Erupções de Fevereiro de 2020

Kushinoerabujima, Ryukyu, Japão

O Japan Meteorological Agency (JMA) informou que as 05h21min de 3 de fevereiro ocorreu uma erupção na Cratera Shindake do vulcão Kuchinoerabujima, produzindo uma nuvem de cinzas que se elevou a 7 km acima da borda da cratera, e ejetou material a 600 m da cratera. Um fluxo piroclástico percorreu cerca de 900 m na direção sudoeste, o primeiro registrado desde 29 de janeiro de 2019. Queda de cinzas foi confirmada na parte norte da vizinha ilha Yakushima (uma grande quantidade em Miyanoura, 32 km a ESE) e no sul de Tanegashima. Segundo uma reportagem, a erupção fez com que um voo fosse desviado e outro cancelado. O nível de alerta permaneceu em 3 (o nível médio em uma escala de 1-5).

O JMA relatou em novo informe que após a erupção de 3 de fevereiro na Cratera Shindake do vulcão Kuchinoerabujima, o número de terremotos vulcânicos diminuiu, e eventos eruptivos muito pequenos ocorreram intermitentemente até 5 de fevereiro e 9 de fevereiro. Uma grande quantidade de queda de cinzas (incluindo lapilis de até 2 cm de diâmetro) foi confirmada no flanco SE durante as observações de campo de 3 e 6 de fevereiro. Observações de imagens térmicas revelaram depósitos de fluxo piroclástico de 5 km de comprimento no flanco SW. O número de terremotos vulcânicos começou a aumentar em 9 de fevereiro e continuou a ser elevado no dia seguinte. Um evento de tremor vulcânico de grande amplitude foi acompanhado por uma variação na inclinação do edifício vulcânico às 13h18min de 11 de fevereiro. O nível de alerta permaneceu em 3 (o nível médio em uma escala de 1-5).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Piton de la Fournaise, Ilhas Reunião, Oceano Índico

O Observatoire Volcanologique du Piton de la Fournaise (OVPF) informou que uma crise sísmica em Piton de la Fournaise começou as 10h27min de 10 de fevereiro, acompanhada por rápida deformação do edifício vulcânico. Tremor vulcânico começou apenas 23 minutos depois, às 10h50min, anunciando o início de uma nova erupção. Durante um sobrevoo realizado entre 13h00min-13h30min em tempo parcialmente nublado, os observadores notaram que várias fissuras haviam se aberto no flanco leste da Cratera Dolomieu, entre a borda da cratera e a elevação de 2.000 m. Todas as fissuras tinham pelo menos 1 km de comprimento e produziam chafarizes de lava que não ultrapassavam 10 m de altura. Os fluxos de lava percorreram 300 metros flanco abaixo e alcançaram a altitude de 1.700 m no início da tarde. À noite, o mapeamento dos fluxos de lava com base em dados de satélite revelou um campo de fluxo maior do que o observado visualmente durante as horas de sobrevoo anteriores. Os fluxos de lava se estendiam de leste a sul, com o fluxo mais distante percorrendo até 1.400 m de altitude. Os dados mostraram que as fissuras na altitude mais alta se abriram na mesma área das erupções de 18 de fevereiro e 11 de junho de 2019.

O OVPF informou que o fluxo de lava de maior duração que começou a escoar no dia 10 de fevereiro por fissuras no flanco E da da cratera Dolomieu do vulcão Piton de la Fournaise não estava mais avançando em 13 de fevereiro. O fim do fluxo ativo mais longo estava localizado abaixo da Cratera de Marco, a cerca de 1.900 m de altitude, com base em observações aéreas e de campo. Um cone foi construído acima de três condutos e cresceu até 30 m de altura; as fontes de lava dos três condutos atingiram 10 a 15 m acima da borda do cone. Os níveis de tremor diminuíram rapidamente por volta das 14h00min de 15 de fevereiro, embora as condições meteorológicas adversas tenham impedido a confirmação visual de mudanças na atividade superficial. Os observadores não observaram nenhuma atividade enquanto estavam a bordo de um sobrevoo no início da manhã de 16 de fevereiro, embora tremores continuassem sendo registrados. As 14h12min, os tremores cessaram, significando o fim da efusão de lava.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Nevados del Chillán, Chile

O Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN) informou que uma explosão no vulcão Nevados del Chillán registrada as 19h24min de 19 de fevereiro gerou uma nuvem de cinzas que atingiu 2 km de altura. O nível de alerta do vulcão permaneceu em laranja, o segundo nível mais alto em uma escala de quatro cores. A Oficina Nacional de Emergencia – Ministerio del Interior (Chile) manteve um nível de alerta amarelo (nível médio em uma escala de três cores) para as comunidades de Pinto, Coihueco e San Fabián, e afirmou que o público deveria ficar afastado pelo menos 3 km da cratera no flanco do sudoeste e 5 km de distância no flanco da leste-nordeste.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Fuego, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) informou que ocorreram 8 a 16 explosões por hora no vulcão Fuego entre 12 a 18 de fevereiro, gerando plumas de cinzas que atingiram 1,1 km acima da borda da cratera e geralmente se dispersaram por 10-22 km nas direções sudoeste e oeste. Queda de cinzas foi relatada em várias áreas a favor do vento, a uma distância de até 12 quilômetros. Às vezes, as explosões produziram ondas de choque que sacudiam casas em comunidades em um raio de 8 km. O material incandescente foi ejetado de 150 a 500 m de altura e causou avalanches de material que ocasionalmente percorriam longas distâncias (atingindo áreas vegetadas) por diversas drenagens nos flancos da montanha. Os fluxos de lava na drenagem de Ceniza foram de 700 a 800 m de comprimento entre 13 e 17 de fevereiro e aumentaram para 1,2 km entre 17 e 18 de fevereiro.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


San Miguel, El Salvador

O Servicio Nacional de Estudios Territoriales (SNET) informou que observadores locais do vulcão San Miguel relataram uma série de sons e ruídos que ocorreram entre as 19h00min de 20 de fevereiro e as 07h50min de 21 de fevereiro. O relatório observou um aumento na amplitude de micro-terremotos e pequenas emissões de gases desde a cratera principal. Os níveis de dióxido de enxofre também aumentaram. A partir de 10h55min, de 22 de fevereiro, uma emissão de cinzas que durou 10 minutos resultou em uma pequena nuvem de gás e cinzas que se elevou 400 m acima da borda da cratera. Pequena queda de cinzas foi relatada na área de Piedra Azul, a 5 km a sudoeste. O número de eventos de tremores de baixa amplitude aumentou após um período silencioso de aproximadamente 11 horas e foi associado a emissões de gases.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Popocatépetl, México

O Centro Nacional de Prevencion de Desastres (CENAPRED) informou uma explosão as 17h54min, em 5 de fevereiro, produziu uma nuvem de cinzas que se elevou a 1,5 km acima da borda da cratera e foi dispersa na direção NNE. Uma pequena explosão às 00h29min de 9 de fevereiro ejetou material incandescente nos flancos da montanha. Outra explosão, as 02h33min de 10 de fevereiro, produziu uma nuvem de cinzas que atingiu 1 km acima da borda da cratera e expeliu material incandescente até 500 m de distância pelos flancos. Nova explosão, às 17h37min de 19 de fevereiro, produziu uma nuvem de cinzas que se elevou a 1,2 km acima da borda da cratera, ejetando material incandescente sobre os flancos.

O CENAPRED informou que durante um sobrevoo de Popocatépetl em 18 de fevereiro, os vulcanólogos não observaram alterações morfológicas significativas na cratera do cume; a cratera interna tinha 350 m de diâmetro e 100-150 m de profundidade, e o assoalho da cratera estava coberto de tefra. O nível de alerta permaneceu em amarelo, fase dois (nível médio em uma escala de três cores).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Reykjanes, Islândia

Em 7 de fevereiro, o Icelandic Met Office (IMO) informou que os dados coletados durante a semana anterior indicavam que um corpo de magma estava localizado entre 3 e 5 km abaixo de Reykjanes. A atividade de terremotos havia diminuído nos dois dias anteriores, embora a inflação do edifício vulcânico estivesse em andamento, chegando a 5 cm. Em 15 de fevereiro, o IMO informou que a sismicidade em Reykjanes, na região norte da cidade de Grindavík, permaneceu acima dos níveis de fundo, embora a atividade esteja diminuindo desde o final de janeiro. Dois terremotos maiores que 3 graus de magnitude foram detectados. A taxa de deformação aumentou ligeiramente. O Código da Aviação permaneceu em Amarelo.

