Erupções de Junho de 2015

Villarrica, Chile

O Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN) reportou que a atividade no vulcão Villarrica continuou um gradual declínio nas semanas recentes. O Nível de Alerta foi reduzido para Amarelo (o segundo nível mais baixo de uma escala de quatro cores) e o público foi alertado para não se aproximar a uma distância menor do que 3 km da cratera e para permanecer afastado das drenagens que descem da montanha vulcânica.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Cotopaxi, Equador

O Instituto Geofísico-Escuela Politécnica Nacional (IG) informou que a rede sísmica em Cotopaxi tem detectado aumento na sismicidade desde meados de abril; 628 sismos locais foram detectados em abril e 3.000 eventos foram detectados em maio. Terremotos de período muito-longo foram registradas em maio, especialmente durante a última semana, localizados nas partes N e NE do cone em profundidades de 3 e 14 km. Emissões de dióxido de enxofre aumentaram em 20 de maio, possivelmente a partir de emissões esporádicas que se tornaram mais contínuas, e foram 2.500-3.000 toneladas / dia até o final de maio. Os valores basais foram de 500 toneladas / dia. Intumescimento leve foi detectado por inclinômetros localizados nas porções N e NE do cone vulcânico. A atividade fumarolica aumentou na cratera, com plumas às vezes visíveis a partir de Quito (55 km ao norte). Alpinistas indicaram odor de dióxido de enxofre muito intenso na parte N do cone durante os dias 22-23 de maio.

Em 11 de junho, o IG relatou que a sismicidade no vulcão Cotopaxi continuou a aumentar. Tremores começaram a ser detectados em 4 de junho, com períodos que variam de 10 a 15 minutos. Amplitudes foram maiores durante 5-6 de junho. Emissões de dióxido de enxofre continuaram a ser elevadas acima dos níveis basais (que foram a menos de 500 toneladas / dia), detectados em valores superiores a 2.500 toneladas / dia. Emissões de gases de baixa energia e pulsantes começaram a ocorrer em 10 de junho, e os funcionários do Parque Nacional Cotopaxi relataram um aumento do fluxo de água em algumas drenagens no flanco NE.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Ubinas, Peru

O Instituto Geofísico del Perú (IGP) e o Observatorio Volcanológico del Sur (OVS) relatou que durante a 2-8 de junho a detecção de terremotos de longo período continuou a um ritmo elevado, na ocorrência e magnitude. Um grande número de emissões de cinzas foi relacionado com períodos de tremor e enxames de terremotos de longo período. As emissões de cinzas ascenderam 1,2 km acima da base da cratera e foram dispersas em múltiplas direções.

O IGP-OVS informou que durante o período entre 9-16 de junho o número de terremotos de longo período diminuiu fortemente para 62 eventos/dia em relação aos  778 eventos/dia registrados na semana anterior. Eventos vulcano-tectônico continuaram a ocorrer a um ritmo elevado. Emissões de cinzas durante os dias 09-11 de junho ascenderam a 1,4 km acima da base da cratera e foram dispersas principalmente nas direções NE, E, e SE. Pulsos esporádicos de gás e cinzas, em 12 de junho ascenderam 800 m. Um evento híbrido foi detectado em 19h15min em 13 de junho; seis horas mais tarde uma anomalia térmica foi detectada por imagens de satélite. Outra anomalia térmica foi detectada em 16 de Junho.

A ocorrência de terremotos de longo período aumentou ligeiramente na semana entre 17-22 de junho, passando de 62 eventos / dia registrados na semana anterior para uma média de 110 eventos / dia segundo o IGP-OVS. Eventos vulcano-tectônico continuaram a ocorrer a um ritmo elevado. Tremores harmônicos e eventos híbridos também foram detectados. As emissões de cinzas e gás ascenderam 2 km acima da base da cratera e derivaram em várias direções; 12 emissões foram contadas, oito delas em 22 de Junho.

