Erupções de Julho de 2010

Planchón-Peteroa, Argentina

No dia 28 de julho uma pluma gasosa foi observada sobre o vulcão Planchón-Peteroa se deslocando para leste.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Tungurahua, Equador

Incandescência foi observada na cratera do vulcão Tungurahua na noite de 2 de julho juntamente com a audição de pequenos estrondos. Houve queda de cinzas nos dias 2-6 de julho em setores localizados em até 8 km de distância da montanha vulcânica.

No dia 8 de julho, explosões foram acompanhadas por ondas acústicas. Plumas de cinzas foram formadas em vários dias no período entre 7-20 e 21-23 de julho e houve queda de cinzas em diversas localidades situadas em uma distância entre 8-10 km do vulcão. Incandescência foi observada na cratera do cume durante as noites de 7, 8 e 14 de julho e blocos incandescentes caíram sobre os flancos da montanha até uma distância de 500 metros da margem da cratera nas noites de 9, 12, 13 e 18 de julho. Lahars foram formados em drenagens localizadas nos setores SW, NW e N no dia 15 de julho. Plumas de vapores foram vistas ascendendo até 200 metros acima da cratera no dia 25 de julho e uma explosão foi ouvida no dia 26 de julho. Uma série de explosões foi detectada pela rede sísmica no dia 27 de julho. Sons de estrondos foram seguidos por vibrações de janelas em áreas localizadas a N e NW do vulcão Tungurahua e pequena queda de cinzas foram notadas em setores a SW e W, e a uma distância de até 23 km a NW.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sangay, Equador

Uma pluma de cinzas foi observada sobre o vulcão Sangay no dia 21 de julho. Durante os dias 22-23 de julho, plumas difusas se deslocaram por 65-115 km na direção oeste. Ocasionais anomalias termais foram detectadas por imagens de satélites nos dias 21 e 23 de julho.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Nevado del Huila, Colômbia

O Instituto Colombiano de Geología y Minería (INGEOMINAS) relatou que periodicamente durante o período entre 26 de julho-3 de agosto plumas de dióxido de enxofre foram observadas sobre o vulcão Nevado del Huila por instrumentos baseados em terra e por imageamento por satélite. Durante os dias 28-30 de julho, o INGEOMINAS notou que as emissões de cinzas corresponderam com um aumento na sismicidade. Plumas fumarólicas acinzentadas se deslocaram para W nos dias 28, 30 e 31 de julho e também no dia 1 de agosto. O Nível de Alerta permaneceu em III (amarelo; “variações no comportamento da atividade vulcânica”).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Machin, Colômbia

O Observatorio Vulcanológico e Sismológico de Manizales reportou uma crise sísmica no vulcão Cerro Machín no dia 24 de julho, caracterizado por terremotos vulcano-tectônicos. Um dos terremotos foi de 2,6º de magnitude, localizado a sul do principal domo de lava e a uma profundidade de 3,96 km. No dia 25 de julho, um terremoto de 4,1º de magnitude ocorreu a 800 metros de distância ao sul do principal domo de lava e a uma profundidade de 3,88 km. No dia 29 de julho, o número de eventos Vulcano-tectônicos aumentou; os terremotos tiveram um máximo de 1,7 graus de magnitude e entre 3-4 km de profundidade, todos ao sul do domo principal. O Nível de Alerta permaneceu em III (amarelo; “variações no comportamento da atividade vulcânica”).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Soufriere Hills, Ilha de Montserrat, Caribe

O Montserrat Volcano Observatory (MVO) relatou que ocorreu um segundo período de emissão de cinzas no vulcão Soufriere Hills no dia 2 de julho que foi precedido por terremotos de longo-período e dois sismos vulcano-tectônicos. Uma emissão de cinzas, acompanhada por sons de estrondos, formou uma pluma que se deslocou para W-NW e provocou queda de cinzas em áreas desabitadas de Gages, Plymouth e na região de Foxes Bay. Durante os dias 2-9 de julho, sons de estrondos foram ouvidos muitas vezes.

