diversas drenagens. Cinzas caíram na Cidade da Guatemala (localizada em torno de 35 km a leste-nordeste) e voos foram deslocados para El Salvador. No dia 8 de fevereiro, ainda que a atividade tenha diminuído, a rede sísmica detectou 30 explosões por minuto. As explosões soavam como locomotivas e geraram ondas de choque detectadas a 15 km de distância. Fluxos de lavas alcançaram até 2 km de comprimento nas drenagens El Jute (SE) e Trinidad (S), alcançando áreas vegetadas e provocando incêndios. Mais tarde, um boletim especial do INSIVUMEH informou que os níveis de atividade tinham retornado para condições normais; fracas a moderadas explosões produziram plumas de cinzas que ascenderam 550 metros e se deslocaram por 8-10 km na direção noroeste. Variações morfológicas ocorreram no flanco sul devido aos fluxos piroclásticos. Avalanches de lavas também desceram pelo flanco sul. Explosões durante os dias 9-10 de fevereiro geraram plumas de cinzas que ascenderam 800 metros e deslocaram-se por 11-12 km nas direções sul e sudoeste.

Explosões durante os dias 12-14 de fevereiro geraram plumas de cinzas que ascenderam 800 metros e se deslocaram por 10-11 km nas direções leste e sudeste. Material incandescente foi ejetado 100-150 metros acima da cratera, causando avalanches na drenagem Trinidad (S). Durante os dias 15-16 de fevereiro, avalanches de blocos desceram pelas drenagens Ceniza (S-SO), Trinidad (S) e Las Lajas (SE). Queda de cinzas foi reportada nos povoados de Panimache (8 km a SO), Sangre de Cristo (8 km a O-SO) e San Pedro Yepocapa (8 km a NW). Em informe especial no dia 16 de fevereiro o INSIVUMEH relatou 4-6 explosões por hora, e plumas de cinzas que ascenderam até altitudes entre 7-9,1 km acima do nível do mar e que se deslocaram por mais de 15 km nas direções sudoeste e oeste. Outro informe especial emitido no dia 17 de fevereiro relatou 4-6 explosões por hora continuaram a ser detectadas. Grandes quantidades de cinzas formaram nuvens do tipo cogumelo que ascenderam entre 0,6-1,1 km acima da cratera e se deslocaram por mais de 15 km nas direções noroeste, oeste, sul e sudeste. Material incandescente foi ejetado 150 metros acima da cratera provocando a formação de avalanches nas drenagens Trinidad, Ceniza, Las Lajas e Santa Teresa

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Pacaya, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH), informou que durante os dias 12-13 de fevereiro que uma série de fracas explosões desde a cratera Mackenney do vulcão Pacaya geraram plumas de cinzas com coloração escura que ascenderam entre 500-700 metros acima da cratera e, junto com plumas fumarólicas, se deslocaram por 1,5 km na direção sul. Durante os dias 15-15 de fevereiro, as fracas explosões continuaram a gerar plumas de cinzas, que aliadas às plumas fumarólicas se deslocaram por 800 metros na direção sudeste. No próximo dia, as plumas fumarólicas e de cinzas se deslocaram nas direções sul e sudoeste em baixa altitude. Nos dias 16-17 de fevereiro, plumas fumarólicas com pequenas quantidades de cinzas ascenderam 100 metros e foram dispersas na direção leste.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Colima, México

Boletins da Unidad Estatal de Protección Civil nos dias 2, 7 e 17 de fevereiro reportaram que o vulcão Colima permaneceu ativo, ainda que tenha ocorrido uma leve diminuição no número e tamanho das avalanches de blocos de lava. Fluxos de lava nos flancos sudoeste e noroeste avançaram minimamente, e pequenos deslizamentos de blocos de lava foram observados. Explosões continuaram a ocorrer, mas também com diminuição na intensidade, produzindo plumas de cinzas que ascenderam entre 2-3 km acima da cratera. O domo de lava foi parcialmente destruído, formando uma cratera com 140 metros de diâmetro. Residentes foram alertados a não se aproximar a menos do que 5 km do vulcão.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Popocatépetl, México

O Centro Nacional de Prevencion de Desastres (CENAPRED) reportou que durante os dias 10-12 de fevereiro a rede sísmica do vulcão Popocatépetl registrou 247 eventos de baixa intensidade, acompanhados por emissões de gases e vapores, que algumas vezes continham pequenas quantidades de cinzas. Explosões também foram detectadas, provavelmente originadas no domo de lava. No dia 11 de fevereiro ocorreu queda de cinzas na cidade de Puebla (~50 km a NE) e diversas outras municipalidades situadas no setor nordeste, bem como no aeroporto. Incandescência noturna intermitente foi observada na cratera durante os dias 11-12 de fevereiro.

