Erupções de Março de 2011

Santa Maria, Guatemala

Segundo o Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH), no dia 3 de março, às 15h e 43min, ocorreu uma explosão de tamanho moderado no complexo de domos de lava do vulcão Santa María, denominado de Santiaguito. O evento explosivo formou uma coluna de cinzas com aproximadamente 800 metros de altura sobre a cratera do Cone Caliente, dispersando-se posteriormente nas direções oeste e sudoeste, provocando queda de cinzas em diversos povoados próximos.

O INSIVUMEH reportou que antes desse evento, durante os dias 2-3 de março, explosões produziram plumas de cinzas que ascenderam até 800 metros de altura acima do domo Caliente. Avalanches formaram-se nos flancos sul, sudeste e sudoeste e ocorreu queda de cinzas em vários povoados situados nessas zonas. Dois fluxos piroclásticos foram também detectados.

A explosão foi acompanhada de um forte fluxo piroclástico que se deslocou sobre o flanco sudeste, chegando a alcançar 2,5 km de comprimento dentro do vale do rio Nimá I, formando cortinas de cinzas que chegaram a cobrir a totalidade do complexo vulcânico. O fluxo piroclástico se originou da remoção e deslocamento do material acumulado nos arredores da cratera do Cone Caliente desde o princípio do mês de fevereiro, durante atividade eruptiva recente, liberando a pressão interna acumulada dentro do vulcão. Este evento ocorreu logo depois de uma diminuição da atividade na área vulcânica, que se caracterizou pela geração de algumas explosões e fluxos piroclásticos de pequena energia.

Durante os dias 7-8 de março a rede sísmica detectou novas explosões, avalanches e fluxos piroclásticos. No mínimo oito fluxos piroclásticos desceram o flanco leste e depositou material vulcânico ao longo do rio Nimá II. Plumas de cinzas ascenderam a 1 km de altura e dispersaram-se nas direções sul e sudoeste provocando queda de cinzas em áreas a favor do vento.

Entre os dias 8-9 de março um fluxo piroclástico se deslocou pelo flanco leste, depositando o material no rio Nimá I. Uma pluma de cinzas atingiu 1 km de altura e foi dispersada na direção leste. Queda de cinzas foi reportada nos povoados de Quetzaltenango (10 km a NNE) e Retalhuleu (27 km a SW).

Durante os dias 17-18 de março, o INSIVUMEH reportou avalanches de rochas e um fluxo piroclástico originados a partir do complexo de domos de lava Santiaguito e se deslocaram pelo flanco leste. Uma pluma de cinzas ascendeu a 800 metros de altura e foi dispersada na direção sudeste. Durante os dias 20-22 de março, explosões produziram plumas de cinzas que atingiram entre 700-800 metros de altura acima da cratera e se deslocaram nas direções W e SW. Avalanches de rochas desceram o flanco sul do domo Caliente no dia 22 de março.

O INSIVUMEH reportou que no dia 24 de março uma forte explosão desde o complexo de domos de lava Santiaguito foi seguida pela formação de um fluxo piroclástico que se deslocou pelo flanco leste. Algumas poucas horas depois uma explosão produziu uma pluma de cinzas que atingiu 600 metros acima do domo Caliente e se deslocou na direção W. Novas explosões registradas nos dias 27-28 de março produziram plumas de cinzas que ascenderam entre 300-600 metros acima do domo e se deslocaram sobre os povoados e fazendas próximas. Avalanches de blocos se deslocaram pelos flancos.

Fonte: Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia e Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Fuego, Guatemala

O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou no dia 4 de março que explosões geradas durante a noite expulsaram material incandescente até uma altura de 100 metros acima da cratera do vulcão Fuego, provocando a formação de fracas avalanches sobre os flancos da montanha. Sons de estrondos foram ouvidos durante os eventos e sons de emissão de gases persistiram por até 6 minutos em alguns momentos. As emissões de cinzas alcançaram uma altura de 800 metros acima da cratera e foram dispersadas pelos ventos nas direções sul e sudoeste.

