Erupções de Maio de 2012

Tungurahua, Equador

O Instituto Geofísico-Escuela Politécnica Nacional (IG) relatou que explosões foram ouvidas na cidade de Baños no dia 2 de maio e queda de cinzas foi reportada no povoado de Pillate (7 km a oeste) no dia seguinte. No dia 6 de maio, novamente foram detectadas explosões e sons de estrondos. Uma pluma de cinzas ascendeu a 1,5 km acima da cratera e foi dispersa nas direções oeste e sudoeste. Cinzas cobriram casas e pastagens em Bilbao (8 km a oeste), Chacauco e Pillate. Outra pluma de cinzas foi formada no dia 7 de maio, provocando queda de cinzas em diversas localidades situadas no setor oeste da montanha.

A sismicidade aumentou no dia 12 de maio no vulcão Tungurahua. Explosões provocaram a vibração das janelas em áreas próximas do vulcão. Sons lembrando blocos rolando pelos flancos, bem como sons de estrondos foram ouvidos. Lahars desceram o flanco oeste do vulcão no dia 16 de maio. Queda de cinzas foi reportada no dia 18 de maio em diversos povoados nos setores sudoeste e oeste do vulcão. Sons de estrondos foram ouvidos no dia 22 de maio e pequena queda de cinzas foi reportada.

Uma explosão no dia 25 de maio foi acompanhada por sons de estrondos e de rolamento de blocos. Uma pluma de cinzas ascendeu a 2,5 km acima da cratera e foi dispersa na direção noroeste. No dia 30 de maio plumas de cinzas e gases ascenderam desde a cratera e cinzas caíram sobre as porções superiores dos flancos do vulcão.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Nevado del Ruiz, Colômbia

Segundo o Instituto Colombiano de Geología y Minería (INGEOMINAS) a sismicidade no vulcão Nevado del Ruiz continuou a diminuir no início do mês de maio. Apenas emissões de vapores e dióxido de enxofre foram observadas. No dia 3 de maio o Nível de Alerta foi diminuído para III (Amarelo; indicando “variações no comportamento da atividade vulcânica”).

A atividade aumentou significativamente no dia 29 de maio; às 3h e 07min, foram detectados sinais sísmicos indicando emissões de cinzas. Nesse momento o Nível de Alerta foi elevado para II (laranja; indicando “erupção provável em dias ou semanas”). Uma pluma de gases e cinzas ascendeu 1 km acima da cratera e queda de cinzas foi reportada em múltiplos locais. Odor de dióxido de enxofre foi reportado em várias cidades. No final daquele dia as emissões de cinzas atingiram 600 metros acima da cratera.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Galeras, Colômbia

O Instituto Colombiano de Geología y Minería (INGEOMINAS) reportou que emissões de cinzas originadas nas áreas norte e oeste do cone dentro da cratera principal do vulcão Galeras ascenderam 200 metros acima da margem da cratera no dia 17 de maio. Plumas de cinzas ascenderam 800 metros acima da cratera durante os dias 26-27 de maio; queda de cinzas foi reportada no povoado de Sandona (localizado a 13 km a noroeste).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Soufriere Hills, Ilha de Montserrat, Caribe

O Montserrat Volcano Observatory (MVO) reportou que no dia 5 de maio foram observadas múltiplas áreas de incandescência no domo de lava da cúpula do vulcão Soufriere Hills. Muitas dessas áreas foram relacionadas com fumarolas. O Nível de Alerta permanece em 2 (em uma escala que varia de 1-5).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Fuego, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que no dia 19 de maio a sismicidade no vulcão Fuego aumentou e explosões foram ouvidas em intervalos entre 5-10 minutos. Um fluxo de lava com 600 metros de comprimento desceu pelo flanco leste, alcançando a base do vulcão. Explosões ejetaram tefra incandescentes 400 metros acima da cratera, e produziu plumas de cinzas que ascenderam 5 km acima da cratera e se deslocaram por 30 km nas direções sul e sudoeste. A Coordinadora Nacional para la Reducción de Desastres (CONRED) elevou o Nível de Alerta para laranja (o segundo nível mais elevado em uma escala de quatro cores). Fluxos piroclásticos também desceram pelos flancos do vulcão, o que levou as autoridades a restringir a passagem em parte de uma autoestrada. Plumas de cinzas desde os fluxos piroclásticos ascenderam 3 km acima da cratera. Queda de cinzas foi reportada em diversas localidades situadas no setor sudoeste da montanha. Trinta e três pessoas foram retiradas para abrigos. Observações visuais e sismicidade indicaram que a atividade diminuiu no final daquele dia.