Fortes chuvas geraram alguns lahars em Belham valley durante o período entre 16-23 de julho. O maior ocorreu no dia 20 de julho e durou cerca de 40 minutos.  O Nível de Alerta permanece em 3.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Pacaya, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) informou que pequenas explosões foram detectadas pela rede sísmica no dia 7 de julho. O mesmo INSIVUMEH reportou que uma explosão no dia 13 de julho gerou uma pluma de cinzas que se elevou até 300 metros acima da cratera e se deslocou para SW. Tefra e cinzas caíram em áreas próximas e 150 pessoas foram evacuadas de suas residências.

Após o aumento da atividade no dia 13 de julho, ocorreu uma diminuição na sismicidade no dia 14 de julho. Explosões do tipo Estrombolianas ocorreram no dia 14 de julho a intervalos de 5-10 minutos e ocasionais pequenos fluxos piroclásticos foram formados. Plumas de cinzas se elevaram até 500 metros de altura e foram deslocadas para W-SW. No dia 19 de julho, plumas fumarólicas atingiram 100 metros acima da cratera MacKenney. A rede sísmica registrou um total de 120 explosões dentro de um período de 24 horas. No dia 20 de julho, explosões Estrombolianas geraram plumas de cinzas que atingiram 100 metros de altura e se deslocaram por 2 km de distância na direção norte.

O INSIVUMEH reportou que no dia 20 de julho explosões do tipo Estrombolianas emitidas desde o cone MacKenney ejetaram cinzas que caíram nas áreas vizinhas. Durante os dias 20-21 de julho ocorreram 90 explosões registradas pela rede sísmica. Uma pluma de cinzas no dia 22 de julho atingiu uma altitude de 4,6 km acima do nível do mar e se deslocou na direção norte. No próximo dia, plumas de cinzas foram sopradas pelos ventos na direção norte e a uma altitude de 4,1 km acima do nível do mar e produziram queda de cinzas em áreas situadas a 10 km do edifício vulcânico. No dia 25 de julho, o INSIVUMEH notou que as explosões Estrombolianas ejetaram tefra a 100 metros acima da cratera e geraram plumas de cinzas que se elevaram até 300 metros acima do cume do vulcão e se deslocaram por 10 km na direção SW. Blocos ejetados caíram sobre os flancos.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Fuego, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) informou que no dia 19 de julho seis explosões desde o vulcão Fuego produziram plumas de cinzas que se elevaram até uma altitude de 4,4 km acima do nível do mar e se deslocaram para W e SW. Sons de estrondos e de ejeção de gases foram associados com as explosões. Pequena queda de cinzas foi reportada no povoado de Sangre de Cristo, localizado a 10 km a W-SW do centro vulcânico. A rede sísmica registrou um total de 17 explosões dentro de um período de 24 horas.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Santa María, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que 16 explosões desde o complexo de domos de lava Santiaguito do vulcão Santa María produziram plumas de cinzas que se elevaram entre 300-900 metros acima da estrutura de domos e se deslocaram nas direções SE e W. Queda de cinzas foi relatada em áreas a favor do vento nos povoados de San José e La Quina. A rede sísmica registrou um total de 24 explosões dentro de um período de 48 horas.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kilauea, Havaí

O US Geological Survey Hawaiian Volcano Observatory (HVO) reportou que durante o período de 30 de junho-03 de agosto a atividade no vulcão Kilauea continuou na região de cume e na zona de rifte leste. No cume, o nível da superfície do lago de lava permaneceu estável no conduto profundo localizado dentro do assoalho da cratera Halema’uma’u; incandescência no conduto foi visível. Plumas originadas a partir do conduto se deslocaram para SW, precipitando pequenas quantidades de cinzas e tefra em zonas a favor do vento.

Na zona de rifte leste, fluxos de lavas que extravasaram desde o sistema de tubos de lava TEB construíram inúmeros “escudos sem raiz” entre as elevações de 580-395 metros. Anomalias termais detectadas em imagens de satélites e observações visuais mostraram que pequenos fluxos de lavas originados nos “escudos sem raiz” se deslocaram até a elevação de 365 metros no dia 1 de julho e alcançaram a base de pali no dia 11 de julho. Um conduto de gás sobre a parede leste da Cratera Pu’u’O’o foi incandescente durante a maior parte desse período. Nos dias 17 e 19 de julho, dois fluxos de lava que extravasaram desde o sistema de tubos de lava TEB avançaram para leste através intersecção das rodovias costeiras 130/137. Outros fluxos de lava estavam aproximadamente a 1 km para NW e também avançaram. Duas pessoas foram evacuadas desde suas residências em Kalapana devido ao avanço dos fluxos de lava.