O IGP-OVS relatou que durante 23-29 de junho os tremores sísmicos no vulcão Ubinas, muitas vezes associados as emissões, aumentaram ligeiramente em comparação com a semana anterior. Plumas de cinzas e gases ascenderam 3 km acima da base da cratera, e se dispersaram em múltiplas direções. Quatro explosões foram detectadas durante os dias 24-27 de junho.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Fuego, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia e Hidrologia (INSIVUMEH) relatou que durante os dias 04-05 junho a atividade explosiva do tipo Estromboliana no vulcão Fuego ejetou material incandescente a 300 m acima da cratera. Plumas de cinzas ascenderam 1,1 km e derivaram 14 km nas direções S e SO; queda de cinzas foi relatada em comunidades dentro de 11 km, incluindo Panimaché l e ll, Morelia, Sangre de Cristo, e áreas em Yepocapa. Fluxos de lava se deslocaram por 600 e 1.200 m dentro das drenagens de Santa Teresa e Trinidad, respectivamente. Avalanches de material das frentes dos fluxos de lava desceram também pelas drenagens. Em um relatório especial de 06 de junho, o INSIVUMEH observou que após 30 horas o período de atividade explosiva Estromboliana tinha terminado. Três fluxos de lava, com 600, 700 e 1.300 m de comprimento, não foram mais ativos. O relatório observou que este episódio foi o quarto do ano. Deformação a cratera tinha ocorrido, com dois cones de cinza visíveis de diversas áreas. Durante os dias 06-07 de junho plumas brancas ascenderam a 150 m de altura e derivaram 10 km nas direções S e SO. Pulsos de incandescência atingiram 100 m de altura. Explosões durante os dias 07-08 de junho produziram plumas de cinzas que atingiram 750 m e se dispersaram nas direçoes oeste e sul. Queda de cinzas foi registrada em áreas dentro de uma distância de 10 km.

O INSIVUMEH informou que às 18h30min de 12 de junho as estações sísmicas no vulcão Fuego detectaram um lahar. As 19h30min o lahar possuia 25 m de largura e 2-3 m de profundidade, se deslocou para sul através da drenagem Trinidad, levando abundante material vulcânico e blocos com 1-2 m de diâmetro. Durante os dias 13-16 de junho explosões geraram plumas de cinzas que ascenderam entre 550-850 m acima da cratera e foram dispersas por 10-12 km em múltiplas direções. Foram detectadas ondas choque e tefra incandescente foi ejetada 50 m acima da cratera. Cinzas cairam em áreas a favor do vento.

Em um relatório especial de 28 de junho, às 21h00min, o INSIVUMEH informou que a atividade no vulcão Fuego tinha variado durante as poucas horas anteriores, caracterizada por 4-5 explosões por hora e plumas de cinzas ascendendo a 850 m de altura. Durante os dias 28-30 de junho, plumas de cinzas foram dispersas na direção oeste, causando queda de cinzas em áreas a favor do vento. As ondas de choque das explosões vibraram estruturas em áreas como Panimache e Panimache II (8 km a sudoeste), Morelia (9 km a sudoeste), Santa Sofia (12 km a sudoeste), e Sangre de Cristo (8 km a oeste). Avalanches de blocos desceram os flancos. Estrondos foram audíveis a uma distância de até 25 km. Durante os dias 29-30 de junho um fluxo de lava com 300 metros de comprimento foi visível na drenagem Las Lajas no flanco SE.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Pacaya, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia e Hidrologia (INSIVUMEH) relatou um aumento gradual da amplitude de tremores sísmicos no vulcão Pacaya durante os dias 17-18 de junho. Observadores notaram que pequenas ejeções de cinzas desde o cone Mackenney foram dispersos ao redor da cratera. Tremores continuaram a ser detectados durante os dias 20-22 de junho. As emissões de cinzas continuaram confinadas a área da cratera durante os dias 21-22 de junho, e incandescência na cratera foi visível à noite.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

San Cristobal, Nicaragua

O Instituto Nicaragüense de Estudios Territoriales (INETER) informou que duas explosões (09h07min e 18h35min) no dia 12 de junho no vulcão San Cristobal geraram plumas de cinzas e gases. O INETER observou que a sismicidade se manteve em níveis normais. Sinais sísmicos detectaram um lahar entre 18h50min e 19h29min; um observador informou que um pequeno lahar desceu os flancos oeste e sudoeste.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Colima, México

