Erupções de Novembro de 2009


Galeras, Colômbia

Instituto Colombiano de Geología y Minería (INGEOMINAS) reportou que durante o período entre 7-10 de novembro a atividade sísmica no vulcão Galeras diminuiu, ainda que alguns sinais sísmicos lembram padrões vistos antes de algumas erupções. Emissões de Dióxido de Enxofre não foram detectadas. O Nível de Alerta permanece em II (laranja; "provável erupção em termos de dias ou semanas).

No dia 14 de novembro, o INGEOMINAS informou que um sobrevoo sobre o Galeras revelou uma anomalia termal na principal cratera medindo 110 graus Celsius e muito baixas razões de emissões de gases. Segundo o site Volcano Live, no dia 20 de novembro, a erupção que estava sendo esperada (veja informes do mês de outubro) ocorreu, provocando a retirada de 1.000 pessoas que vivem próximo do vulcão Galeras. O Nível de Alerta foi elevado para vermelho. A erupção aconteceu às 8h e 37min e foi acompanhada por um forte som que foi ouvido por residentes em torno da montanha. Alguns habitantes ouviram o som de cinco explosões. A coluna eruptiva foi estimada em 10 km de altura e se dirigiu para norte. O sinal sísmico associado com a erupção foi inferior do que a registrada durante a erupção de 30 de setembro de 2009. A erupção provocou queda de cinzas na cidade de Pasto e povoados ao redor. Os moradores evacuados foram levados para abrigos na cidade de Pasto, a capital do departamento de Narino na fronteira com o Equador. Restrições de tráfico tem sido feitas na estrada que liga a cidade de Pasto até as áreas próximas ao Galeras.

 
A sismicidade aumentou após a erupção e então diminuiu gradualmente. No dia 21 de novembro, o Nível de Alerta foi rebaixado de vermelho para laranja.
 
No dia 27 de novembro, o INGEOMINAS diminuiu o Nível de Alerta do vulcão Galeras para III (amarelo; "variações no comportamento da atividade vulcânica"). Durante os dias anteriores, a sismicidade foi baixa e ocasionalmente pontuada por sinais indicativos de pequenas emissões de gases e cinzas. Um sobrevoo no dia 26 de novembro revelou pontos de emissões de gases localizados nas paredes internas da cratera principal e anomalias termais com temperaturas de 200 graus Celsius. Durante o período de 27 de novembro-1 de dezembro, a sismicidade permaneceu baixa, com sinais sísmicos indicando emissões gasosas.
 
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report e Volcano Live



Nevado del Huila, Colômbia
 
Instituto Colombiano de Geología y Minería (INGEOMINAS) informou que sobrevoos sobre o vulcão Nevado del Huila nos dias 4, 6 e 10 de novembro revelaram uma elevada razão de crescimento do domo de lava; o volume estimado para o novo domo de lava está próximo dos 25 milhões de metros cúbicos. Pequenos colapsos ocorreram na parte oeste do domo. Emissões de gases foram algumas vezes acompanhadas por emissões de cinzas pulsatórias. Plumas de cinzas se elevaram até 2,5 km acima do domo de lava e foram observadas em imagens de satélites e web câmeras. Anomalias termais sobre o vulcão foram identificadas intermitentemente nos dias 4-6 e 10 de novembro. Plumas de cinzas também foram observadas em imagens de satélites atingindo altitudes de 9,4 km e 7,3 km acima do nível do mar, nos dias 7 e 8 de novembro, respectivamente.

O INGEOMINAS reportou que durante o período entre 11-17 de novembro plumas de gases foram observadas através de web câmeras. Plumas de cinzas algumas vezes acompanhadas por emissões gasosas foram identificadas nos dias 12, 13 e 15 de novembro. Imagens de satélites revelaram intermitentes anomalias termais durante 11-16 de novembro.

 
Durante o período entre 25 de novembro e 1 de dezembro, o INGEOMINAS informou que plumas de gases foram observadas em web câmeras e atingiram 8,4 km de altura acima do nível do mar. A sismicidade incluiu tremores indicativos de emissões gasosas e terremotos híbridos. Um sobrevoo no dia 25 de novembro revelou que o mais novo domo de lava continuou a crescer. No dia 26 de novembro uma pluma gasosa, provavelmente contendo cinzas, se elevou até 7,6 km de altura acima do nível do mar. Emissão de dióxido de enxofre foi calculada em 3.900 toneladas diárias no dia 30 de dezembro.
O Nível de Alerta permaneceu por todo o período em II (laranja; "provável erupção em termos de dias ou semanas).
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Fuego, Guatemala
 
No dia 13 de novembro, o Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que explosões produziram plumas de cinzas que se elevaram entre 4,2-4,7 km acima do nível do mar e se deslocaram por 7 km na direção sul. Fortes sons de estrondo foram ouvidos e incandescência foi notada na cratera.
 
Nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro, explosões produziram plumas de cinzas que atingiram altitudes de 4,3-4,7 km acima do nível do mar. Fortes sons foram ouvidos na cratera e avalanches de rochas incandescentes foram geradas.
 
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Santa Maria, Guatemala

Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) informou que no dia 13 de novembro uma explosão no complexo de domos de lava chamado de Santiaguito, no vulcão Santa Maria, produziu uma pluma de cinzas que se deslocou na direção SW. Avalanches de fragmentos vulcânicos desceram o flanco SW do domo. 
No dia 20 de novembro, duas explosões no complexo de domos de lava produziram uma pluma de cinzas que se deslocou na direção SW. Avalanches desceram o flanco sudoeste do domo. Uma explosão no dia 24 de novembro formou uma pluma de cinzas que se elevou até 3,3 km acima do nível do mar e se deslocou para sudeste. Queda de cinzas foi observada nas áreas a favor do vento.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Popocatépetl, México
 
No dia 21 de novembro, uma pequena explosão no vulcão Popocatépetl foi detectada pela rede sísmica, acompanhada por uma pluma de cinzas que se elevou até 8,9 km acima do nível do mar, provocando queda de cinzas em Atlixco (23 km SE), Huejotzingo (27 km NE) e em áreas no Estado de Tlaxcala.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Soufriere Hills, Ilha de Montserrat, Caribe
 
Montserrat Volcano Observatory (MVO) informou que durante o período entre 30 de outubro e 6 de novembro numerosos fluxos piroclásticos ocorreram na maior parte dos grandes vales que drenam o vulcão. A frequência dos fluxos piroclásticos tem aumentado desde as primeiras horas do dia 5 de novembro. Grandes fluxos piroclásticos têm sido observados em Tuitts’s Ghaut. A atividade sísmica continuou intensa no período. Ocorreu uma pequena queda de cinzas em áreas habitadas em dois dias. Fortes chuvas provocaram a formação de lahars em Belham Valley em vários dias dessa semana, sendo que os maiores ocorreram na tarde de 30 e início de 31 de outubro.
 
No período entre 6 e 13 de novembro a atividade se manteve em elevado nível. Foram contabilizados centenas de sinais sísmicos de queda de rochas (429) e outros terremotos ligados a atividade de crescimento do domo de lava. Ainda que a frequência dos eventos de queda de rochas tenha diminuído, o tamanho dos maiores fluxos piroclásticos tem aumentado. Desde 6 de novembro a atividade tem sido focada principalmente no lado oeste do vulcão. Intensa incandescência e continuas queda de rochas tem sido observada. O domo agora está com 1.125 metros de altura. Fluxos piroclásticos ocorreram principalmente em Gages Valley. Em várias ocasiões no período ocorreram simultâneos fluxos piroclásticos se movimentando por Gages Valley e Gingoes Ghaut. Os maiores fluxos piroclásticos se formaram no anoitecer de 12 de novembro, quando um fluxo se deslocou inicialmente por Gages, alcançou Spring e Aymer’s Ghaut’s, e então encontrou o mar no povoado de Kinsale. Alguns poucos fluxos piroclásticos também ocorreram em Tar River Valley e em Tuitt’s Ghaut. Houve queda de cinzas sobre toda a ilha de Montserrat no dia 11 de novembro e queda moderada em Salem, Old Towne, Olveston e Woodlands no dia 12 de novembro.
 