No dia 17 de julho, os fluxos de lavas que extravasaram desde o sistema de tubos de lava TEB avançaram para leste e NE ao longo da rodovia costeira 137 e expandiram-se para sul, preenchendo a área entre a rodovia e a face norte da escarpa da falha Hakuma. No dia 24 de julho, a lava fluiu para norte e na próxima manhã destruiu uma casa em Kalapana Gardens. A lava avançou sobre a área da estrutura de falha e no dia 25 de julho alcançou o oceano Pacífico. No dia 26 de julho, a lava provocou pequenos incêndios e explosões de metano na floresta (Kipuka) na margem leste da região de Kalapana. Por volta das 12h do dia 27 de julho, um segundo fluxo de lava fluiu por 500 metros a leste do ponto de entrada no oceano e avançou até ficar a 20 metros do oceano. Intermitente incandescência desde fluxos de lava sobre o assoalho da cratera Pu’u’O’o foi visível no dia 24 de julho.

No período entre 28 de julho-3 de agosto, os fluxos de lava que emergiram do sistema de tubos de lavas TEB continuaram a avançar na direção NE sobre a rodovia costeira 137 em direção a Kalapana Gardens. Dois fluxos de lava fluíram para o oceano, a SW de Kalapana Gardens. O primeiro dos fluxos entrou no oceano no dia 25 de julho e continuou a construir um pequeno delta que tinha em torno de 500 metros de largura no dia 3 de agosto. No dia 28 de julho, o segundo fluxo entrou no oceano, cerca de 550 metros a leste do primeiro ponto de entrada. Além dessa atividade próxima ao oceano, pequenos fluxos de lava ativos foram identificados a 1 km a oeste da intersecção da rodovia 130/137.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sakura-jima, Kyushu, Japão

Nos dias 1 e 4-6 de julho, explosões no vulcão Sakura-jima produziram ocasionalmente plumas de cinzas que ascenderam até 4,6 km de altura acima do nível do mar e se deslocaram nas direções E e SE. Novas explosões ocorreram nos dias 11-13, 14, 20, 21-27 e 30 de julho e 1, e 3 de agosto. Plumas de cinzas foram observadas por pilotos de aeronaves a altitudes entre 1,2-4,6 km acima do nível do mar.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Suwanose-jima, Ilhas Ryukyu, Japão

Explosões ocorreram no vulcão japonês Suwanose-jima nos dias 17, 19, 23 e 26 de julho.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Miyake-jima, Ilhas de Izu, Japão

Uma erupção no vulcão Miyake-jima no dia 21 de julho produziu uma pluma que se elevou até uma altitude de 1,2 km acima do nível do mar e se deslocou para leste.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kirishima, Kyushu, Japão

Uma erupção no complexo vulcânico de Kirishima no dia 10 de julho produziu uma pluma que se elevou ate uma altitude de 1,8 km acima do nível do mar.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Rabaul, Nova Bretanha, Oceano Pacífico

O Rabaul Volcano Observatory (RVO) reportou no dia 23 de julho uma erupção no cone Tavurvur localizado dentro da Caldeira Rabaul, após um aumento na sismicidade ter sido detectado abaixo do cone no dia anterior. A erupção foi precedida por alguns pequenos terremotos híbridos às 10h e 34min, seguidos por pequenos terremotos de baixa frequência e, por último, a presença de tremores vulcânicos contínuos. Plumas esbranquiçadas difusas foram inicialmente emitidas às 13h e 20min, e então plumas com pequeno conteúdo de cinzas foram observadas. Um forte odor de sulfito de hidrogênio foi notado e uma nuvem difusa ascendeu a 1 km de altura e se deslocou para NW. Às 16h, foram observadas nuvens de cinzas turbulentas indicando um elevado conteúdo de cinzas e aumento na atividade. A formação de nuvens de cinzas foi acompanhada por sons de estrondos e rugidos. Discretas explosões começaram às 17h e 30min. Queda de cinzas foi reportada em áreas localizadas a NW e N-NW do centro vulcânico.