Com base em imagens de webcam, o Washington VAAC informou que uma explosão no vulcão Colima no dia 18 de junho ejetou lava sobre os flancos e possivelmente produziu uma emissão de cinzas. As emissões de cinzas foram visíveis em imagens de webcam mais tarde naquele dia. Em 21 de junho, de imagens de satélite mostraram uma pluma difusa de cinzas se movimentando na direção ONO, enquanto cinzas foram identificadas a altitudes entre 4,6-6,1. Uma pluma formada por gases e cinzas originada em uma explosão foi registrada por câmeras de vídeo no dia 24 de junho.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Kilauea, Havaí

O U.S. Geological Survey Hawaiian Volcano Observatory (HVO) declarou que a sismicidade abaixo do cume do Kilauea, na zona de Rifte Leste e na zona de Rifte Sudoeste permaneceu dentro dos níveis normais (background) para a região no mês de junho. O lago de lava continuou ativo no conduto profundo dentro da Cratera Halema’uma’u (agora denominadoconduto  Overlook), com vigorosos respingos de lava (spattering); o nível do lago estava 62 metros abaixo do assoalho da cratera no dia 9 de junho. O fluxo de lava denominado de “27 de junho” continuou ativo até uma distância de 8 km a nordeste da Cratera Pu’u ‘O’o.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Raung, Java, Indonésia

O Pusat Vulkanology dan Mitigasi Bencana Geologi (PVMBG) relatou que, durante períodos de tempo claro durante 01-28 junho, plumas brancas foram observadas ascendendo 300 m acima da borda da cratera do vulcão Raung. Estrondos foram ouvidos com freqüência no posto de observação. Tremores sísmicos aumentaram acentuadamente em 21 de junho, e incandescência cratera foi observada em 25 e 28 de junho. O Badan Nacional Penanggulangan Bencana (BNPB) informou que o aumento na atividade 28 de Junho foi caracterizado por atividade explosiva do tipo Estromboliana, sons de “rugidos”, plumas de cinzas que atingiram 300 m, e um forte som de “batidas” que foi ouvido a uma distância de 20 km de distância. Incandescence da cratera era claramente visível a partir do posto de observação em Banyuwangi. O PVMBG elevou o Nível de Alerta para 3 (em uma escala de 1-4) em 29 de junho, e lembrou ao público para não se aproximar da cratera a cerca de 3 km de raio.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Sinabung, Java, Indonésia

Em 5 de junho, o Badan Nacional Penanggulangan Bencana (BNPB) informou que o aumento no nível de alerta no vulcão Sinabung em 2 de Junho levou a evacuação de 2.727 pessoas (677 famílias) dos flancos S e SE. Já o Pusat Vulkanology dan Mitigasi Bencana Geologi (PVMBG) plumas esbranquiçadas ascenderam, no máximo, 1 km acima da cratera, e fluxos de lava incandescentes deslocaram-se pelos flancos S e SE até uma distância de 2 km. Fluxos piroclásticos se desenvolveram diariamente por 0,7-1,3 km pelos flancos S e SE. As pllumas de cinzas dos fluxos piroclásticos atingiram até 1 km de altura durante os dias 5-6 e 10 de junho.

No dia 13 de junho seis erupções geraram plumas de cinzas que atingiram 1-2 km de altura e fluxos piroclásticos se movimentaram por até 3 km na direção SE. As 21h40min cerca de 200 pessoas da aldeia Sukanalu foram obrigados a evacuar. Desde o mês de junho 2.053 famílias (6.179 pessoas) se encontravam em abrigos temporários.

Em 17 de junho ocorreram 120 avalanches, quatro fluxos piroclásticos se deslocaram por 2-3 km nas direções leste, sudeste e sul, e lava incandescente extravasou por 2 km nas direções S e SE. Em 18 de junho, um fluxo piroclástico alcançou 2,5 quilômetros na direção SE e lava incandescente 1,5 km na mesma direção. Com base em observações terrestres, o Washington VAAC informou que durante os dias 18-22 de junho uma pluma de cinzas ascendeu a uma altitude de 4,3 km de altitude e derivou para SE. Em 23 de junho, 10.184 pessoas (3.030 famílias) foram deslocadas e alojadas em 10 abrigos diferentes.

