Erupções de Maio de 2011

Planchón-Peteroa, Fronteira Argentina-Chile

O Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN) reportou que a atividade no vulcão Planchón-Peteroa foi relativamente estável durante os dias 30 de abril-8 de maio. Explosões (durando em torno de 30 segundos) produziram plumas de cinzas que ascenderam em torno de 1 km acima da cratera e se deslocaram por dezenas de quilômetros nas direções E, NE, N-NE, N-NW e NW. Durante os dias 4-5 de maio material vulcânico caiu nos povoados de Minera Rio Teno (em torno de 70 km a NW) e Las Leñas, Argentina (45 km a E-NE). O Nível de Alerta permanece em 3, amarelo. No dia 9 de maio, plumas de gases e cinzas atingiram uma altitude de 4,3 km acima do nível do mar.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Tungurahua, Equador

Segundo o Instituto Geofísico Equatoriano (IG) plumas de cinzas foram notadas durante os dias 4-6 de maio a altitudes entre 6-7 km acima do nível do mar. Houve queda de cinzas nos povoados de Alao (30 km ao sul) e Manzano (8 km a SW) nos dias 4 e 5-7 de maio, respectivamente. Sons de rugidos foram reportados durante os dias 4-9 de maio. Uma explosão no dia 10 de maio produziu uma pluma de cinzas que atingiu uma altitude de 10 km acima do nível do mar e se deslocou nas direções W e NW. Pequena queda de cinzas foi notada em áreas distantes (23 km a NW).

Uma pequena explosão no dia 15 de maio produziu uma pluma de cinzas que atingiu 500 metros de altura acima da cratera e se deslocou na direção E. No dia 16 de maio uma pluma pluma de cinzas ascendeu a uma altitude de 8 km acima do nível do mar e se deslocou para E, NE e N. Blocos incandescentes foram ejetados desde a cratera e rolaram por até 500 metros desde o cume. Houve queda de cinzas na região de rio Negro.

O IG informou que novas fumarolas sobre o flanco oeste do vulcão Tungurahua, em torno de 1 km abaixo da cratera, foram observadas. Explosões durante os dias 17-23 de maio produziram plumas de gases e vapores que ascenderam a altitudes de 6-9 km acima do nível do mar e foram deslocadas para SW, W e NW. Queda de cinzas foi reportada em vários dias em áreas situadas a 8 km a SW, W, NW, N e N-NE, alcançando distâncias de até 31 km. No dia 17 de maio foi observada incandescência na cratera. Nos dias 17, 19 e 21 de maior foram notados blocos sendo ejetados da cratera, rolando posteriormente pelos flancos da montanha. Sons semelhantes a “tiros de canhão” foram ocasionalmente reportados. Grandes janelas vibraram no dia 21 de maio.

Explosões foram detectadas pela rede sísmica nos dias 24-26 de maio. No dia 24 de maio, uma pluma de cinzas ascendeu até uma altitude de 7 km acima do nível do mar. Queda de cinzas foi reportada em áreas a SW e W. Água com grande quantidade de lama foi observada em várias drenagens durante os dias 26-30 demaio. Lahars no dia 27 de maio provocaram o fechamento da estrada para Baños. A rodovia permaneceu fechada nos próximos dois dias devido ao risco de formação de lahar.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Soufriere Hills, Ilha de Montserrat, Caribe

O Montserrat Volcano Observatory (MVO) informou que no dia 11 de maio, um fluxo piroclástico, gerado na área da cicatriz de colapso de fevereiro de 2010, percorreu 1 km de distância. Uma nuvem de cinzas ascendeu 1,8 km e se deslocou para N-NE, provocando pequena queda de cinzas em alguns povoados.

No dia 15 de maio, outro fluxo piroclástico, gerado na mesma região do domo, provocou pequena queda de cinzas em áreas habitadas da ilha de Montserrat. O Nível de Alerta permanece em 3. 