Explosões durante os dias 17-18 e 20-22 de março produziram plumas de cinzas que atingiram entre 300-600 metros de altura acima da cratera e se deslocaram por 5-8 km nas direções W, SW e S. Material incandescente foi ejetado a 100 metros de altura acima da cratera. Avalanches moveram-se pelo flanco SW, na direção das drenagens Taniluyá, Santa Teresa, Ceniza e Trinidad.

Fonte: Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia


Soufriere Hills, Ilha de Montserrat, Caribe

O Montserrat Volcano Observatory (MVO) informou que um pequeno lahar ocorreu em Belham valley no dia 19 de março. Um relativamente grande fluxo piroclástico se deslocou por mais de 2 km por Tar River valley, formando uma pluma de cinzas que se deslocou na direção oeste sobre áreas desabitadas. O fluxo piroclástico foi relacionado à degradação do lado leste do domo de lava. O Nível de Alerta permanece em 3.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kilauea, Havaí

Uma nova erupção do tipo fissural começou no vulcão Kilauea no dia 5 de março. O evento foi precedido por uma rápida deflação na área da cratera/cone Pu’u O’o e um aumento nos tremores na zona de rifte leste próxima as crateras Maka`opuhi e Nāpau.

Nas recentes semanas o nível do lago de lava dentro da cratera Halemaumau no cume do vulcão Kilauea atingiu níveis elevados, que produziram muitos colapsos das rochas das bordas para dentro do poço de lava e crescimento da cratera. Os colapsos também geraram pequenos eventos explosivos dentro da cratera. A sismicidade foi elevada nas últimas duas semanas na zona superior do rifte leste, coincidente com inflação e pressurização do vulcão. Nos últimos dias foram detectados tremores harmônicos (que indicam movimento de magma) dentro da zona de rifte sudoeste.

No dia 3 de março foi identificado um fluxo de lava canalizado emitido por um conduto localizado na parte oeste do fundo da cratera Pu’u O’o. Na cratera Haleumamau do cume do vulcão Kilauea, seguindo os vários colapsos e pequenos eventos explosivos que depositaram spatter (respingos de lava) sobre o fundo da cratera por volta do meio-dia, a superfície do lago de lava ficou borbulhante e agitado no período remanescente da tarde. Os colapsos na cratera Haleumau e a elevada sismicidade na zona de rifte leste continuaram a ocorrer no dia 4 de março.

No dia 5 de março, às 13h e 42min, o Hawaiian Volcano Observatory (HVO) informou que os instrumentos sísmicos registraram o começo de um período de rápida deflação na cratera Pu’u O’o e aumento nos tremores ao longo da zona de rifte leste. Às 14h, o cume do vulcão Kilauea começou a deflacionar (desinchar), o que indicou saída de magma do sistema. Entre as 14h e 16min e às 14h e 21min, o fundo da cratera Pu’u O’o começou a colapsar, e dentro de um período de 10 minutos, fraturas em anéis incandescentes abriram-se sobre o fundo da cratera a algumas dezenas de metros da parede da cratera. Com o contínuo colapso do fundo da cratera, lava apareceu no centro da cratera, o cone de respingos NE colapsou e uma escarpa desenvolveu-se sobre o lado oeste da cratera, com a lava descendo na forma de cascatas sobre a escarpa, em direção ao centro da cratera. Às 14h e 41min, a escarpa sobre o lado oeste da cratera desintegrou-se, expondo rochas incandescentes e a lava no centro da cratera aumentou. Às 14h e 46min, um grande bloco junto à parede leste da cratera colapsou, produzindo uma grande pluma de poeira. O fundo da cratera da cratera Pu’u O’o continuou a colapsar durante a tarde.

