Erupções de Outubro de 2009

Chaitén, Chile

O vulcão Chaitén permaneceu ativo no período entre 1-16 de outubro. Dois domos de lava em crescimento estão presentes na cratera. Ao meio-dia de 14 de outubro uma vigorosa explosão ocorreu no vulcão, produzindo uma coluna de cinzas vertical. A atividade sísmica tem permanecido estável, com 1-2 terremotos por hora com magnitudes maiores do que 3,5 graus. Uma acumulação significante de material piroclástico tem sido concentrada nos vales adjacentes ao vulcão, com isso lahars podem ser formados após a queda de chuvas.
Servicio Nacional de Geología y Minería (SERNAGEOMIN) reportou que o domo de lava do vulcão Chaitén continuou a crescer durante o período entre 16-30 de outubro.
O Nïvel de Alerta permaneceu em vermelho no período.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report e Volcano News


Nevado del Huila, Colômbia
O Instituto Colombiano de Geología y Minería (INGEOMINAS) noticiou que no dia 16 de outubro uma pluma de cinzas originada no vulcão Nevado del Huila se elevou 1 km e se deslocou na direção leste. Queda de cinzas e odor de enxofre foi reportada em várias áreas circunvizinhas à montanha. No final daquele dia a sismicidade aumentou, o que levou o INGEOMINAS a elevar o Nível de Alerta para II (laranja; indicando "provável erupção em termos de dias ou semanas”).
Imagens de satélites e de câmeras de vídeos indicaram erupções nos dias 20 e 24 de outubro, sendo que a pluma eruptiva da última se elevou até 9,1 km acima do nível do mar. A sismicidade tem aumentado no vulcão colombiano Nevado del Huila. Observações durante um sobrevoo no dia 23 de outubro identificaram que as emissões de gases e cinzas são originadas a partir de dois locais. A área de maior descarga é localizada entre o Pico Central e o domo de lava, ao passo que algumas emissões são originadas em uma fissura aberta em abril de 2007, a nordeste do Pico Central. O crescimento do domo de lava foi concentrada sobre o lado norte, uma área também exibindo uma anomalia termal. Queda de cinzas junto com odor de enxofre foi reportada em várias áreas habitadas nos dias 23 e 24 de outubro.
O INGEOMINAS reportou que nos dias 28 e 31 de outubro plumas de cinzas foram geradas no vulcão Nevado del Huila. Sobrevoo sobre a montanha no dia 30 de outubro revelou uma elevada razão de crescimento do domo de lava, quando comparada a observação anterior no dia 23 de outubro. Uma camada de cinzas foi observada cobrindo a parte oeste do Pico Central. Emissões de gases contínuas e intensas foram originadas em áreas do domo que também exibem anomalias termais detectadas com uma câmera de imageamento termal. O volume do novo domo de lava foi estimado em 9 milhões de metros cúbicos. No dia 31, foi identificada uma anomalia termal em imagem de satélite.

O Nível de Alerta permaneceu em II (laranja; provável erupção em termos de dias ou semanas).

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Galeras, Colômbia
Desde o dia 27 de outubro houve uma variação marcante na atividade do vulcão colombiano Galeras. Ocorreu uma diminuição significante nas emissões de dióxido de enxofre e um aumento nos terremotos associados com sobrepressão no sistema (provavelmente o conduto principal deve estar fechado o que provoca o aumento na pressão interna, que por sua vez leva a um aumento na possibilidade de uma grande explosão repentina). O vulcão Galeras está atualmente no Nível de Alerta 2 em uma escala que varia entre 1-4, sendo o nível 1 o mais elevado.
FonteVolcano News