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Santa María, Guatemala

Durante os dias 5-6 de maio, o Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que uma explosão produziu uma pluma de cinzas que ascendeu a 800 metros acima do domo Caliente e se deslocou na direção oeste. Cinzas caíram em áreas de praia e fracas avalanches ocorreram desde um fluxo de lava sobre o flanco leste. Duas áreas de incandescência foram observadas sobre o flanco sul do domo de lava. Durante os dias 8-9 de maio, plumas de vapores atingiram 100 metros acima do domo Caliente e algumas avalanches se deslocaram pelo flanco sudeste. Explosões durante os dias 9-10 de maio produziram plumas de cinzas que ascenderam a 1,2 km acima da cratera e fluxos piroclásticos desde a margem SW da cratera foram depositados nos rios Nima I e II. Avalanches de blocos foram formadas nos flancos E, S e W.

Explosões nos dias 12-13 de maio produziram plumas de cinzas que atingiram 900m, e 2 km acima do domo Caliente, respectivamente nos dias 12-13 e 14-15 de maio. Fluxos piroclásticos desceram os flancos SW e E. Sons de estrondos e avalanches de blocos foram também notados. Cinzas foram depositadas sobre os flancos E, S, SW e W, incluindo várias comunidades. Durante os dias 16-17 de maio, explosões produziram plumas de cinzas que ascenderam entre 0,7-1 km acima do domo Caliente e se deslocaram para SW. Um fluxo piroclástico movimentou para leste.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Telica, Nicarágua

O Instituto Nicaragüense de Estudios Territoriales (INETER) informou que durante o mês de abril a sismicidade no vulcão Telica aumentou, com as magnitudes de terremotos variando até 3,3 graus. Algumas explosões também foram detectadas. No dia 14 de maio, por volta das 23h e 10min, uma série de explosões foi detectada pela rede sísmica e foi acompanhada por emissões de cinzas e gases. Queda de tefra foi reportada no povoado de La Quemada, situado a 4 km de distância na direção norte. Durante os dias que antecederam a erupção os residentes nas comunidades próximas observaram a emissão de plumas gasosas de coloração avermelhada, e as pessoas que residiam nos flancos da montanha sentiram terremotos. No dia 16 de maio, a rede sísmica registrou três explosões que foram acompanhadas por emissões de gases e tefras. Uma pluma ascendeu 1,2 km acima da cratera. Várias comunidades próximas na direção SE foram afetadas pelas emissões.

Durante os dias 17-18 de maio, outra série de pequenas explosões foi detectada. Uma pluma de gases e cinzas ascendeu a 600 metros acima da cratera. No dia 18 de maio, uma explosão persistiu por 6 minutos, produzindo uma pluma de cinzas que alcançou 2,6 km acima da cratera. Quinze explosões durante os dias 18-19 de maio foram acompanhadas por plumas de gases e cinzas que atingiram entre 500-800 metros de altura. Mulheres e crianças que viviam nos flancos do vulcão foram evacuadas da área. Explosões continuaram a ser detectadas durante os dias 19-20 de maio, com plumas de gases e cinzas novamente atingindo entre 500-800 metros de altura acima da cratera. Residentes no flanco norte, na comunidade de El Ñajo reportaram que novas fumarolas tinham sido abertas, o que levou as autoridades a planejar o monitoramento de todos os poços artesianos dentro de um raio de 5 km do vulcão Telica. Durante os dias 20-21 de maio, a atividade diminuiu. Entretanto, um observador reportou quatro fortes explosões e plumas de gases e tefras a uma altitude entre 500-700 metros.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Etna, Sícilia, Itália

Segundo o Sezione di Catania – Osservatorio Etneo, no dia 8 de maio recomeçou no conduto/cratera localizado no flanco leste do cone/cratera Sudeste do vulcão italiano Etna uma branda e descontínua atividade explosiva do tipo Estromboliana. Fortes detonações foram ouvidas a muitos quilômetros de distância. Após o pôr do sol, as explosões estrombolianas, observadas a intervalos entre 3-10 minutos, ejetaram bombas incandescentes que atingiram até algumas dezenas de metros acima da margem da cratera e caindo na base do cone, que cresceu em torno da cratera durante os recentes eventos. As explosões estrombolianas continuaram sem variações significativas durante o próximo dia.