Segundo o MVO, a atividade no vulcão Soufriere Hills foi de nível variado no período entre 13-20 de novembro, com curtos períodos de atividade relativamente elevada separados por longos períodos de baixa atividade. A atividade sísmica foi menor do que na semana anterior, mas foram contabilizados duas centenas de sinais sísmicos de queda de rochas (220) e outros terremotos ligados a atividade de crescimento do domo de lava. A atividade vulcânica compreendeu emissões de cinzas, eventos de queda de rochas do domo e ocasionais moderados fluxos piroclásticos, eventos concentrados em episódios que persistiram por algumas horas e ocorrendo em ciclos regulares dentro de um período em torno de 13 horas. Eventos de queda de rochas e fluxos piroclásticos permanecem localizados no lado oeste do vulcão. Visões do domo de lava no dia 16 de novembro mostraram que a altura diminuiu levemente devido ao colapso da porção mais elevada e há uma profunda calha desenvolvida imediatamente a nordeste de Chances Peak. Fluxos piroclásticos em Gages Valley moveram-se por Spring e Aymer’s Ghaut, bem como se espalharam sobre o leque construído abaixo de St. Georges Hill. Um pequeno fluxo piroclástico foi observado na cabeceira de Tyers Ghaut e um em Tuitt’s Ghaut. Ocorreu queda de cinzas em várias partes da ilha de Montserrat nessa semana. Um particularmente intenso evento de queda de cinzas ocorreu associado com um fluxo piroclástico às 7h e 55min do dia 19 de novembro com forte queda de cinzas ocorrendo entre Old Towne e Brades. Pequenos lahars ocorreram em Belham Valley durante as primeiras horas de 18 de novembro.
 
O MVO informou que a atividade foi elevada na semana entre 20-27 de novembro. A atividade aumentou no dia 21 de novembro e períodos de tremores sísmicos começaram a ocorrer a partir de 23 de novembro. O aumento na atividade foi associado com uma mudança no local de extrusão de lava, desde a parte oeste do domo para a região do cume. Esta mudança resultou no começo de ocorrência de abundantes fluxos piroclásticos movendo-se por Tuitt’s Ghaut pela primeira vez em semanas, a partir de 23 de novembro. No dia 24 de novembro, às 12h e 50min, começou um período de 120 minutos de atividade contínua de fluxos piroclásticos, seguido por noventa minutos de atividade semi-contínua de fluxos piroclásticos. Os fluxos associados com esses eventos ocorreram principalmente em Gages Valley e em Spring Ghaut. Um grande número de grandes fluxos piroclásticos também ocorreu em Tuitt’s Ghaut, alcançando o povoado de Tuitt’s. As plumas de cinzas associadas aos fluxos piroclásticos atingiram a altura de 6 km acima do nível do mar. No dia 26 de novembro, um fluxo piroclástico ocorreu em Tar River Valley, parando bem perto do mar. Este evento foi formado desde o colapso do antigo domo pré-2009. Alguns pequenos fluxos piroclásticos foram observados na cabeceira de Tyers Ghaut também no dia 26 de novembro. Ocorreu queda de cinzas em Old Towne e em partes de Olveston no dia 26 de novembro.
 
O Nível de Alerta permaneceu por todo o período em 3.
 
Fonte: Montserrat Volcano Observatory



Piton de la Fournaise, Ilha de Reunião, Oceano Índico

Uma erupção de curta duração ocorreu no vulcão Piton de la Fournaise no dia 5 de novembro. Segundo o site Volcano Live, a atividade sísmica tinha aumentado durante os dias anteriores à erupção, com 167 terremotos sendo registrados no dia 4 de novembro. No dia 5 de novembro, por volta das 17h e 30min, estavam sendo registrados um ou dois terremotos por minuto. A crise sísmica continuou até por volta das 20h, sendo seguida então por uma pausa. Por volta das 20h e 50min, tremores vulcânicos registraram o começo da erupção dentro da cratera Dolomieu. Às 21h e 05min, uma rachadura foi aberta próximo da margem da cratera;  às 21h e 20min, uma segunda rachadura foi aberta. A erupção consistiu de dois fluxos de lavas que se moveram rapidamente pelos taludes da cratera Dolomieu. O vulcão providenciou um grande espetáculo, com fluxos de lavas iluminando o céu e atraindo a atenção das pessoas. Por volta das 23h daquela noite, os tremores vulcânicos tinham praticamente desaparecido. O vulcão voltou à calma posteriormente, mas a situação continua instável. No amanhecer do dia 6 de novembro, somente fumarolas estavam ativas.