Durante os dias 13-17 de fevereiro, a sismicidade indicou emissões contínuas e incandescência foi notada na cratera. Uma série de explosões entre as 06h e 50min e às 12h e 00min de 15 de fevereiro gerou plumas que ascenderam 1,8 km acima da cratera e foram dispersas na direção nordeste. Cinzas caíram em diversos povoados. Explosões continuaram a ser detectadas; nove explosões foram detectadas durante os dias 16-17 de fevereiro. O Nível de Alerta permaneceu em Amarelo, Fase 2.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Etna, Sicília, Itália

O Osservatorio Etneo – Sezione di Catania (INGV) reportou que um novo episódio eruptivo no vulcão Etna começou no dia 31 de dezembro e persistiu até a parte da manhã do dia 2 de fevereiro. Condições de tempo ruim impediram a observação da área do cume durante as primeiras 36 horas da erupção. Durante uma melhora nas condições atmosféricas no anoitecer de 1 de fevereiro, foi possível observar atividade explosiva do tipo Estromboliana desde o único conduto na sela entre os cones da Cratera Sudeste. Explosões ocorreram a intervalos de poucos segundos e ejetaram bombas incandescentes a 200 metros de altura. Ao mesmo tempo, um conduto na base sul da Cratera Sudeste emitiu um fluxo de lava que se deslocou por 2 km na direção sul, dividindo-se em dois braços. Ao amanhecer de 2 de fevereiro a atividade Estromboliana produziu uma densa nuvem de cinzas que se deslocou na direção leste. Por volta das 5h e 50min as emissões pararam e os tremores vulcânicos rapidamente diminuíram.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Bardabunga, Islândia

Durante o período entre 4-10 de fevereiro, o Icelandic Met Office (IMO) manteve o Código de Cores de Alerta Aeronáutico na cor Laranja, devido à contínua atividade na fissura eruptiva Bárdarbunga Holuhraun. No dia 6 de fevereiro foi reportado que apesar da visível redução na atividade durante as duas últimas semanas, a sismicidade permaneceu elevada. Poluição do ar desde as emissões de gases persistiram e as medidas de GPS mostraram que a subsidência continua.

Durante a semana entre 11-17 de fevereiro, o IMO manteve a cor Laranja no Código de Cores de Alerta Aeronáutico devido à atividade continua na fissura vulcânica Bárdarbunga’s Holuhraun. A atividade como um todo foi persistente, mas menor quando comparada as recentes semanas e meses. A sismicidade permaneceu forte. Poluição do ar desde as emissões de gases persistiram e as medidas de GPS mostraram subsidência contínua. O campo de lava cobriu 85 km2 no dia 14 de fevereiro. Medições mostraram nenhuma variação na extensão do campo.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kilauea, Arquipélago do Havaí

Durante o período entre 4-17 de fevereiro, o US Geological Survey Hawaiian Volcano Observatory (HVO) reportou que o fluxo de lava “27 de junho” continuou ativo, com vários extravasamentos no interior e margens dos lobos de lava, acima da frente do fluxo. O lobo de lava mais ao norte permaneceu em torno de 500 metros acima da Highway 130, próximo das estações de polícia e bombeiros. No cone/cratera Pu’u ‘O’o, foram observados brilhos emanados desde várias aberturas no assoalho da cratera. Pequenos incêndios foram identificados a 3 km a nordeste de Pu’u ‘O’o e na área oeste de Kaohe Homesteads. Na cratera Halema’uma’u, o lago de lava ocasionalmente ascendeu e rebaixou dentro do conduto. Emissões de gases continuam elevadas. Emissões de gases permaneceram elevadas. A pluma desde o conduto continuou a depositar quantidades variáveis de tefra sobre as áreas próximas.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Piton de la Fournaise, Ilha de Reunião, Oceano Índico