O órgão de monitoramento do vulcão Etna informou que no dia 8 de maio a atividade explosiva estromboliana reiniciou no mesmo conduto localizado sobre o flanco leste do cone/cratera Sudeste. No dia 11 de maio a amplitude dos tremores vulcânicos aumentou progressivamente, e por volta das 20h e 30min, lava começou a extravasar margem da cratera leste. A atividade se intensificou durante as seguintes horas e, logo após as 4h e 00min de 12 de maio, culminou com episódios de fontes de lava. As fontes geraram uma nuvem de cinzas que se deslocou na direção S-SE. O episódio de fonte de lava persistiu por 2 horas, mostrando uma gradual diminuição por volta das 05h e 45min. Uma queda abrupta na amplitude dos tremores vulcânicos às 06h e 10min marcou o final da atividade eruptiva.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Grímsvötn, Islândia

Segundo cientistas do Institute of Earth Sciences at the University of Iceland e do Icelandic Meteorological Office uma erupção desde o vulcão (caldeira) subglacial Grímsvötn começou no dia 21 de maio, seguindo à uma hora de tremores sísmicos. A estação de GPS localizada sobre a margem do vulcão tem revelado uma contínua inflação (intumescimento) e expansão de alguns centímetros por ano desde a última erupção em 2004. Esses fenômenos foram interpretados como uma nova entrada de magma em câmara magmática rasa. Outros precursores nos meses anteriores foram o aumento da sismicidade e aumento na atividade geotermal.

A erupção começou às 16h e 30min do dia 21 de maio, e por volta das 20h e 00min a pluma eruptiva já tinha ascendido a uma altitude superior a 20 km acima do nível do mar. A altitude da pluma oscilou durante a madrugada. As cinzas da parte inferior da coluna eruptiva se deslocaram na direção sul, enquanto que as cinzas da porção superior foram para leste. Algumas poucas horas após o começo da erupção, cinzas começaram a cair em áreas ao sul da geleira Vatnajökull, localizada a mais de 50 km do sítio eruptivo. Locações dos terremotos e limitadas observações durante um sobrevoo inicial sugeriram que o local da erupção estava localizado na parte SW da caldeira, no mesmo local da erupção de 2004.

Durante a manhã de 22 de maio, a pluma tinha uma altitude de 10-15 km acima do nível do mar. A cor da pluma variou entre marrom e cinza e, algumas vezes, preta, próxima a base. A maior parte da pluma se deslocou para sul, mas as partes inferiores se deslocaram para SW. A queda de tefra foi concentrada na direção sul e uma pequena quantidade a norte e leste. Segundo jornais locais, o aeroporto de Keflavik foi fechado. Queda de cinzas foi reportada na área de Reykjavík, a sudoeste, e na península de Tröllaskagi, a norte. Segundo um geofísico islandês, a erupção foi a maior do vulcão Grímsvötn em 100 anos, sendo similar a erupção de 1873, e foi maior que a erupção do vulcão Eyjafjallajökull em 2010.

Durante os dias 22-23 de maio, a pluma de cinzas tinha entre 5-10 km de altitude acima do nível do mar e se deslocava na parte inferior para sul e na parte superior para oeste. Queda de cinzas foi detectada em várias áreas da Islândia, exceto em algumas áreas a noroeste. No dia 24 de maio a pluma de cinzas foi estimada em 5 km de altura acima do nível do mar. Imagens de satélites revelaram que a pluma de cinzas se estendia por mais de 800 km na direção sul e sudeste desde o local da erupção, fazendo com que dezenas de voos fossem reorientados ou cancelados em países como a Noruega, Dinamarca e Escócia.

A atividade explosiva, segundo os cientistas do Institute of Earth Sciences at the University of Iceland e do Icelandic Meteorological Office, ocorreu desde quatro cones de tefra localizados dentro da cratera do vulcão Grímsvötn durante o anoitecer de 24 de maio. Os cones estavam circundados por água. Plumas de cinzas pulsantes ascenderam a alguns quilômetros acima dos cones, produzindo somente local queda de material. Os tremores sísmicos decresceram. No dia 25 de maio, observadores notaram explosões de vapores na cratera. Queda de tefra foi notada somente nas vizinhanças do sitio eruptivo. Pilotos reportaram um amplo manto de cinzas a uma distância de até 5-7 km do vulcão e também alguma cerração provocada pelas cinzas no ar em altitudes abaixo dos 3 km de altura na direção SW. Os tremores sísmicos diminuíram consideravelmente. No dia 26 de maior, pequenas explosões de vapores continuaram a ocorrer na cratera. Os problemas no tráfego aéreo para somente partes da Noruega e Suécia. No dia 28 de maio os tremores sísmicos diminuíram rapidamente até desaparecer, e no dia 30 de maio, participantes da expedição Iceland Glaciological Society’s spring confirmaram que a erupção tinha terminado. Imagens de satélites e observações visuais em terra mostraram que somente pequena quantidade de gelo foi derretida durante a erupção; nenhum sinal de inundação foi detectado.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kilauea, Havaí