Fonte: Volcano Live



Batur, Ilha de Bali, Indonésia
Center of Volcanology and Geological Hazard Mitigation (CVGHM) informou que desde o mês de setembro a atividade sísmica tem aumentado no vulcão Batur. No dia 8 de novembro houve um aumento significante no número de terremotos vulcânicos. O Nível de Alerta foi elevado para 2 (em uma escala que varia entre 1 e 4).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Karangetang, Siau

Segundos informações de jornais, um fluxo piroclástico e um lahar desceram os flancos do vulcão Karangetang no dia 4 de novembro. Residentes viram um "fluxo de lava" ativo no dia 5 de novembro. No dia 11 de novembro, material vulcânico incandescente foi ejetado até uma altura de 5 metros.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Mayon, Ilha de Luzon, Filipinas
 
Philippine Institute of Volcanology and Seismology (PHIVOLCS) reportou que no dia 11 de novembro uma explosão na cratera do cume do vulcão Mayon ejetou fragmentos de rochas incandescentes. O mau tempo impediu a observação visual da pluma de cinzas, entretanto investigações de campo após o evento revelaram queda de cinzas a sudoeste da montanha. O Nível de Alerta permanece em 2 (em uma escala que varia entre 0 e 5).
 
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Gaua, Ilhas Banks, Sudoeste do Oceano Pacífico
 
O Vanuatu Geohazards Observatory reportou que uma grande explosão ocorreu no vulcão Gaua no dia 18 de novembro. A erupção foi seguida pela formação de densas plumas de cinzas. A sismicidade aumentou no dia 25 de outubro e permaneceu significante até 24 de novembro. Segundo o site Volcano News, uma nova explosão no dia 26 de novembro provocou queda de cinzas em áreas habitadas, o que levou a evacuação de mais de 300 pessoas. O Nível de Alerta foi elevado para 4, o segundo mais elevado nível em uma escala que varia entre 0-5.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report e Volcano Live


Rabaul, Nova Bretanha, Oceano Pacífico
O Rabaul Volcano Observatory (RVO) reportou que durante o período entre 20-26 de novembro, espessas plumas de cinzas se elevaram desde o cone Tavurvur dentro da Caldeira Rabaul. Fortes explosões produziram plumas de cinzas que se elevaram até 1,5 km acima do cume e cobriram os flancos do cone com fragmentos de lavas incandescentes. Ondas de choque sacudiram as janelas na área de Kokopo, em torno de 20 km a sudeste do vulcão. Incandescência foi observada ocasionalmente na cratera do cume.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Kilauea, Havaí
O US Geological Survey Hawaiian Volcano Observatory (HVO) reportou no período entre 1 de novembro-1 de dezembro que a lava fluiu na direção leste através de um sistema de tubos de lavas, alcançando o oceano Pacífico em diversos pontos distintos. Anomalias termais detectadas em imagens de satélites e observações visuais revelaram fluxos de lavas também na superfície ("pali", "conduto TEB" e na planície costeira). Incandescência foi observada no fundo e na parede da cratera Pu’u ‘O’o durante todo o período. O conduto na cratera Halema’uma’u continuou a produzir plumas esbranquiçadas difusas, provocando uma pequena quantidade de queda de cinzas e  incandescência originada no pequeno lago de lava dentro do conduto da cratera.
No dia 21 de novembro, uma parte da margem do conduto colapsou e foi seguida por uma explosão que produziu uma densa pluma de cor marrom que se dissipou após alguns poucos minutos. Um pequeno colapso dos rochedos vulcânicos localizados no litoral pode ter ocorrido no dia 27 de novembro. Medições preliminares indicaram que a emissão de dióxido de enxofre no cume do vulcão Kilauea permanece elevada, com valores entre 400-1.100 toneladas diárias.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Karymsky, Kamchatka, Rússia
 
O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) reportou que erupções nos dias 8 e 10 de novembro produziram plumas que se elevaram até altitudes de 3-3,4 km acima do nível do mar. No dia 23 de novembro uma erupção produziu uma pluma que se elevou até 4 km acima do nível do mar.
 
O Código de Cores de Alerta permaneceu por todo o período em laranja.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report



Klyuchevskoy, Kamchatka, Rússia
 
O Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) informou que durante o período entre 30 de outubro e 27 de novembro a atividade sísmica no vulcão Klyuchevskoy esteve acima dos níveis normais. Atividade explosiva do tipo estromboliana ejetou fragmentos vulcânicos 300 metros acima da cratera e atividade fumarólica foi ocasionalmente notada. Imagens de satélites revelaram uma anomalia termal diária no vulcão. Segundo o site Volcano News, no dia 15 de novembro um fluxo de lava começou a descer o talude SE do vulcão Kliuchevskoi, após a lava ter preenchido a cratera e transbordado. O vulcão continuou a arremessar rochas incandescentes no ar até uma altura de 200 metros acima da cratera. Imagens de satélites revelaram uma grande anomalia termal diária no vulcão.
 
O Código de Cores de Alerta permaneceu por todo o período em laranja.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report e Volcano News

 
 

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