Coincidentemente com o colapso, um enxame de terremotos começou ao longo da zona de rifte leste na área das crateras Maka`opuhi e Nāpau. Os inclinômetros nesta área mostraram uma continua deflação do terreno. Por volta das 17h foi confirmado o começo de uma erupção do tipo fissural nesse local. A atividade eruptiva ao longo da fissura (com 500 metros de comprimento) foi esporádica, com períodos de quiescência pontuados por episódios de respingos de lava até uma altura de 25 metros e formação de fluxos de lavas quando os fragmentos vulcânicos caíam no chão e se aglutinavam. A fissura está localizada ao sul-sudoeste do cone/cratera Pu’u ‘O’o, em uma área remota do Parque Nacional dos Vulcões do Havaí. Devido à atividade vulcânica, ocorreu o fechamento do parque nessa área.

Medições realizadas pelos cientistas do HVO mostram que o fundo da crater Pu’u ‘O’o sofreu  no mínimo 115 metros de subsidência durante o colapso do dia 5 de março. Os únicos sinais de atividade na cratera no dia 6 de março foram quedas infrequentes de fragmentos de rochas para dentro da cratera desde a margem da cratera.

A erupção fissural que começou na tarde de sábado continuou na manhã de segunda-feira com vigorosas atividades de respingos e formação de fluxos de lava na parte final oeste da fissura. Na cratera Halemaumau o nível da lava permanece muito profundo desde o começo da erupção.

A erupção na fissura denominada Kamoamoa, localizada a 3,5 km a oeste-sudoeste do cone/cratera Pu`u `O`o, continuou no dia 9 de março. No cume do vulcão Kilauea, o nível do lago de lava permanece muito profundo, aproximadamente 200 metros abaixo da cratera situada junto a parede leste da cratera Halema`uma`u. A sismicidade na zona de rifte leste diminuiu, mas permanece elevada. A sismicidade na região do cume e as emissões de dióxido de enxofre permanecem elevadas.

A erupção fissural que começou no dia 5 de março continuou com vigorosa atividade de respingos de lava (spattering) desde um local no extremo oeste da fissura próxima da margem leste da Cratera Napau dentro do Parque Nacional dos Vulcões do Havaí. Fontes de lava de pequenas dimensões e respingos de lava alimentaram uma fluxo de lava canalizado do tipo `a`a que avançou por 2,8 km na direção sudeste.

No dia 9 de março, foi observado que duas áreas de fontes de lava continuavam ativas no extremo oeste do sistema de fissuras Kamoamoa. Uma estava situada dentro de um cone de “respingos” (spatter cone) e outra estourava no interior de um pequeno lago de lava. As fontes alimentaram um fluxo de lava canalizado com bordas bem formadas (levees – diques marginais). No final desse fluxo, o canal extravasou na forma de um delta. A frente do fluxo interceptou a margem do fluxo de lava chamado de “Dia das Mães”, que extravasou entre os anos de 2002-2004. Os condutos situados no extremo leste da fissura Kamoamoa ficaram inativos no dia 9 de março, mas continuavam a emitir espessas plumas gasosas.

O HVO informou que no dia 10 de março a erupção na zona de rifte leste está atualmente parada. As fissuras leste e oeste de Kamoamoa estão apenas fumegando, mas nenhuma lava está erupcionando. O cone/cratera Pu`u `Ō `ō também está apenas fumegando.

Segundo o site Volcano Discovery a zona de rifte leste, local do episódio espetacular recente eruptivo ao longo da fissura Kamoamoa, ainda está em silêncio. Nenhuma lava está sendo erupcionada no momento. A região da cúpula do vulcão Kilauea esvaziou nos últimos dias e também o nível da lava dentro do conduto Halema`uma`u caiu. Será este o fim de uma das erupções de vida mais longa da história documentada, ou simplesmente uma pausa? As semanas seguintes provavelmente vão dizer e responder a esta pergunta. Longos períodos de sem atividade eruptiva no vulcão Kilauea são extremamente raros.