Em 25 de fevereiro, o IMO informou que a atividade sísmica em Reykjanes, na região N da cidade de Grindavík, havia diminuído significativamente nos últimos dias, e a inflação não foi detectada nos dados de GPS e InSAR. O código de cores da aviação foi reduzido para verde. Dados preliminares sugeriram um pequeno sinal de deflação a partir de meados de fevereiro, embora análises adicionais fossem necessárias para confirmação. O relatório alertou o público para não explorar os tubos de lava na área de Eldvörp, pois as medições de gás mostraram um nível perigoso de depleção de oxigênio; não existem medidas anteriores para comparação.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Taal, Filipinas

Após o mês de janeiro com intensas manifestações vulcânicas, a atividade no vulcão Taal no início do mês de fevereiro está sendo caracterizada por emitir somente fracas plumas de vapores. As emissões de dióxido de enxofre variaram de valores abaixo dos limites detectáveis a uma alta de 116 toneladas por dia (em 8 de fevereiro). Fracas emissões de vapor (plumas de 10 a 20 m de altura) a partir das rachaduras no solo foram visíveis ao longo da trilha Daang Kastila, que liga a parte norte da Ilha do Vulcão à parte N da cratera principal. De acordo com o Centro de Informações e Monitoramento de Operações de Resposta a Desastres (DROMIC), havia um total de 17.088 pessoas em 110 centros de evacuação e outras 211.729 pessoas estavam hospedadas em outros locais a partir de 10 de fevereiro. O Nível de Alerta permaneceu em 3 (em uma escala de 0-5) e o Philippine Institute of Volcanology and Seismology (PHIVOLCS) não recomendou a entrada na Ilha do Vulcão e no Lago Taal, nem nas cidades a oeste da ilha em um raio de 7 km.

Em 14 de fevereiro, o PHIVOLCS rebaixou o Nível de Alerta para Taal para 2 (em uma escala de 0 a 5), observando um declínio no número de terremotos vulcânicos, estabilização da deformação no assoalho da caldeira e na ilha do vulcão, e emissão difusa de vapor e gás que continuou a ascender a não mais de 300 m acima do conduto principal durante as últimas três semanas. Entre 14 e 18 de fevereiro, as emissões de dióxido de enxofre variaram de valores abaixo dos limites detectáveis a uma alta de 58 toneladas por dia (em 16 de fevereiro). De acordo com o Centro de Informações e Monitoramento de Operações de Resposta a Desastres (DROMIC), havia um total de 5.321 pessoas em 21 centros de evacuação e outras 195.987 pessoas estavam hospedadas em outros locais a partir de 19 de fevereiro. PHIVOLCS não recomendou entrada na Ilha do Vulcão.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sakurajima, Kyushu, Japão

O Japan Meteorological Agency (JMA) informou que no período entre 3 a 25 de fevereiro ocorreram 63 explosões detectados pela rede sísmica da Cratera Minamidake (no vulcão Sakurajima situado no interior da Caldeira Aira). As plumas de cinza atingiram entre 1,4 e 2,4 km acima da borda da cratera e o material foi ejetado entre 600 m a 1.300 m de distância da cratera. A incandescência da cratera foi visível à noite. A taxa de emissão de dióxido de enxofre foi elevada, medindo 1.900 toneladas / dia em 20 de fevereiro O nível de alerta permaneceu em 3 (em uma escala de 5 níveis).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Suwanosejima, Ryukyu, Japão

O Japan Meteorological Agency (JMA) informou que incandescência noturna foi observada na cratera Ontake do vulcão Suwanosejima no período entre 14 e 21 de fevereiro. Uma erupção no dia 19 de fevereiro produziu uma pluma de coloração cinza-esbranquiçada que ascendeu 1,6 km acima da margem da cratera. Queda de cinzas foi reportada no povoado de Toshima, situado a 4 km a sul-sudoeste. O nível de alerta permaneceu em 2 (em uma escala de 5 níveis).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Anak Krakatau, Estreito de Sunda, Indonésia

O Pusat Vulkanologi dan Mitigasi Bencana Geologi (PVMBG) informou que no período de 6 a 10 de fevereiro, uma série de eventos eruptivos em Anak Krakatau gerou nuvens de cinzas que atingiram 1 km acima do cume. O nível de alerta permaneceu em 2 (em uma escala de 1-4), e o público foi alertado para permanecer afastado da zona de risco de 2 km da cratera.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Merapi, Java, Indonésia

O Pusat Vulkanologi dan Mitigasi Bencana Geologi (PVMBG) relatou que o volume do domo de lavas da cúpula do vulcão Merapi foi estimado em 407.000 metros cúbicos em 12 de fevereiro, com base em fotos de drones, semelhantes às medições de 19 de novembro de 2019. Uma erupção às 05h16min de 13 de fevereiro durou dois minutos e meio e produziu uma nuvem de cinzas que se elevou cerca de 2 km acima do cume, dispersando-se na direção noroeste. Queda de cinzas foi relatada em áreas dentro de um raio de 10 km, especialmente na direção sul. O vídeo do evento mostrou material incandescente sendo ejetado acima da cúpula de lava e relâmpagos na nuvem de cinzas. O nível de alerta permaneceu em 2 (em uma escala de 1 a 4), e os moradores foram alertados para se manterem afastados da zona de exclusão de 3 km.