O Observatoire Volcanologique du Piton de la Fournaise (OVPDLF) reportou que no dia 4 de fevereiro foram registrados 180 terremotos no vulcão Piton de la Fournaise no período entre 4h e 00min até as 09h e 00min, incluindo 5 eventos maiores do 2 graus de magnitude. Uma crise sísmica começou às 9h e 10min e tremores vulcânicos foram registrados às 10h e 50min, e a erupção começou às 11h e 00min. Observadores notaram que uma fissura foi aberta no flanco sul, disparando um Nível de Alerta 2 (erupção em curso) e a restrição de acesso pelo público à área do cume. A fissura tinha 500 metros de comprimento e localizada na área da Cratera Bory. A atividade foi concentrada na parte mais ao sul da fissura. A lava foi emitida desde o conduto com 10 metros de altura e rapidamente fluiu nas direções sul-sudoeste na direção da Cratera Rivals, ramificando-se e se espalhando nas áreas sul e sudeste da cratera. No final da tarde a porção mais rápida do fluxo de lava já tinha passado pela Cratera Cornu. Níveis de tremores diminuíram através do dia e estavam relativamente baixos por volta das 18h e 00min. No dia 6 de fevereiro os níveis de tremores foram muito baixos. Pequenos cones foram formados sobre os condutos e produziam plumas gasosas de baixa intensidade. O tempo inclemente reduziu a visibilidade do local da erupção, ainda que observadores no dia 8 de fevereiro tenham notado que a lava continuava a fluir desde os condutos, e outro fluxo tinha se deslocado na direção oeste. No dia 9 de fevereiro, um conduto foi fracamente ativo, com pequenas explosões e pequenos salpicos de lava. Tremores permaneceram estáveis e baixos no dia 10 de fevereiro.

O OVPDLF reportou que durante os dias 11-13 de fevereiro a visibilidade da erupção Piton de la Fournaise, que começou no dia 4 de fevereiro, foi dificultada devido as más condições atmosféricas, entretanto, os tremores sísmicos permaneceram elevados. Os tremores começaram a diminuir às 17h e 00 de 15 de fevereiro, flutuaram intensamente, e então desapareceram por volta das 22h e 30min. Incandescência visível com câmeras de vídeo indicou a existência de tubos de lava.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sakurajima, Kyushu, Japão

O Japan Meteorological Agency (JMA) reportou que 36 explosões na Cratera Showa do vulcão Sakurajima ejetaram tefra a uma distância de até 1.300 metros durante os dias 9-13 de fevereiro. Incandescência na cratera foi visível nas noites de 9-11 de fevereiro, e inflação (intumescimento) continuou a ser detectada. O Nível de Alerta permaneceu em 3 (em uma escala que varia entre 1-5).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Aso, Kyushu, Japão

O Japan Meteorological Agency (JMA) reportou que, baseado em dados sísmicos e de infrassom, a erupção na cratera Nakadake do vulcão Aso que começou no dia 25 de novembro continuou intermitentemente durante os dias 2-13 de fevereiro. Material incandescente foi algumas vezes ejetado sobre a margem da cratera e plumas ascenderam entre 600-1.000 metros acima da cratera. Os tremores de alta amplitude continuaram. O Nível de Alerta permanece em 2 (em uma escala que varia entre 1-5).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Shishaldin, Unimak Island, Alaska

O US Geological Survey Alaska Volcano Observatory (AVO) reportou que a sismicidade no vulcão Shishaldin continuou levemente mais elevada do que os níveis normais durante os dias 4-10 de fevereiro. Temperaturas superficiais elevadas foram observadas em imagens de satélites na maior parte dos dias, e pequenas emissões de vapores foram registradas pelas câmeras de vídeo durante os dias 6-9 de fevereiro. Atividade eruptiva de pequena intensidade confinada a cratera do cume continuou a ocorrer. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico permaneceu em Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Klyuchevskoy, Kamchatka Central, Rússia

O Kamchatkan Volcano Eruption Response Team (KVERT) relatou que durante os primeiros dias de fevereiro a erupção Estromboliana e Vulcaniana no vulcão Klyuchevskoy continuou. Incandescência no cume foi visível e bombas vulcânicas foram ejetadas a uma distância de 200-300 metros acima da cratera. As explosões geraram plumas de cinzas que ascenderam até altitudes entre 5-6 km acima do nível do mar. Queda de cinzas foi reportada no povoado de Klyuchi (30 km a N-NE) no dia 5 de fevereiro. Um fluxo de lava extravasou sobre o flanco leste. Imagens de satélites mostraram uma grande e brilhosa anomalia termal diária sobre o vulcão e plumas de cinzas e gases se deslocaram em múltiplas direções em altitudes de 5,5-6 km acima do nível do mar. Durante os dias 4-5 de fevereiro plumas de cinzas se deslocaram por 1.000 km nas direções noroeste e norte. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico permaneceu em Laranja.