Segundo o HVO, no período entre 16-22 de março uma pluma de gás com alguma quantidade de cinzas foi originada continuamente a partir do conduto localizado dentro da cratera Halema’uma’u na região da caldeira do cume do vulcão Kilauea.  A pluma se deslocou na direção sudoeste e depositou cinzas e respingos (spatter) de lava nas áreas próximas ao conduto. O lago de lava dentro do conduto foi encrustado durante os dias 16-19 de março, mas produziu incandescência ocasionalmente. O lago foi visível durante os dias 20-22 de março e variou a profundidade periodicamente. Na zona de rifte leste, pequenas áreas incandescentes foram visíveis na cratera/cone Pu’u ‘O’o. A fissura Kamoamoa permaneceu inativa nesses dias.

Pequenas áreas de incandescência continuaram a ser visíveis durante os dias 23-24 de março. O lago de lava localizado dentro do conduto ativo da cratera Halema’uma’u ficou endurecido nesses dias; frequentes eventos de queda de rocha para dentro do conduto produziram plumas tingidas de marrom. No dia 25 de março o lago de lava reapareceu quando a lava extravasou na forma de correntes e cobriu eventualmente o fundo do conduto. No próximo dia a lava retornou para a cratera/cone Pu’u ‘O’o em torno de 20 dias após o fundo da cratera ter colapsado no dia 5 de março. A lava lentamente preencheu as partes mais profundas da cratera formando um lago de lava. Por outro lado, o lago de lava da cratera Halema’uma’u resfriou e endureceu novamente. Durante os dias 27-29 de março, o lago de lava na cratera Pu’u ‘O’o circulou e foi alimentado desde duas fontes proximamente espaçadas na parte central do lago.

Fotos e vídeos da erupção estão disponíveis no site do Hawaiian Volcano Observatory (HVO).

Fonte: Hawaiian Volcano Observatory e Volcano Discovery


Kirishima, Kyushu, Japão

O vulcão Kirishima erupcionou fortemente no dia 13 de março após quase duas semanas de relativo silêncio, arremessando rochas e cinzas até 4 km de altura acima da cratera, forçando a evacuação de milhares de pessoas das redondezas da montanha vulcânica.

A erupção, a princípio, não tem relação com o grande terremoto que ocorreu no litoral do Japão no dia 11 de março, porque o vulcão Kirishima está situado a 1.300 km de distância.

Fonte: Volcano Discovery, Times Live e Volcano Live


Fuji, Honshu, Japão

Um grande terremoto, magnitude de 6,2º na escala Richter, ocorreu dentro do Monte Fuji no dia 15 de março, às 10h e 31min, hora local. O epicentro foi localizado a 7 km a sul-sudoeste do cume. O foco foi raso, a uma profundidade de 10 km. O Monte Fuji erupcionou pela última vez em 1708 e é ainda considerado um vulcão ativo.

Fonte: Volcano Live


Karangetang, Siau, Indonésia

Fluxos de lavas foram visíveis na região do cume do vulcão Karangetang no dia 11 de março. Blocos se deslocaram do domo de lava por até 2 km sobre os flancos da montanha. Nuvens de gases quentes (fluxos piroclásticos?) também se deslocaram nos flancos do vulcão. Nesse dia o Nível de Alerta foi elevado de 2 para 3 (em uma escala que varia entre 1 e 4).

No dia 17 de março os fluxos de lava se deslocaram por 2 km desde a cratera principal, acompanhados por sons de estrondos e ruídos. No dia 18 de março o vulcão foi colocado em nível de alerta mais elevado quando avalanches de rochas e fluxos piroclásticos foram detectados. Nesse dia, fluxos de lavas se deslocaram por 1,5 km e colapsos desde a parte frontal dos fluxos geraram avalanches que se deslocaram outros 500 metros. Avalanches desde a cratera se movimentaram por 3,8 km sobre os flancos. Múltiplos fluxos piroclásticos se moveram por 1,5 km e destruíram uma ponte, danificaram uma casa e encurralaram 31 pessoas em um local entre o caminho dos fluxos. Felizmente, essas pessoas foram posteriormente retiradas do local. No final do dia 18 de março, fluxos piroclásticos se deslocaram por 4 km, alcançando a praia.