O Hawaiian Volcano Observatory (HVO) informou que os dois lagos de lava no vulcão Kilauea foram ativos durante os dias 4-10, 11-17, 18-24 e 25-31 de maio. O nível do lago de lava do cume do vulcão Kilauea flutou, mas permaneceu a maior parte do tempo estável no conduto inserido dentro da parede leste da Cratera Halema’uma’u. No dia 5 de maio, o nível do lago de lava caiu entre 10-20 metros e um fluxo de lava desde um conduto localizado acima cascateou para dentro do lago. Um aumento do nível do lago cobriu o conduto sobre a parede sul durante os dias 25-28 de maio. Uma pluma de cinzas desde o conduto se deslocou para SW e depositou muito pequena queda de cinzas nas áreas próximas.

Na Cratera Pu’u ‘O’o, lavas desde condutos próximos da margem oeste do lago e próximos da base da parede leste continuaram a preencher o lago de lava localizado no centro do assoalho da cratera. O nível do lago flutuou e ocasionalmente extravasou as margens e preencheu toda a base do assoalho da cratera Pu’u ‘O’o. Desde que o fundo da cratera colapsou no mês de março, ela tem sido repreenchida com 70 metros de lava. Durante os dias 27-29 de maio a lava desde o conduto localizado na base da parede SW produziu fluxos de lavas que lentamente começaram a preencher o espaço entre a parede da cratera e o lago de lava.

Fonte: Hawaiian Volcano Observatory


Bulusan, Luzon, Filipinas

No dia 13 de maio, o Philippine Institute of Volcanology and Seismology (PHIVOLCS) reportou que uma explosão na cratera do cume do vulcão Bulusan foi acompanhada por um estrondo audível até 5 km de distância. O evento foi registrado pela rede sísmica como um terremoto do tipo explosão, que persistiu por aproximadamente 10 minutos. Investigações de campo realizadas imediatamente após a explosão confirmaram a presença de depósitos finos de cinzas (0,5-2,5mm) em torno de 9 km de distância da cratera, nos setores NW e Sw. Vários povoados reportaram pequena queda de cinzas. O Nível de Alerta permaneceu em 1 (em uma escala que varia entre 0-5). A entrada na zona de perigo permanente, definida por um raio de 4 km em torno do vulcão, foi proibida.

Durante os dias 15-16 de maio a rede sísmica detectou 4 terremotos. Então, no dia 16 de maio o número de terremotos aumentou rapidamente para 80 em um período de sete horas. No dia 17 de maio o PHIVOLCS reportou 144 terremotos no período de 24 horas. Vapores ascenderam desde os condutos ativos.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Taal, Luzon, Filipinas

O Philippine Institute of Volcanology and Seismology (PHIVOLCS) reportou que medições de campo conduzidas no dia 24 de maio no setor leste dentro do lago que preenche a cratera do vulcão Taal mostraram que a temperatura da água aumentou levemente (desde 32,5 e 32,8 graus Celsius), o pH tornou-se levemente mais ácido (diminuindo de 2,83 para 2,67) e o nível da água do lago aumentou (4 cm). Durante os dias 25-29 de maio, entre 6 e 10 terremotos vulcânicos diários foram detectados pela rede sísmica, sendo que alguns dos terremotos foram sentidos pelos residentes localizados na parte SE da ilha. Durante os dias 29-30 de maio, 115 terremotos foram registrados. Doze desses eventos foram sentidos por residentes localizados nos setores NE, SW e SE da ilha vulcânica. Nos dias 30-31 de maio, foram registrados 31 terremotos. O Nível de Alerta permanece em 2 (em uma escala entre 0-5).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Gamkonora, Halmahera, Indonésia

O Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) reportou que entre os meses de janeiro e abril de 2011 plumas de coloração clara difusas desde o vulcão Gamkonora ascenderam entre 25-100 metros acima da margem da cratera. A sismicidade aumentou durante os dias 29 de abril-3 de maio. No dia 1 de maio, plumas de coloração clara atingiram 150 metros acima da margem da cratera. No dia 2 de maio, as plumas subiram a 300 metros acima da margem da cratera e incandescência foi observada na cratera. Residentes próximos a base do vulcão sentiram cheiro de enxofre. O Nível de Alerta foi elevado para 2 (em uma escala que varia entre 1-4).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Dieng Volcano Complex, Java, Indonésia

O Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) reportou que durante os dias 18-22 de maio a sismicidade no complexo vulcânico de Dieng aumentou. No dia 22 de maio, plumas difusas de coloração clara ascenderam 20 metros desde o cone Timbang. No dia 23 de maio emissões de dióxido de carbono aumentaram. O CVGHM elevou o Nível de Alerta para 2 (em uma escala de 1-4).

No dia 29 de maio as plumas atingiram 50 metros acima do cone Timbang. As plumas de gases foram deslocadas para a parte sul do vale. Observadores que visitaram o cone notaram danos a vegetação e pássaros mortos. A sismicidade e emissões de dióxido de carbono permaneceram elevadas. O CVGHM elevou para o Nível de Alerta para 3. Em torno de 1.200 pessoas foram retiradas de suas residências localizadas sobre os flancos do complexo vulcânico.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Ulawun, Nova Bretanha, Oceano Pacífico

O Rabaul Volcano Observatory (RVO) informou que durante o período entre 1-9 de maio foram notadas plumas de coloração clara ascendendo desde o vulcão Ulawun. Ao mesmo tempo, a sismicidade aumentou. Sons de estrondos foram ouvidos pelos moradores locais. Nos dias 10, 13-14 e 17 de maio as plumas mudaram a coloração para cinza e marrom. No dia 17 de maio as emissões foram fortes por um curto período de tempo e sons de roncos foram ouvidos. Leve queda de cinzas foi reportada em áreas a NW e NE do vulcão.

Plumas de cinzas, com colorações variando entre marrom e cinza, ascenderam do vulcão Ulawun durante os dias 19-22 de maio e pequena quantidade de cinzas caiu sobre os flancos NW e W do vulcão. Fraca e flutuante incandescência foi observada em 22 de maio.

Durante os dias 23-27 de maio, plumas de cinzas ascenderam acima da cratera do vulcão Ulawun, provocando queda de partículas sobre o flanco NW no dia 26 de maio.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Yasur, Vanuatu, Oceano Pacífico

No dia 12 de maio, o Vanuatu Geohazards Observatory relatou que imagens de satélites mostraram forte emissão de gases no vulcão Yasur durante a semana anterior. Residentes próximos ao vulcão reportaram persistentes e fortes explosões nesse mesmo dia.  O Nível de Alerta permanence em 2 (em uma escala que varia entre 0-4).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kizimen, Kamchatka, Rússia

Segundo o Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) dados sísmicos indicaram a ocorrência de uma possível série de plumas de cinzas e avalanches no dia 3 de maio. Uma pluma de cinzas pode ter ascendido a uma altitude de 10 km acima do nível do mar. O Código de Cores de Alerta foi elevado para vermelho. No dia 4 de maio a sismicidade diminuiu, mas permaneceu elevada. Imagens de satélites mostraram plumas de cinzas em altitudes entre 4-6 km acima do nível do mar. O Código de Cores de Alerta foi diminuído para laranja.

Após as fortes explosões no dia 3 de maio, o KVERT reportou que cinzas caíram em Kipelve Springs, situada a 15 km a W, e acumularam uma espessura em torno de 1 cm. Um grande e quente depósito de fluxo piroclástico localizado sobre o flanco nordeste do vulcão foi detectado em imagens de satélite no dia 4 de maio.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



 

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