O KVERT reportou que durante o período entre 6-13 de fevereiro a erupção Estromboliana e Vulcaniana no vulcão Klyuchevskoy continuou. Incandescência no cume foi visível e bombas foram ejetadas 200-300 metros acima da cratera. Explosões geraram plumas de cinzas que ascenderam até altitudes entre 5,5-6,5 km acima do nível do mar. Queda de cinzas foi reportada no povoado de Kozyrevsk (50 km a oeste) no dia 7 de fevereiro e no povoado de Klyuchi (30 km a N-NE) no dia 11 de fevereiro. Um fluxo de lava extravasou sobre o flanco leste. Imagens de satélite mostraram uma grande e brilhosa anomalia termal diária sobre o vulcão, e plumas de cinzas se deslocando por 400 km nas direções noroeste e norte a altitudes entre 5,5-6,5 km acima do nível do mar.

No dia 15 de fevereiro, às 10h e 35min, a câmera de vídeo registrou plumas de cinzas ascendendo até altitudes entre 6-6,5 km acima do nível do mar e se deslocando por 74 km na direção leste. Às 12h e 11min, às 13h e 47min e às 15h e 24min plumas de cinzas ascenderam até uma altitude de 8 km acima do nível do mar e se deslocaram por 110-232 km nas direções leste e sudeste. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico foi elevado para Vermelho. Às 16h e 56min, plumas de cinzas ascenderam até altitudes entre 7,5-7,8 km acima do nível do mar e se dispersaram por 232 km nas direções leste e sudeste. Mais tarde, o Código de Cores de Alerta Aeronáutico foi rebaixado novamente para Laranja. No dia 16 de fevereiro, às 15h e 12min, plumas de cinzas ascenderam até 6 km de altitude acima do nível do mar e se deslocaram por 270 km na direção sul. No próximo dia, às 06h e 41, 15h e 03min e 15h e 05min, plumas de cinzas atingiram altitude de 5,5 km acima do nível do mar e se dispersaram por 114-240 km na direção sudeste.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sheveluch, Kamchatka Central, Rússia

O Kamchatkan Volcano Eruption Response Team (KVERT) reportou que durante o período entre 30 de janeiro a 13 de fevereiro a extrusão do domo de lava sobre o flanco norte do vulcão Sheveluch foi acompanhada por incandescência, avalanches quentes e atividade fumarólica. Fortes explosões nos dias 1, 4 e 8 de fevereiro geraram plumas de cinzas que ascenderam a altitudes de 10, 6 e 9-10 km acima do nível do mar, respectivamente. Imagens de satélites detectaram plumas de cinzas se deslocando por 800 km nas direções nordeste e norte nos dias 1-2 de fevereiro, 90 km durante os dias 4-5 de fevereiro e 180 km na direção noroeste no dia 8 de fevereiro. Uma anomalia termal foi detectada diariamente sobre o domo. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico permaneceu em Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Karymsky, Kamchatka Leste, Rússia

O Kamchatkan Volcano Eruption Response Team (KVERT) informou que a erupção explosiva de intensidade moderada continuou a ocorrer no vulcão Karymsky durante o período entre 1-13 de fevereiro. Imagens de satélites mostraram uma anomalia termal sobre o vulcão no dia 6 de fevereiro. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico foi elevado para Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Zupanovsky, Kanchatka, Rússia

O Kamchatkan Volcano Eruption Response Team (KVERT) reportou que a erupção explosiva moderada continuou a ocorrer no vulcão Zhupanovsky durante o período entre 6-13 de fevereiro. Plumas de cinzas ascenderam a 3 km de altura acima do nível do mar e foram dispersas na direção oeste nos dias 6 e 9 de fevereiro. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico permaneceu na cor Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


 

Chikurachki, Arquipélago de Paramushir, Rússia

O Kamchatkan Volcano Eruption Response Team (KVERT) informou que uma erupção começou às 10h e 00min do dia 16 de fevereiro no vulcão Chikurachki. Serviços de aeronáutica informaram que havia uma grande quantidade de aerossóis próximo das Ilhas Kurilas. Imagens de satélites detectaram plumas de cinzas que ascenderam a altitudes de 7-7,5 km acima do nível do mar e se deslocaram por 80 km na direção oeste. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico foi elevado para Laranja. Imagens de satélites no dia 17 de fevereiro mostraram plumas de cinzas que ascenderam entre 3-3,5 km acima do nível do mar e se estendendo por 95-230 km na direção sudoeste.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


 

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