No dia 20 de maio, algumas explosões geraram plumas de cinzas que ascenderam 500 metros acima da cratera e se deslocaram por 8 km na direção sudoeste. No dia 21 de maio foram ouvidos sons de explosões e de emissão de gases. No dia 22 de maio, explosões geraram plumas de cinzas que ascenderam a 1 km e foram dispersas 10 km nas direções sul e sudeste. Sons de estrondos e ondas de choque foram detectados. Os fluxos de lavas foram inativos e somente incandescência desde avalanches de blocos foram observadas.

O INSIVUMEH reportou que durante os dias 22-23 de maio explosões no vulcão Fuego produziram plumas de cinzas que ascenderam 700 metros acima da cratera e foram dispersas nos setores oeste e sudoeste. Explosões produziram ondas de choque e sons de estrondos. Avalanches desceram o flanco sudoeste por drenagens. Dados sísmicos sugeriram a extrusão de lava na cratera no dia 25 de maio. Plumas ascenderam 2 km acima da cratera e foram deslocadas nas direções sudeste, sudoeste e oeste. Queda de cinzas foi reportada em diversas localidades. Um fluxo piroclástico se deslocou pelo setor sudoeste na drenagem Las Lajas. Durante os dias 26-29 de maio, explosões produziram plumas de cinzas que ascenderam a 1 km acima da cratera e se deslocaram nas direções norte, nordeste, sul e sudeste. Um fluxo de lava se deslocou por 200 metros na direção sudoeste e avalanches desde a frente do fluxo rolaram por 300 metros durante os dias 26-27 de maio. Pulsos de incandescência que atingiram até 100 metros de altura foram observados nos dias 28-29 de maio.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Santa María, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) relatou que nos dias 13-14 de maio explosões incandescentes desde o domo Caliente produziu plumas de cinzas que ascenderam 700 metros acima da cratera e foram dispersas nas direções oeste e sudoeste. Avalanches desde o domo e da frente os fluxos de lava desceram pelos flancos da estrutura vulcânica.

Um lahar foi formado no dia 21 de maio em uma drenagem e carregou ramos de árvores e blocos de lavas com até 40 cm de largura. Explosões no dia 22 de maio produziram plumas de cinzas que ascenderam 900 metros acima do domo Caliente e se deslocaram por 10 km na direção sudeste. Queda de cinzas foi reportada em diversos povoados nos setores sudoeste, sul e leste do vulcão.

Explosões nos dias 22-23 e 28-29 de maio produziram plumas de cinzas que ascenderam entre 400-900 metros acima do domo Caliente e foram dispersas nas direções leste, sudeste e sul. Explosões durante os dias 26-27 de maio produziram plumas de cinzas que se deslocaram na direção oeste. Avalanches foram geradas na parte oeste do domo de lava e desde fluxos de lavas. Lahars foram formados no dia 29 de maio em drenagens do setor sul do vulcão, carregando galhos de árvores e blocos com até 1,5 m de diâmetro.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Popocatépetl, México

O Centro Nacional de Prevencion de Desastres (CENAPRED) reportou que a atividade no vulcão Popocatépetl aumentou significativamente durante os dias 2-3 de maio. Tremores sísmicos espasmódicos foram detectados junto com uma densa e contínua pluma de gás e cinzas que foi dispersa nas direções oeste, noroeste e norte-nordeste. Cinzas caíram em múltiplas áreas, incluindo a parte sudeste da Cidade do México, localizada a 70 km a noroeste do vulcão. Plumas de gases e cinzas ascenderam entre 1-2,5 km acima da cratera nos dias 3-6 de maio e se deslocaram em múltiplas direções. Fragmentos incandescentes ejetados desde a cratera caíram sobre os flancos da montanha a uma distância entre 500-800 metros nos dias 3-7 de maio. Houve leve queda de cinzas em diversos povoados. A atividade continuou elevada no 7 de maio.

Múltiplas plumas de gases e cinzas ascenderam até 1,5 km acima da cratera nos dias 8-10 de maio. Fragmentos incandescentes ejetados desde a cratera caíram sobre os flancos norte e leste até uma distância de 500 metros. O aeroporto de Puebla foi fechado devido às cinzas nos dias 8-10 de maio.  A sismicidade aumentou no dia 11 de maio. Plumas de cinzas ascenderam a 3 km acima da cratera e fragmentos incandescentes atingiram 1 km de distância da cratera. No dia 12 de maio, plumas de gases e cinzas ascenderam a 4 km acima da cratera. Tefra incandescente foi ejetada 2 km acima da cratera e caíram a uma distância de até 1 km sobre os flancos do vulcão. Queda de cinzas foi reportada em muitos povoados no Estado de Tlaxcala (50 km a nordeste do vulcão). O aeroporto de Puebla foi novamente fechado devido às cinzas. A formação de plumas de cinzas e gases e a ejeção de fragmentos incandescentes continuaram durante os dias 13-15 de maio.