Durante os dias 23-25 de julho, a sismicidade foi variável e continuaram as emissões e queda de cinzas em áreas a NW. A visibilidade foi comprometida na cidade de Rabaul (localizada entre 3-5 km a NW do vulcão) devido à suspensão das cinzas depositadas previamente pelos veículos em movimento. As emissões de cinzas pararam por volta das 14h e 30min do dia 25 de julho. No final desse dia e por todo o dia 26 de julho somente plumas de vapores difusas amarronzadas foram emitidas e sismicidade foi muito baixa.

O RVO reportou que dados de medições por GPS mostraram deflação do cone Tavurvur após a erupção que ocorreu durante os dias 23-25 de julho. A sismicidade foi muito baixa e plumas esbranquiçadas difusas foram emitidas durante os dias 26-30 de julho.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Ebeko, Ilha Paramushir, Kurilas

Segundo o Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT), observadores posicionados em Severo-Kurilsk, em torno de 7 km a leste do vulcão Ebeko, relataram que a atividade desse vulcão aumentou no dia 2 de julho. Explosões produziram plumas de cinzas que atingiram uma altitude de 1,8 km acima do nível do mar e se deslocaram para S-SE. O Nível do Código de Cores de Alerta Vulcânico foi elevado para amarelo.

No dia 23 de julho, o KVERT reportou que o Nível do Código de Cores de Alerta Vulcânico foi rebaixado para verde. Observações visuais e dados de imagem de satélites indicaram nenhuma atividade desde o vulcão durante o período entre 16-23 de julho.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sheveluch, Kamchatka, Rússia

O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) informou que no dia 1 de julho, a atividade sísmica aumentou no vulcão Sheveluch e possivelmente indicou que plumas de cinzas originadas por explosões atingiram uma altitude de 8 km acima do nível do mar. Houve queda de cinzas no povoado de Klyuchi, localizado a 50 km de distância na direção SW. Imagens de satélites mostraram uma grande anomalia termal sobre o domo de lava. No dia 3 de julho, uma pluma de cinzas se elevou até uma altitude de 6,1 km acima do nível do mar e se deslocou na direção norte. Imagens de satélite mostraram uma possível erupção no dia 4 de julho.

No dia 5 de julho, plumas de cinzas desde avalanches quentes se elevaram até uma altitude de 4 km acima do nível do mar e forte atividade fumarólica foi notada. Queda de cinzas foi observada em torno do vulcão. Possíveis plumas de cinzas desde avalanches quentes e explosões nos dias 28 e 29 de julho se elevaram até altitudes de 4-6,5 km acima do nível do mar. O Código de Cores de Alerta permanece em laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Klyuchevskoy, Kamchatka, Rússia

Segundo o Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) informou, plumas de cinzas ocasionalmente se elevaram até altitudes de 5,3 km acima do nível do mar e atividade de gases e vapores foram vistas durante os dias 2-4 de julho. Fluxos de lava extravasaram desde uma fissura durante os dias 8-9 de julho. Atividade explosiva do tipo Estromboliana e emissões de gases e cinzas foram observadas durante os dias 9, 12 e 14-15 de julho. Plumas de cinzas ascenderam ocasionalmente até uma altitude de 6,8 km acima do nível do mar. Uma erupção no dia 19 e outra possível erupção no dia 20 de julho formaram plumas que atingiram entre 5,2-5,5 km de altura acima do nível do mar e foram sopradas pelos ventos nas direções SW e SE.

No período entre 16-23 de julho ocorreu atividade explosiva Estromboliana no cume do vulcão e foi observado que os fluxos de lavas efusivos se deslocaram pelo flanco S-SW. No período entre 23-30 de julho a lava fluiu pelo flanco S-SE e atividade explosiva Estromboliana e emissões de gases e cinzas foram observadas durante os dias 23-24 e 29 de julho. O Código de Cores de Alerta permanece em laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Gorely, Kamchatka, Rússia

O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) reportou que vários novos e pequenos condutos fumarólicos foram observados na cratera ativa. A temperatura da anomalia termal detectada em imagens de satélites aumentou gradualmente de 29 para 46 graus Celsius durante os dias 17-21 de julho.

Durante o período entre 23-30 de julho a atividade sísmica no vulcão Gorely continuou acima dos níveis normais e tremores vulcânicos continuaram a ser detectados. O Código de Cores de Alerta permanece em amarelo.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


 

©2019 VULCANOtícias     -     Erupções | Vulcanologia | FotografiasFale Conosco

 

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?