No período entre 22-29 de junho foram observadas plumas de coloração esbranquiçadas ascendendo 500 m acima da cratera, e fluxos de lava incandescentes se deslocaram nos flancos por até 3 km nas direções S e SE. Múltiplos fluxos piroclásticos diários durante 22-26 e 28 de junho se deslocaram por 2,5-4 km pelo flanco SE. Em 27 de junho foi observado apenas um fluxo piroclástico. Plumas de cinzas atingiram 3,5 quilômetros de altura e foram dispersas nas direções E, SE e S, apesar de uma pluma de cinzas alcançar 5 km em 25 de junho. A sismicidade consistiu em sinais de avalanche, eventos de baixa freqüência e eventos híbridos, tremores, eventos tectônicos e terremotos vulcânicos; Dados de deformação mostraram tendência de inflação. O Nível de Alerta manteve-se em 4 por todo o mês de junho (numa escala de 1-4), indicando que as pessoas dentro de 7 km do vulcão sobre o sector da SSE, e dentro de 6 km no sector da ESE, devem ser retiradas e colocadas em abrigos temporários.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Karangetang, Ilha de Siau, Indonésia

O Pusat Vulkanology dan Mitigasi Bencana Geologi (PVMBG) informou que em 18 de junho um lahar com 25 cm de espessura e carregando pedregulhos no flanco leste do vulcão Karangetang cobriu uma seção de 100 m da estrada. O lahar também danificou ou destruíu quatro casas. Com base em observações realizadas no Karangetang Volcano Observation Post na aldeia de Salili, plumas de coloração claras ascenderam 150 m acima da cratera principal e 25 m acima da cratera II durante os dias 22-29 de junho. Incandescence do domo de lava foi observada durante a noite. Lava fluiu a partir da parte sul da cúpula; avalanches incandescentes a partir da frente do fluxo de lava se deslocaram por até 2,3 quilômetros em direção leste. A sismicidade foi dominada por sinais característicos de avalanches, e indicaram que a atividade continua a ser elevada. O Nível de Alerta manteve-se em 3 (em uma escala de 1-4); visitantes e moradores foram avisados para não se aproximar a menos do que 4 km da cratera do vulcão Karangetang.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Bulusan, Luzon, Filipinas

O Philippine Institute of Volcanology and Seismology (PHIVOLCS) nformou que as 11h02min do dia 16 de junho uma explosão freática 10 minutos de duração no vulcão Bulusan gerou uma pluma de vapor e cinzas que atingiu 1 km de altura e se dispersou nas direções oeste e sudoeste. Este evento foi acompanhado por sons sememlahntes a “roncos” relatados pelos residentes em Cogon e Irosin no flanco oeste. Um segundo e menor evento ocorreu as 11h20min e, com base na atividade sísmica, manteve-se durante um minuto. 

PHIVOLCS informou que a rede sísmica posicionada no vulcão Bulusan registrou em 18 de junho um evento explosivo que durou dois minutos; densas nuvens impediram a observação visual do evento. Uma explosão freática ocorreu as 14h55min de 19 de junho, e persistiu por sete minutos, produziu uma pluma de cinzas acinzentada que ascendeu a  1,5 km de altura e foi dispersa na direção oeste-sudoeste. Também foi observada uma nuvem de cinzas de pequena altura no flanco noroeste superior, possivelmente originada a partir de um fluxo piroclástico curto. Pequenas quantidades de cinzas caíram em alguns bairros. O evento foi seguido por uma volumosa emissão de coloração cinza esbranquiçada, que mais tarde se transformou completamente em branca, que ascendeu 250 m e foi dispersa para sudoeste. No dia 21 de Junho, às 13h15min, um evento que durou 111 segundos gerou uma pluma de vapor e cinzas que atingiu 150 m de altura e derivou para leste. O Nível de Alerta manteve-se em 1, indicando condições anormais e a zona de Perigo Permanente de 4 km de raio em torno da cratera continua em vigor.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Sakurajima, Kyushu, Japão