Reventador, Equador
O Instituto Geofísico (IG) do Equador informou que observações de campo nos dias 16 e 17 de setembro confirmaram a presença de um fluxo de lava sobre o flanco sul do cone. Emissões de vapores e gases foram notadas, junto com o crescimento do domo de lava. Anomalias termais sobre a cratera foram detectadas em imagens de satélites nos dias 6, 11 e 13 de outubro. No dia 14 de outubro, a sismicidade aumentou e tremores harmônicos foram detectados. Uma estação sísmica sobre o flanco nordeste do cone detectou eventos de queda de rochas. Várias pessoas que vivem na área reportaram terem ouvido sons de "rugidos" e observaram uma leve incandescência na cratera durante algumas noites.
Durante um sobrevoo no dia 16 de outubro, cientistas viram um domo de lava e um fluxo de lava sobre o flanco norte e gases azulados estavam sendo emitidos. Segundos dados de uma câmera termal, partes incandescentes na cratera estavam com uma temperatura em torno de 300 graus Celsius. Outros observadores ouviram sons de "rugidos" e sons de lembrando "tiros de canhão". Blocos incandescentes foram ejetados a partir da cratera e vapores e gases se elevaram até 100 metros de altura. Material incandescente foi visto sobre o flanco sul. No dia 17 de outubro, incandescência sobre o flanco sul foi observada e sons similares aos dos dias anteriores foram ouvidos novamente. Uma pequena pluma de cor cinza foi notada no dia 18 de outubro. No dia 19 de outubro, anomalias termais foram novamente detectadas em imagens de satélites. Durante um novo sobrevoo, plumas azuladas de gases foram observadas. O fluxo de lava sobre o flanco sul do vulcão ocupa agora uma grande área e foi dividido em duas partes.
O IG informou que no dia 21 de outubro uma explosão ejetou material vulcânico incandescente acima da cratera e blocos rolaram pelos flancos do vulcão. Plumas de vapores, gases e cinzas foram originadas nos dias 21 e 22. Observações durante um sobrevoo revelaram um pequeno fluxo de lava sobre o flanco norte e outro grande fluxo de lava com quatro "braços" sobre o flanco sul. Uma parte do material vulcânico da base do domo de lava foi removida e pequenas rochas com forma de "espinho" estão agora presentes no domo, especialmente sobre o lado sul do domo. Imagens termais revelaram que o material da cratera estava a 400 graus Celsius e os fluxos de lava estava a 250 graus Celsius. Sons de "rugidos" foram ouvidos no dia 25 de outubro.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Soufriere Hills, Montserrat, Caribe
O Montserrat Volcano Observatory (MVO) informou que após a ocorrência de um pequeno enxame de terremotos vulcano-tectônicos no domo de lava às 21h do dia 4 de outubro, seguiu-se a produção de vários episódios de vigorosas emissões de cinzas que produziram plumas eruptivas e queda de material piroclástico em algumas localidades da ilha. Os sinais sísmicos não indicaram nenhuma atividade explosiva ou geração de fluxos piroclásticos, apenas algumas quedas de rochas a partir do domo.
Essa atividade cessou nas primeiras horas do dia 7 de outubro, sendo que ocorreu um total de 13 eventos de emissão de cinzas. Os últimos três foram associados com pequenos fluxos piroclásticos, que se deslocaram por 500 metros ao longo de Tyers Ghaut. Observações no dia 7 de outubro revelaram línguas de depósitos de queda de rochas e pequenos fluxos piroclásticos nas cabeceiras de Tyers Ghaut, Tar river valley, White river e Gages. Uma pequena área de incandescência desde o flanco norte do domo de lava foi vista durante os dias 7-8 de outubro.