O PVMBG informou que o volume da cúpula de lava do cume de Merapi diminuiu após a erupção de 13 de fevereiro, que produziu uma pluma de cinzas de 2 km de altura, ejetou material a 1 km de distância e causou queda de cinzas em um raio de 10 km. O volume da cúpula no dia anterior ao evento foi estimado em 407.000 metros cúbicos e depois (19 de fevereiro) foi reduzido para 291.000 metros cúbicos. As observações visuais entre 17 e 23 de fevereiro foram dificultadas devido às condições climáticas adversas, embora em 18 de fevereiro tenha sido vista uma pluma branca ascendendo 100 m acima do cume. O nível de alerta permaneceu em 2 (em uma escala de 1 a 4), e os moradores foram alertados para se manterem afastados da zona de exclusão de 3 km.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kadovar, Papua Nova Guiné

O Rabaul Volcano Observatory (RVO) informou que a erupção em Kadovar continuou entre 1 de janeiro e 7 de fevereiro, com frequentes (horas a dias) explosões vulcânicas desde o conduto do principal situado no cume do vulcão. As explosões ejetaram rochas e plumas de cinzas que atingiram 300-400 m acima do conduto e foram dispersas na direção nordeste e leste. Residentes em Blup Blup (15 km N) relataram incandescência noturna e estrondos no cume. As plumas vulcânicas às vezes eram observáveis em Wewak (105 km a oeste).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


White Island, Nova Zelândia

Em 19 de fevereiro, a GeoNet informou que o vulcão White Island permaneceu em um estado elevado de agitação, confirmada por dois sobrevôos da ilha para observações visuais e coleta de dados. Os resultados de dados de gás mostraram um declínio constante no fluxo de dióxido de carbono e dióxido de enxofre, embora os níveis ainda estivessem ligeiramente elevados. Dados térmicos infravermelhos indicaram que os gases fumarólicos e os cinco lobos de lava na entrada principal permaneceram muito quentes a 660 graus Celsius. Uma pequena acumulação de água se formou na área do conduto e jatos de pequena escala estavam ocorrendo, semelhante à atividade de setembro a dezembro de 2019. O nível de alerta vulcânico permaneceu em 2 e o código de cores da aviação permaneceu em amarelo.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Klyuchevskoy, Kamchatka

O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) relatou que a atividade explosiva do tipo estromboliana no vulcão Klyuchevskoy foi visível entre 31 de janeiro e 21 de fevereiro, e uma anomalia térmica foi identificada no mesmo período nas imagens de satélite. Atividade explosiva do tipo vulcaniana foi registrada em 31 de janeiro e 4 de fevereiro; as explosões geraram nuvens de cinzas que atingiram 5,5 km (18.000 pés) acima do nível do mar e percorreram 145 km na direção leste. O Código de Cores da Aviação permaneceu em Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Shishaldin, Unimak Island, Arquipélago das Aleutas

Em 6 de fevereiro, o US Geological Survey Alaska Volcano Observatory (AVO) informou que a sismicidade em Shishaldin diminuiu durante a semana anterior (embora permanecesse um pouco acima dos níveis de fundo), juntamente com as temperaturas da superfície na cúpula do vulcão identificada nos dados de satélite. O AVO reduziu o código de cores da aviação para amarelo, pois a erupção parece ter pausado ou cessado.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Semisopochnoi, Arquipélago das Aleutas

Uma série de explosões e explosões de tremores em Semisopochnoi foi detectada pela rede sísmica a partir de 14 de fevereiro, levando o US Geological Survey Alaska Volcano Observatory (AVO) a elevar o Código de Cores da Aviação para Laranja. Tremores vinculados a explosões com duração de três a doze minutos foram registradas no dia seguinte. As plumas de cinza não foram visíveis. Os dados sísmicos continuaram registrando pequenas explosões, com duração de seis a dez minutos em 16 de fevereiro, mas em 17 de fevereiro quase não houve registros de eventos.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


 

 

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