O Japan Meteorological Agency (JMA) reportou que 56 explosões ocorreram durante o mês de junho na Cratera Showa do vulcão Sakurajima, sendo que algumas ejetaram tefra vulcânica a uma distância entre 800-1.300 metros. Incandescência na cratera foi ocasionalmente visível durante as noites. Erupções explosivas no dia 4 de junho geraram fluxos piroclásticos de pequena escala que desceram pelo flanco leste da Cratera Showa. Uma erupção de pequena escala ocorreu na Cratera Minamidake no dia 22 de junho. O Nível de Alerta permaneceu em 3 (em uma escala de 5 níveis).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Hanokeyama, Honshu, Japão

O Japan Meteorological Agency (JMA) reportou que cientistas visitaram Hakoneyama e constataram a presença de novas fumarolas em uma área propensa a deslizamento de terra, aparentemente após um possível deslizamento de terra ter ocorrido. Novos depósitos de sedimentos dentro de 2 km foram possivelmente gerados pela formação das fumarolas. A sismicidade começou a aumentar às 19h30min, e um período de 5 minutos de tremores vulcânicos começou às 19h32min. No dia 30 de junho, às 12h30min, uma erupção de pequena escala ocorreu. O Nível de Alerta foi aumentada para 3 (numa escala de 5 níveis). O Nível de Alerta tinha sido elevado para 2 no mês de maio devido ao aumento na atividade sísmica e uma zona de exclusão para visitantes foi efetivada no dia 6 de maio.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Kuchinoerabujima, Riukyu, Japão

JMA relatou que durante os dias 3-8 de junho plumas brancas ascenderam entre 100-400 m acima da margem da Cratera Shindake no vulcão Kuchinoerabujima. Terremotos vulcânicos diminuíram em 30 de maio, mas continuaram a ocorrer periodicamente. O Nível de Alerta manteve-se em 5 (o nível mais elevado em uma escala 1-5).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Cleveland, Arquipélago de Chuginadak, Estados Unidos

O U.S. Geological Survey Alaska Volcano Observatory (AVO) reportou no dia 19 de junho que ocorreu uma renovação da atividade no vulcão Cleveland na semana anterior, caracterizada por temperaturas de superfície elevadas detectadas em imagens de satélite e uma camada de cinzas perto do cume visível em 14 de junho. Fraca atividade fumarólica foi visível através de webcam durante a semana. As temperaturas consistentemente elevadas sugeriram possível retomada do crescimento do pequeno domo de lava na cratera. Temperaturas de superfície elevadas foram detectadas durante os dias 28-30 de junho, e imagens de webcam do dia 29 de junho mostraram depósitos de cinzas recentes na região do cume. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico permaneceu em Amarelo.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Karymsky, Khamchatka, Rússia

O Khamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) informou que a atividade explosiva moderada continuou por todo o mês de junho no vulcão Karymsky. Imagens de satélites detectaram anomalias termais, bem como nuvens de cinzas, em vários dias durante o período. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico permaneceu em Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Sheveluch, Khamchatka, Rússia

O Khamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) declarou que a extrusão do domo de lava sobre o flanco norte do vulcão Sheveluch continuou durante o mês de junho e foi acompanhada por atividade fumarólica. Imagens de satélites detectaram anomalias termais sobre o domo quase que diariamente e também plumas de cinzas. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico permaneceu em Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Zhupanovsky, Khamchatka, Rússia

O Khamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) declarou que a atividade explosiva do vulcão Zhupanovsky continuou durante o mês de junho. Imagens de satélite detectaram anomalia termal em vários dias do período, bem como nuvens de cinzas sobre o vulcão que se estenderam por 250 na direção sudeste (9 de junho) e 150 km na direção oeste (14 de junho). O Código de Cores de Alerta Aeronáutico foi elevado para Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

Shishaldin, Ilhas Fox, Estados Unidos

O U.S. Geological Survey Alaska Volcano Observatory (AVO) relatou que a sismicidade no vulcão Shishaldin continuou elevada, acima dos valores normais para a região, durante todo o mês de junho, indicando que atividade eruptiva de pequena intensidade confinada a cratera do cume continua. Temperaturas superficiais elevadas no cume foram detectadas periodicamente  em imagens de satélites. Câmeras de vídeo registraram fracas emissões de cinzas e depósitos de cinzas sobre os flancos e também na margem da cratera. O Código de Cores de Alerta Aeronáutico permaneceu em Laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report

 


 

 

 

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