O MVO reportou que durante o período entre 9 e 16 de outubro o nível de atividade no domo de lava do vulcão Soufriere Hills foi elevada. Um novo domo de lava foi observado pela primeira vez no dia 9 de outubro e durante os outros dias continuou a crescer. Mais de 1.200 eventos sísmicos de queda de rochas foram detectados pela rede sísmica. Fluxos piroclásticos foram formados sobre várias drenagens. Breves visões do vulcão revelaram que o novo domo de lava estava em torno de 60 metros acima da estrutura do antigo domo de lava. Fortes chuvas geraram um lahar no Belham Valley no dia 14 de outubro. Vários e grandes fluxos piroclásticos se deslocaram por White River e alcançaram o mar no dia 16 de outubro. Fluxos piroclásticos de moderado tamanho se deslocaram por 3 km por Tuitts Ghaut e White Bottom Ghaut, e alguns pequenos fluxos piroclásticos desceram a montanha por Tyers Ghaut. Extensas nuvens de cinzas se elevaram até uma altitude aproximada de 6.000 metros acima do nível do mar na direção W-NW e provocaram pequena queda de cinzas em áreas habitadas.
Durante os dias 18-19 de outubro, queda de rochas e pequenos fluxos piroclásticos continuaram a ser detectados, enquanto que nos dias 23-25 de outubro, a sismicidade diminuiu e plumas de cinzas foram geradas por fluxos piroclásticos.
No período entre 23-30 de outubro a atividade sísmica no domo de lava do vulcão Soufriere Hills foi levemente menor do que nas semanas anteriores. Numerosos fluxos piroclásticos ocorreram em quase todos os grandes sistemas de drenagens que se originam a partir da montanha vulcânica. Eventos de queda de rochas foram concentrados na parte sul do vulcão. Fortes chuvas provocaram a formação de lahars em Belham Valley. No dia 28 de outubro, dois fluxos piroclásticos se deslocaram por 2 km em Gages Valley. No dia 29 de outubro, foi observada a formação de uma rocha com forma de espinho (spine) e 40 metros de altura no domo. O crescimento do domo está concentrado na parte central da estrutura.

O Nível de Alerta permaneceu no período em 3.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Fuego, Guatemala
O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que nos dias 9, 12 e 13 de outubro, explosões produziram plumas de cinzas que se elevaram até altitudes entre 4,1-4,6 km acima do nível do mar. Algumas explosões foram acompanhadas por sons de estrondos. Avalanches de blocos desceram os flancos da montanha vulcânica. No dia 9 de outubro, um lahar desceu a ravina Lajas, carregando blocos de até 50 cm de diâmetro.
No dia 26 de outubro, o INSIVUMEH reportou que explosões produziram plumas de cinzas que se elevaram até altitudes entre 4,4-4,8 km acima do nível do mar e se deslocaram por 10 km nas direções S e SW, provocando queda de cinzas nas regiões a favor do vento. Estrondos e sons de escape de gases foram ouvidos. Avalanches de blocos desceram os flancos da montanha. Plumas de cinzas foram identificadas nos dias 20, 21, 22, 26 e 27 de outubro.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Pacaya, Guatemala
O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia, e Hidrologia (INSIVUMEH) reportou que múltiplos fluxos de lava sobre o flanco sul do vulcão se deslocaram por 75-350 metros nas direções S e SW.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Santa Maria, Guatemala
Imagens de satélites mostraram múltiplas plumas de cinzas originadas a partir do complexo de domo de lavas denominado Santiaguito no vulcão Santa Maria. Nos dias 23 e 26 de outubro, o INSIVUMEH reportou que explosões produziram plumas de cinzas que atingiram entre 3,0-3,3 km acima do nível do mar. As plumas se deslocaram nas direções oeste e sudeste e provocaram queda de cinzas nas áreas a favor do vento. Avalanches desceram o flanco sudoeste do domo. Sons de escape de gases, semelhantes a barulhos de aviões, foram ouvidos.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Arenal, Costa Rica
 