No dia 20 de março, fluxos de lava e avalanches desde a porção frontal dos fluxos se deslocaram por 1,8 km e por 500 metros, respectivamente. Materiais incandescentes rolaram por 1,5 km sobre os flancos e fluxos piroclásticos percorreram uma distância de 2,3 km desde a cratera. Entre 600-1200 pessoas foram evacuadas desde os povoados localizados no flanco oeste.

O Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) informou que durante os dias 21-23 de março material incandescente foi ejetado acima da crater. Fluxos de lava se deslocaram por até 2 km e colapsos desde a porção frontal dos fluxos geraram avalanches que se deslocaram por até 300 metros. No dia 24 de março, a lava foi incandescente em áreas situadas a 1,5 km de distância da cratera e material incandescente rolaram a partir da frente dos fluxos de lavas por 200-500 metros. Material incandescente foi novamente ejetado a 75 metros acima da cratera. No final do dia 24 de março, a atividade sísmica diminuiu e a taxa de efusão de fluxos de lava declinou, levando a diminuição do Nível de Alerta de 4 para 3 (em uma escala que varia entre 1-4).

O CVGHM informou que durante os dias 30-31 de março incandescência emanou desde a cratera principal do vulcão Karangetang junto com plumas de gases. Fluxos de lava originados na cratera se deslocaram por 2 km sobre os flancos da montanha. Avalanches incandescentes desde a cratera principal e desde os fluxos de lava percorreram 1,8 km de distância. No dia 31 de março um forte som foi acompanhado por uma pluma de cinzas que atingiu 200 metros acima da cratera. O Nível de Alerta permaneceu em 3 (em uma escala de 1 a 4).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Monte Bromo, Caldeira Tengger, Java, Indonésia

O Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) reportou que cinzas originadas no cone Bromo da Caldeira Tengger caíram em áreas a leste e nordeste no dia 10 de março, incluindo o distrito de Probolinggo (35 km a NE). Durante os dias 18-20 de março, plumas de cinzas ascenderam entre 400-800 metros acima da cratera e se deslocaram na direção SE. Material incandescente foi ejetado a 300 metros acima da cratera e caíram a uma distância de 500 metros. Sons de estrondos e ruídos foram também notados. Nos dias 18-20 de março, plumas de cinzas atingiram uma altitude de 3 km acima do nível do mar e se deslocaram por até 150 km de distância nas direções NW, SW e S.

O CVGHM informou que durante os dias 22-25 de maço plumas de cinzas ascenderam entre 400-800 metros acima da cratera do Monte Bromo e se deslocaram nas direções E, NE e SW. Materiais incandescentes foram ejetados a 300 metros de altura acima da cratera e caíram a 500, 300 e 250 metros de distância durante os dias 22-23, 24 e 25 de março, respectivamente. Sons de estrondos e ruídos foram também notados. Nos dias 27-28 de março plumas de cinzas ascenderam a 4,3 km de altitude acima do nível do mar e se deslocaram por 55 km na direção nordeste. O Nível de Alerta permaneceu em 3 (em uma escala que varia entre 1-4). Residentes e turistas não são permitidos dentro de um raio de 2 km em torno da cratera ativa.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Merapi, Java, Indonésia

No dia 21 de março, um lahar se deslocou através do povoado de Sleman, aproximadamente a 20 km a SW do vulcão Merapi, soterrando 21 casas, além de veículos e animais domésticos. No mínimo 200 residentes foram retirados das áreas atingidas.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Ruapehu, Nova Zelândia

O Monte Ruapehu está atualmente começando um novo ciclo de aquecimento e a temperatura do lago da cratera atingiu agora 40 graus centígrados. Os outros parâmetros monitorados incluem emissão de gases, atividade sísmica, química da água do lago e deformação do terreno têm mostrado tendências variáveis nas semanas recentes, o que demonstra um comportamento típico de aquecimento da água do lago (o oitavo desde que o lago retornou ao cume após a atividade eruptiva de 1995-1996). O Nível de Alerta Vulcânico permanece em 1.

Fonte: GeoNet


 

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