Durante o período entre 16-22 de maio, foram observadas múltiplas plumas de gases e cinzas ascendendo diariamente até uma altura de 1.5 km acima da cratera e foram dispersas em diversas direções. Fragmentos incandescentes foram ejetados da cratera até uma distância de 800 metros sobre os flancos da montanha. A sismicidade permaneceu elevada.

Plumas desde o vulcão Popocatépetl ascenderam até 2 km acima da cratera e foram dispersas em múltiplas direções durante os dias 23-29 de maio. Cinzas caíram em diversas cidades. Fragmentos incandescentes ejetados da cratera caíram sobre os flancos da montanha durante os dias 23-26 de maio. Incandescência na cratera foi visível no dia 27 de maio. O Nível de Alerta permaneceu em Amarelo Fase III.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kilauea, Havaí

O US Geological Survey Hawaiian Volcano Observatory (HVO) informou que durante os períodos entre 2-8, 9-15, 16-22 e 23-29 de maio o lago de lava ascendeu e retrocedeu periodicamente no conduto localizado dentro da Cratera Halema’uma’u. No dia 14 de maio, medições por laser indicaram que a superfície do lago de lava dentro do conduto foi de 67 metros abaixo do fundo da cratera. No dia 15 de maio, foi medida uma profundidade de 65 metros abaixo do fundo da cratera. A superfície do lago ascendeu mais cinco metros durante os dias 18-19 de maio. Partes da margem interna e da parede da cratera colapsaram ocasionalmente dentro do lago de lava. Plumas de gases desde o conduto continuaram a depositar quantidades variáveis de cinzas, cabelos de Pele e, ocasionalmente, respingos de lava nas margens do lago de lava e nas áreas próximas.

No cone/cratera Pu’u ‘O’o, localizado na zona de rifte leste, foi observado incandescência em uma pequena cavidade na margem leste e num pequeno cone de respingos na margem sudeste. Também foi notado incandescência na parte superior do sistema de tubo de lavas no flanco leste. Fluxos de lavas continuaram a avançar sobre a região de pali e na planície costeira, alcançando em torno de 1,1 km da costa, não alcançando tão longe quanto os fluxos anteriores sobre a planície costeira como no mês anterior (900 metros).  No dia 5 de maio um colapso do conduto na margem leste da cratera levou a uma forte incandescência naquela área. Fluxos de lava sobre a planície costeira estacionaram, ao passo que novos fluxos de lava formaram-se na região mais elevada de pali, avançando vigorosamente nos dias 5-8 de maio desde a base de pali até mais da metade do campo de fluxos. No dia 13 de maio os fluxos de lavas estavam avançando lentamente a uma distância de 1,4 km da costa. No período entre 16-22 de maio um pequeno lago de lava em um conduto na margem leste da cratera Pu’u ‘O’o permaneceu ativo com emissão de respingos de lava. No dia 19 de maio um pequeno colapso na margem norte do conduto alargou o conduto e o pequeno lago de lava interno. Um pequeno fluxo de lava erupcionou desde o conduto localizado na parte sul do assoalho da cratera. Fluxos de lavas foram ativos na região de pali e na planície costeira (750 metros do mar).

O nível do pequeno lago de lava em um conduto na margem leste da cratera Pu’u ‘O’o diminuiu. Um pequeno fluxo de lava erupcionou desde um conduto na parte sul do assoalho da cratera no dia 23 de maio. No dia 28 de maio o HVO notou que a atividade de fluxo de lava sobre a planície costeira sudeste aparente parou.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sirung, Pantar, Indonésia

O Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) reportou que uma erupção de cinzas no dia 8 de maio persistiu por três horas e foi acompanhada por fortes sons e incandescência que alcançou 10 metros acima da cratera. A pluma de cinzas ascendeu até 3,5 km acima da cratera e foi dispersa na direção norte, produzindo depósitos de queda de cinzas com até 4 mm de espessura próximo da cratera. Durante os dias 9-12 de maio, plumas de coloração clara ascenderam entre 30-50 metros acima da cratera. Um cheiro de enxofre foi reportada em áreas de até 3 km de distância do vulcão no dia 12 de maio. Nesse mesmo dia o OCVGHM elevou o Nível de Alerta para 3 (em uma escala que varia entre 1-4) e recomendou aos visitantes não se aproximarem a menos de 2,5 km do vulcão.