O Observatorio Vulcanologico y Sismologico de Costa Rica-Universidad Nacional (OVSICORI-UNA) reportou que durante o mês de outubro a atividade originada na Cratera C do vulcão Arenal consistiu de emissões de gases, esporádicas erupções do tipo estrombolianas  e ocasionais avalanches que se precipitaram pelos flancos W e SW. Chuva ácida e pequenas quantidades de material piroclástico ejetado afetaram os flancos NE e SE da montanha. Avalanches da frente do fluxo de lava se deslocaram pelo flanco SW. A Cratera D produziu somente atividade fumarólica.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Piton de la Fournaise, Ilha de Reunião, Oceano Índico
Nos dias 5-6 de outubro, o Observatoire Volcanologique du Piton de la Fournaise (OVPDLF) reportou que a sismicidade aumentou no vulcão Piton de la Fournaise. Uma crise sísmica no dia 7 de outubro levou o OVPDLF a elevar o Nível de Alerta para 1. Terremotos foram centrados entre as crateras Bory e Dolomieu. Deformação foi detectada no lado norte da cratera Dolomieu. A sismicidade permaneceu elevada acima dos níveis normais durante os dias 8-13 de outubro.
No dia 14 de outubro, o OVPDLF noticiou uma nova crise sísmica, com a sismicidade indicando deformação no lado norte da cratera Dolomieu e queda de rochas dentro da cratera. Durante os dias 15-17 de outubro, os mesmos eventos continuaram a ser detectados. No dia 18 de outubro, outra crise sísmica foi notada junto com deformação nos lados sul e norte da cratera Dolomieu. Observações aéreas no dia 19 de outubro revelaram uma nova e pequena fumarola dentro da cratera. Variações na composição química dos gases também foram identificadas. Um maior número e duração de eventos sísmicos de queda de rochas foram detectados no dia 20 de outubro.
Segundo o site Volcano News uma erupção é iminente no vulcão Piton de la Fournaise. A atividade sísmica indica que o magma está dentro de 500 metros da superfície. A frequência e intensidade da sismicidade têm aumentado gradualmente no vulcão. A deformação continua particularmente no lado norte da cratera Dolomieu. No dia 16 de outubro a rede sísmica registrou um terremoto a cada setenta segundos, com uma magnitude máxima de 3. Segundo Volcano News esta é uma notável intensidade para o vulcão Piton de la Fournaise, onde os terremotos raramente excedem a magnitude 2.
FonteSmithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report e Volcano News


Mayon, Filipinas
O Philippine Institute of Volcanology and Seismology (PHIVOLCS) informou que no dia 28 de outubro ocorreu uma pequena explosão de cinzas no vulcão Mayon, que produziu uma pluma de cinzas de cor castanha que se elevou 600 metros acima da cratera. O Nível de Alerta permaneceu em 2 (em uma escala que varia entre 0-5). 
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Sakura-jima, Kyushu, Japão
Explosões a partir da cratera Showa no dia 2 de outubro ejetaram material piroclástico (tefra) incandescente até uma distância de 800 metros da margem. No dia 3 de outubro, a Cratera Minami-dake explodiu violentamente, produzindo uma pluma de cinzas que se elevou por 3 km acima da cratera. Fragmentos vulcânicos balísticos (bombas) foram ejetados a uma distância de 1,7 km da cratera. A mais recente erupção anterior na Cratera Minami-dake tinha ocorrido no dia 2 de fevereiro.

Novas explosões foram detectadas pelo  nos dias 7-12 e 13-20 de outubro no vulcão Sakura-jima, que produziram plumas que se elevaram até altitudes entre 1,2-2,7 km e 1,8-2,4 km, respectivamente. Explosões no vulcão Sakura-jima durante os dias 21-22, 24-25 e 27-28 de outubro produziram plumas que atingiram entre 1,5-2,4 km acima do nível do mar.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Suwanose-jima, Ryukyu, Japão
Explosões ocorreram no vulcão Suwanose-jima no dia 1 de outubro e uma pluma ascendeu a uma altitude de 1,5 km acima do nível do mar e se deslocou para oeste. Novas explosões ocorreram nos dias 10 e 11 de outubro. Uma pluma se elevou até uma altitude de 1,5 km acima do nível do mar no dia 10 de outubro.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Kilauea, Havaí
O U.S. Geological Survey Hawaiian Volcano Observatory (HVO) informou que no mês de outubro fluxos de lava fluíram subterraneamente através de um sistema de tubos de lava até atingir o oceano Pacífico. Intermitente incandescência foi vista na Cratera Pu’u ‘O’o e na parede leste dessa cratera nos dias 7-10 de outubro. O conduto interno a Cratera Halema’uma’u continua a produzir pluma branca difusa com ocasionais pequenas quantidades de cinzas. Durante os dias 2, 4 e 5 de outubro, o pequeno lago de lava dentro do conduto, localizado em torno de 200 metros abaixo do assoalho da cratera, encheu e esvaziou em diversos momentos. Incandescência originada em uma fonte profunda foi observada dentro da cavidade do conduto. Observações visuais e anomalias termais detectadas por imagens de satélites revelaram fluxos de lavas ativos na superfície no final do mês, entre os dias 21-27 de outubro. Por alguns dias um fluxo de lava avançou sobre a planície costeira, queimando a vegetação e o pavimento da rodovia que dá acesso a Kalapana. Medições preliminares indicam que a emissão de dióxido de enxofre no cume permanece elevada com valores entre 400-1400 toneladas diárias.
 
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Karymsky, Kamchatka, Rússia
Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) reportou que erupções no dia 20 de outubro produziram plumas que se elevaram até altitudes entre 3-3,7 km acima do nível do mar.  Erupções durante os dias 24-25 de outubro produziram plumas de cinzas que atingiram até altitudes entre 3,4-3,7 km acima do nível do mar.
O Nível do Código de Cores de Alerta permaneceu em laranja no periodo.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Klyuchevskoy, Kamchatka, Rússia
Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) relatou que a atividade sísmica no vulcão Klyuchevskoy esteve acima dos níveis normais no mês de outubro; muitos terremotos e fracos tremores foram detectados. Imagens de satélite revelaram uma anomalia termal diária sobre o vulcão. Durante os dias 2-3 de outubro, erupções arremessaram tefra vulcânica 70-100 metros acima da cratera e atividade fumarólica foi notada. No dia 7 de outubro uma pluma fumarólica contendo cinzas se elevou até uma altitude de 5,7 km acima do nível do mar. A partir do dia 11 de outubro, em diversos dias, atividade explosiva do tipo estromboliana ejetou tefra vulcânica entre 200-500 metros acima da cratera. Os tremores aumentaram no dia 26 de outubro.
Nível do Código de Cores de Alerta permaneceu por todo o período em laranja.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Shiveluch, Kamchatka, Rússia
Kamchatkan Volcanic Eruption Response Team (KVERT) informou que de acordo com dados de câmera de vídeo e de observações visuais, múltiplas avalanches de rochas "quentes" caíram do domo de lava nos dias 12, 13 e 14 de outubro. Depósitos desde um pequeno fluxo piroclástico sobre o flanco leste foi notado também.
Nível do Código de Cores de Alerta permaneceu por todo o período em laranja.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Cleveland, Aleutas
Uma pequena erupção explosiva ocorreu no vulcão Cleveland no dia 2 de outubro, o que levou o Alaska Volcano Observatory (AVO) a elevar o Código de Cores que mostra o Nível de Alerta Vulcânico para a cor laranja (que indica que o vulcão tem apresentado um incremento na atividade com um aumento no potencial de futura erupção, mais ainda com data incerta). Uma nuvem de cinzas com altura estimada entre 4,6-6,1 km de altura acima do nível do mar foi observada em imagens de satélites; a nuvem dirigiu em torno de 600 km na direção nordeste e se dispersou sobre o Mar de Bering. Posteriormente, a atividade diminuiu e o Código de Cores de Nível de Alerta Vulcânico foi rebaixado para amarelo(que indica que o vulcão está  exibindo sinais de atividade acima do nível normal conhecido para o vulcão).
 
No dia 19 de outubro, o AVO informou que nenhuma atividade eruptiva foi observada no vulcão Cleveland desde a breve erupção do dia 2 de outubro. O Código de Cores de Alerta foi rebaixado para o nível mais inferior.

Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report


Rabaul, Nova Bretanha
O Rabaul Volcano Observatory (RVO) reportou que durante o período entre 2-8 de outubro plumas carregadas de cinzas emitidas pelo cone Tavurvur, localizado dentro da Caldeira Rabaul, se elevaram 2 km acima da cratera. Queda de cinzas foi observada na cidade de Rabaul (3-5 km a NW) e áreas circunvizinhas. Incandescência desde a cratera do cume foi ocasionalmente visível. O RVO informou que nos dias 15, 18 e 20-22 de outubro plumas de cinzas ascenderam até altitudes entre 2,7-3,0 km acima do nível do mar. Ocorreu queda de cinzas em áreas a noroeste do vulcão.
Fonte: Smithsonian/USGS Weekly Volcanic Activity Report
 
 

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