O CVGHM informou que plumas ascenderam poucas dezenas de metros acima da cratera durante os dias entre 13-18 de maio. A sismicidade foi elevada durante os dias 12-17 de maio, diminuindo posteriormente até o dia 23 de maio. O Nível de Alerta foi diminuído para 2 (em uma escala de 1-4) no dia 25 de maio.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Soputan, Sulawesi, Indonésia

O Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) relatou que observadores identificaram plumas ascendendo entre 50-150 metros acima da crater do vulcão Soputan durante os dias 21-27 de maio. A sismicidade aumentou significativamente no dia 25 de maio. O CVGHM elevou o Nível de Alerta para 3 (em uma escala entre 1-4) no dia 28 de maio.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sakurajima, Kyushu, Japão

O vulcão Sakurajima tem sido caracterizado nos últimos meses por diversas explosões diárias, formando plumas de cinzas que ascendem até alguns quilômetros de altura e são dispersas em diferentes direções. No dia 21 de maio, diferentemente, ocorreu à formação de um pequeno fluxo piroclástico que se deslocou por 300 metros abaixo da cratera Showa.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Manam, Nova Guiné, Oceano Pacífico

O Rabaul Volcano Observatory (RVO) reportou pequena atividade na Cratera Sul do vulcão Manam durante as duas primeiras semanas do mês de maio. Emissões consistiram de vapores difusos esbranquiçados, com plumas difusas azuladas observadas durante os dias 5-6 e 13-14 de maio. Nuvens de cinzas que variaram entre as colorações cinza e marrom ascenderam desde a cratera nos dias 7,9 e 12 de maio. Incandescência foi visível durante as noites de 6, 8, 10-11 e 13-14 de maio, e tefra incandescente foi ocasionalmente ejetada da cratera.

A atividade aumentou no dia 16 de maio, marcada por uma variação na coloração das emissões de nuvens de cinzas desde cinza-amarronzado para cinza-escuro e um aumento na quantidade de tefra ejetada. Nos dias 27 e 30 de maio foi observada atividade explosiva do tipo Estromboliana e tefra incandescente foi continuamente ejetada da cratera em períodos que persistiram entre 1-2 horas. No dia 30 de maio dois condutos localizados na Cratera Sul produziram fontes de lavas. Estrondos foram ouvidos e plumas de cinzas ascenderam entre 100-400 metros acima da cratera e foram dispersas na direção noroeste. A maior parte da tefra ejetada caiu dentro da cratera, mas algumas foram canalizadas para os vales nas direções sudeste e sudoeste. As emissões desde a Cratera Principal foram pequenas e a maior parte caracterizada por plumas esbranquiçadas. Plumas de cinzas de coloração acinzentada até cinza-amarronzada foram notadas durante os dias 6, 10-11, 13, 26, 28-29 e 31 de Maio. Incandescência foi intermitentemente observada. Cinzas caíram na parte noroeste da ilha.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Shiveluch, Kamchatka, Rússia

O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) reportou que a atividade explosiva no vulcão Shiveluch continuou durante o final do mês de maio. Um fluxo de lava continua sendo extravasado na cratera ativa, acompanhado por atividade fumarólica e incandescência no domo de lava. Plumas de cinzas ascenderam até uma altitude de 9 km acima do nível do mar nos dias 25 e 27 de maio, e a uma altitude de 6 km acima do nível do mar nos dias 29-30 de maio. Imagens de satélites mostraram plumas de cinzas se deslocando por 55 km nas direções sudoeste, sudeste e leste durante os dias 25-30 de maio, e uma anomalia termal sobre o domo de lava durante os dias 26-29 de maio. O Código de Cores de Alerta permanece em laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Cleveland, Ilha de Chuginadak, Aleutas

O Alaska Volcano Observatory (AVO) reportou que no dia 4 de maio o pequeno domo de lava recentemente extrudido na cratera do cume do vulcão Cleveland foi destruído no final da semana anterior, mas a explosão foi muito fraca para ser detectada pela rede sísmica. Um pequeno domo de lava foi extrudido após a erupção e foi o quinto domo a ser observado neste episódio eruptivo que começou em julho de 2011. Duas explosões durante os dias 4-5 de maio foram detectadas.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


 

©2019 VULCANOtícias     -     Erupções | Vulcanologia | FotografiasFale Conosco

 

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?